VIDA DE FANGIRL

07 EPISÓDIOS FAVORITOS DE SUPERNATURAL

Não é novidade pra ninguém que “Supernatural” é minha série favorita. Embora não fale sobre ela com muita frequência por aqui, visto que não tenho maturidade para falar das coisas que amo demais e não sou obrigada a lidar com gente sem coração dizendo que essa série não presta, devia ter acabado na quinta temporada, será que essa merda não acaba nuncaAaAaAaAa?, etc etc (não está fácil ser fã de “Supernatural”), já comentei sobre a série por vezes suficientes para que vocês não tenham nenhuma dúvida sobre meu amor pelos irmãos Winchester e seu negócio de família. Por mais que eu reconheça muitos dos problemas da série, “Supernatural” foi uma das primeiras séries a me conquistar de verdade, ainda na adolescência, e que continua sendo minha favorita quase dez anos depois.

Pensando nisso e tentando falar um pouco mais sobre minha série do coração (que aparentemente nunca terá fim, risos histéricos), decidi compartilhar com vocês alguns dos meus episódios favoritos – uma ideia que, claro, tirei do blog da Thay, essa pessoa maravilhosa e que, não por acaso, divide o mesmo amor sem limites pela série que eu. Com mais de 200 (!) episódios para escolher, é quase uma missão impossível selecionar apenas sete e já adianto que tive que deixar de fora vários episódios icônicos, mas tentei fazer o melhor que pude, escolhendo episódios que faziam meu coração bater mais forte e que me marcaram de alguma forma, mas que também tinham alguma coisa a mais para oferecer além da bela relação dos irmãos e dos seres sobrenaturais que são regra (também excluí as seasons finales, porque acho praticamente todas sensacionais). Não custa avisar: o texto contém vários spoilers sobre a série (se é que dá pra considerar spoiler quando falamos de um episódio que foi ao ar há mais de dez anos), então se você se importa demais com esse tipo de coisa, vá tomar um café e volte outra hora.

1) “PILOT” (1×01)

tumblr_n3a04dhnds1s8l4eao2_500

Quase nada é tão clichê quanto escolher o primeiro episódio de uma série como favorito, mas sou da opinião de que clichês não se tornam clichês por acaso, e no caso de “Supernatural” é absolutamente impossível fugir de uma escolha tão óbvia. Mesmo eu, que raramente gosto de primeiros episódios e nunca sou convencida por uma série na largada, tenho um carinho enorme por esse – que é também o que assisti mais vezes até hoje. Gosto muito da história da Mulher de Branco, de todo o clima típico dos filmes de terror da segunda metade dos anos 90 e início dos anos 00 – que me transporta diretamente para todas as tardes que passei explorando locadoras atrás de filmes de terror na infância, num nível tão intenso que eu quase posso sentir o cheiro (!) das capas dos filmes empoeiradas nas prateleiras -, e da trilha sonora cheia de rock clássico mas também lotada de músicas instrumentais que complementam todo o ambiente e o suspense necessário na história. No entanto, gosto principalmente de como ele consegue apresentar seus personagens de forma tão adequada, construindo relações tão humanas que, ao contrário do que muita gente acredita, é um dos pontos altos da série.

Nele, conhecemos os dois protagonistas da série, Sam e Dean, irmãos que tiveram a mãe brutalmente assassinada por um demônio ainda na infância e que veem suas vidas mudarem radicalmente após o episódio, quando o pai dos dois decide partir numa caçada ao demônio de olhos amarelos responsável pelo assassinato de sua esposa. 22 anos se passaram desde o assassinato, Dean e Sam se tornaram homens e seguiram seus caminhos. No entanto, após John sumir sem deixar vestígios, Dean se vê “””obrigado””” a pedir ajuda para seu irmão caçula. A partir daí, começamos a entender as principais diferenças entre os dois, sendo a relação de cada um com o pai talvez a mais gritante delas. É justamente por isso que, embora “Supernatural” seja uma série sobre caras muito gatos caçando criaturas sobrenaturais, sempre gosto de dizer que ela é muito mais uma história sobre família do que qualquer outra coisa, e isso é algo que o próprio episódio piloto faz questão de deixar bem claro. 

2) “SCARECROW” (1×11)

tumblr_mvzz2j6lqN1s8p1iao1_500

Também conhecido como “o episódio do espantalho”, Scarecrow foi o episódio da série que mais me deu medo até hoje, que me fez ficar acordada à noite e ter vários pesadelos quando eu finalmente conseguia pegar no sono. Ele começa quando John Winchester, pai dos rapazes, liga para os dois depois de algum tempo sem dar notícias e pede que eles parem de procurá-lo, dando indicações para um possível caso na pequena cidade de Burkitsville, em Indiana, onde um casal de jovens desaparecera nos últimos três anos, sempre na segunda semana de Abril. Contrariado pelas ordens do pai, Sam briga com Dean e decide agir por conta própria, indo para a Califórnia atrás do pai e do demônio que matou sua mãe e namorada, enquanto Dean prefere seguir as instruções do pai e viaja para Burkitsville, onde descobre a existência de um deus pagão nórdico que exige o sacrifício de um casal por ano para continuar mantendo a prosperidade da pequena cidade. É assim que os moradores da cidade, ano após ano, enviam casais para serem mortos pelo Espantalho e depois acobertam cada um dos assassinatos. 

Na tentativa de impedir que os moradores continuem sacrificando pessoas inocentes por causa de maçãs (!), Dean acaba sendo capturado e é oferecido, junto com a filha adotiva de um dos casais da cidade, como sacrifício, já que o prazo está se esgotando e as árvores começam a morrer. No final das contas tudo acaba dando certo, mas até hoje acho incrível como os criadores da série foram capazes de construir um caso tão rico e um cenário tão bonito quanto assustador, explorar uma mitologia tão rica de um deus pagão, adicionar mais camadas à relação dos dois irmãos e introduzir uma personagem que seria recorrente na trama, tudo num único episódio. Além disso, uma das minhas quotes favoritas da série está nesse episódio e, embora ela seja dita por uma personagem terrível, que só diz isso para se aproximar de Sam – porque esse era bem o tipo de coisa que ele precisava ouvir, afinal de contas -, não consigo gostar menos dela por isso: “the food migh be bad and the beds might be hard, but at least we’re living our own lives“. Obrigada por essa, Meg!

3) “THE MAGNIFICENT SEVEN” (3×01)

798d389e8af39fa9c1a88e7330d9c64726e06176_hq

Após abrirem os portões do inferno e com o relógio correndo para Dean – que fez um acordo com um demônio da encruzilhada para salvar a vida de Sam, e agora tem apenas mais um ano de vida até que hellhounds venham buscá-lo -, o primeiro episódio da terceira temporada de SPN marca muito bem o início de uma das melhores temporadas da série, mas também uma das mais tristes, onde os irmãos Winchester precisam lidar com demônios que não são vistos há muito tempo – em alguns casos, desde a Idade Média – e que são muito mais poderosos do que muitas criaturas com os quais tiveram que lidar até então, ao mesmo tempo que precisam lidar com outros caçadores que se revoltaram com o vacilo dos rapazes, e a morte de Dean, que se aproxima cada vez mais e gera cenas de partir o coração.

Em The Magnificent Seven, conhecemos os Sete Pecados Capitais, demônios que representam cada um dos pecados e que são capazes de fazer com que seres-humanos cometam atos terríveis sob sua influência. Um bom exemplo disso é a família que morre, literalmente, de preguiça, ou então a mulher que mata outra por pura inveja. O episódio, no entanto, aproveita o gancho dos sete pecados capitais para fazer uma discussão bastante pertinente sobre a presença deles nas nossas vidas, sobre a hipocrisia do ser-humano e como os pecados são inerentes à nossa existência, sendo a maior diferença apenas o fato de que consumimos doses homeopáticas deles, enquanto demônios elevam isso ao nível máximo – algo que me fez pensar um bocado. Além disso, é nesse episódio que uma das minhas personagens favoritas – e que, posteriormente, se tornou uma das mais odiadas (pois é) – é inserida: Ruby. Odeio a segunda versão dela, tão insuportável que tenho vontade de vomitar, mas amo demais essa primeira, interpretada maravilhosamente pela Katie Cassidy, e adoro especialmente a forma como ela chega, enfiando o pé na porta, chutando bundas e salvando a vida de Sam no processo. Who the hell are you? I’m the girl who just saved your ass.

4) “MONSTER MOVIE” (4×05)

large

De todas as criaturas que já apareceram em “Supernatural”, metamorfos são os que eu menos gosto e episódios com eles são, consequentemente, os que eu menos curto. Acho uma bosta esse povo que pode se transformar em qualquer pessoa e ao invés de usar isso para algo bacana, preferem sair por aí tocando o terror, acabando com a vida de tanta gente e causando um tanto de problema só porque sim. Além disso, sempre fico muito incomodada de pensar que eles podem ser QUALQUER PESSOA, literalmente, de modo que os personagens nunca estão seguros em lugar nenhum. No entanto, Movie Monster foge completamente à regra justamente por ter um metamorfo que, embora faça coisas ruins – ele mata uma galerinha, afinal de contas – faz isso inspirado em filmes clássicos, assumindo a forma de personagens icônicos da ficção, e que tem uma história verdadeiramente triste por trás de seus atos.

No episódio, Sam e Dean vão para uma pequena cidade onde está acontecendo uma edição da Oktoberfest, um festival que celebra as tradições alemãs, e onde mortes misteriosas começaram a acontecer desde então. O problema é que as únicas testemunhas dos crimes acusam criaturas sobrenaturais como vampiros, lobisomens e múmias, e ninguém acredita em nenhuma delas – além, claro, dos irmãos, que já viram de tudo nessa vida mesmo e não teriam motivo nenhum pra duvidar. Entretanto, ao longo do episódio, eles vão descobrindo que cada um dos personagens não são nem um pouco parecidos com os vampiros e lobisomens com os quais estão acostumados, sendo criaturas idealizadas, muito parecidas com aquelas que ficaram famosas no cinema. É depois de um encontro com o “””Drácula””” que Dean descobre que se trata de um metamorfo, e a partir daí os dois vão atrás do verdadeiro culpado. O mais interessante no episódio, além da história absurdamente divertida, é que, esteticamente, ele é bem diferente do que estamos acostumados, e utiliza vários elementos que remetem ao cinema clássico. A fotografia em preto e branco, as sombras típicas do expressionismo alemão, os créditos na abertura, as transições, a trilha sonora, o intervalo (!) no meio do episódio e os próprios personagens, fora todas as brincadeiras tão características da série, que em todos esses anos nunca se levou a sério demais (ainda bem!). É absolutamente impossível esquecer os agentes Angus e Young, a teoria de Dean sobre ter voltado a ser virgem depois de passar um tempo no inferno, ou então do Drácula recebendo uma pizza em casa e querendo usar um cupom de desconto (mas só depois de se certificar que não tinha alho nela, pois lógico).

 5) “YELLOW FEVER” (4×06)

tumblr_inline_mvv32gSkjV1rhrayq

Sendo a pessoa retardada que sou, estranho mesmo seria deixar Yellow Fever de fora da minha lista de episódios favoritos. Nele, Sam e Dean investigam três casos de pessoas absolutamente saudáveis que tiveram um infarto e faleceram do nada em uma pequena cidade do Colorado. Ao que tudo indica, não existe nada de sobrenatural acontecendo, mas os irmãos logo descobrem padrões, de modo que eles decidem ficar e investigar. O negócio é que não demora muito para que Dean comece a apresentar os mesmos sintomas das vítimas e temer coisas absolutamente ridículas, tipo um yorkishire ou um gatinho inofensivo num armário, e se tornar cautelo com coisas que ele nunca deu a mínima, tipo dirigir dentro do limite de velocidade e não andar na contra-mão, ou se recusar a segurar uma arma porque ela pode disparar sozinha a qualquer momento e achar que ser caçador só pode ser coisa de gente doida – e é justamente aí que mora toda a graça.

Dean sempre foi um cara extremamente corajoso, que enfrenta coisas que colocariam medo em qualquer pessoa, que nunca se preocupou em se sacrificar pelas pessoas que ama e sempre esteve disposto a colocar sua vida em risco para salvar pessoas que ele nem conhece, e vê-lo ter medos tão aleatórios é no mínimo curioso (além de muito engraçado). No fundo, sempre me bate uma pena real quando vejo a carinha dele de assustado, fora que a história por trás do caso é bem triste na realidade, mas como ver o Dean fazendo o maior escândalo por causa de um gato e não se dobrar de tanto rir? Além disso, esse é o episódio em que Jensen Ackles, ator que interpreta o Dean, faz toda uma performance ao som de Eye of the Tiger, do Survivor, o tipo de coisa que você assiste e não esquece nunca mais, e que sempre me dá a certeza de que ele deve ser uma pessoa tão legal e divertida na vida real quanto faz parecer na ficção.

6) “SYMPATHY FOR THE DEVIL” (5×01)

tumblr_mlwamut0Cx1s4acsvo2_500

Eu ia começar dizendo que a quinta temporada é minha favorita, mas aí eu lembrei que todas as temporadas são minhas favoritas (menos a sétima, porque realmente não dá pra defender uma temporada que achou uma boa ideia investir em leviatãs aleatórios), ou seja, eu não tenho nenhum motivo especial para escolher esse episódio além dele ser muito, muito bom e absolutamente impecável na missão de contextualizar o maior evento da temporada e, muito provavelmente, de toda a série: o Apocalipse. Embora essa seja justamente a tal temporada que muita gente jura que a série deveria ter sido finalizada – uma questão que ainda divide bastante as opiniões dos fãs -, não dá para discordar de que ela realmente é uma das melhores e que consegue passar toda a urgência digna do fim do mundo já no primeiro episódio. Ele começa exatamente de onde parou: após quebrar o 66º selo e libertar Lúcifer de sua jaula, os irmãos são salvos misteriosamente e a partir daí começam uma corrida contra o tempo para impedir que o capeta himself concretize seus planos. Ao mesmo tempo, eles vão fazendo novas descobertas sobre o Apocalipse, mas também sobre o papel de cada um nessa história, coisa que determina o rumo da série no final da temporada.

Entretanto, o que mais gosto nesse episódio – e que, inclusive, também mais me assusta – é a forma como Lúcifer vai cercando “seu escolhido”, a pessoa que ele precisa tomar o corpo para poder colocar seus planos em prática. Ao contrário dos demônios, que podem possuir qualquer pessoa sem a permissão da mesma, Lúcifer é um anjo, de modo que ele precisa da permissão do seu receptáculo para possuir seu corpo. A série apresenta, então, Nick, interpretado por Mark Pellegrino (melhor Lúcifer EVER), um cara que matou a mulher e o filho durante o sono e passa a ser atormentado por visões da mulher morta, que informa que ele é o escolhido e pede para que ele aceite sua missão; além de ver sangue no berço do filho, objetos em movimento sem nenhuma explicação aparente e ouve barulhos que não vêm de lugar nenhum. São cenas realmente terríveis, mas muito bem feitas e pensadas, e que fazem total sentido no contexto em que a série se encontra nesse ponto. É o começo do fim do mundo, Lúcifer está à solta e ninguém faz a menor ideia do que fazer em seguida, e esse episódio é suficiente para me fazer temer o futuro como se o fim do mundo fosse, de fato, uma realidade.

7) “THE FRENCH MISTAKE” (6×15)

tumblr_mkzpxmhTcA1r3i7aho1_500

Por último, mas não menos importante, The French Mistake é um desses episódios que nos lembram uma das coisas mais importantes sobre “Supernatural”: embora seja uma série com uma carga dramática enorme e que faça a gente sofrer um bocado com e por seus personagens, ela também é uma série que nunca se leva a sério demais e que está sempre pronta para quebrar barreiras e fazer graça de si mesma, o que, no meio de tanta coisa ruim que invariavelmente acontece, acaba sendo um respiro muito bem-vindo pra todo mundo. Nesse episódio, por exemplo, Sam e Dean vão parar numa realidade alternativa onde os dois não são mais Sam e Dean, mas sim Jensen e Jared, dois atores que interpretam os irmãos Sam e Dean (!) em um seriado chamado “Supernatural” (!). Não é sensacional?

Tudo isso acontece graças à Balthazar, um anjo pentelho que às vezes é bom, às vezes nem tanto, mas que sempre toma umas decisões bem equivocadas (tipo roubar e quebrar o cajado de Moisés, wtf, cara?). Nesse episódio, no entanto, Balthazar só estava tentando salvar os irmãos Winchester de um ataque surpresa de Rafael, um dos quatro Arcanjos criados por Deus (os outros três são Gabriel, Miguel e Lúcifer), e acaba enviando os dois para uma realidade alternativa. Embora o plano não dê muito certo e os anjos acabem encontrando os dois irmãos – o que consequentemente traz para o set e para a vida das pessoas que trabalham ali alguns episódios bem ruins -, o que torna The Frenck Mistake diferente dos outros episódios e tão, tão marcante é justamente essa proposta de sair do lugar comum e fazer graça com todo mundo enquanto os dois irmãos tentam desvendar o caso da vez. É divertido demais assistir Sam e Dean tentando ser Jensen e Jared – e falhando miseravelmente -, além de todas as piadinhas, referências e surpresas que aparecem no meio do caminho (a cara deles quando encontram Genevieve Cortese, mulher do Jared Padalecki na vida real e que interpretou a Ruby 2.0, é impagável). Como sempre, tudo se resolve no final e os dois irmãos retornam para sua realidade de caçadores, mas é por essas e outras que “Supernatural” continua sendo minha série favorita mesmo depois de tanto tempo.

Previous Post Next Post

2 Comments

  • Reply Michelle 17 de agosto de 2016 at 5:19 PM

    Sharon, esse post <3
    Li com um sorriso no rosto, sério. Tá sendo lindo lembrar que amo Supernatural e encontrar gente que também ama. E, olha, não sei lidar com esse povo que odeia falar mal da série. Penso assim: não tá gostando mais, não funciona pra você? Então para de assistir e deixa aqueles que gostam curtir a série em paz. Não somos obrigadas. E, siiiiim, a série é tão mais que dois caras maravilhosos caçando monstros. Aliás, acho que é o fator dramático e a relação dos irmãos que faz a série durar tanto. Mas, ok, vamos aos episódios!

    ADORO o piloto e também acho que é o episódio de série que mais assisti em toda a minha vida. Infelizmente, não foi por ele que comecei, mas ainda assim, amo muito e acho que foi excelente ao introduzir a série, o tom e os personagens :)

    Assisti The Magnificent Seven esses dias e, nossa, ele é tão legal, né? A parte do cara bebendo desentupidor é tão angustiante que, novamente, desviei os olhos enquanto assistia. Não consigo, cara. Fico mal. :/

    Episódios da zoeira são sempre tão maravilhosos que I CAN'T EVEN. Yellow Fever e The French Mistake são ótimos – principalmente o último. Gosto também de Tall Tales, com o Trickster/Gabriel, da 2ª temporada.

    Acredita que lembro pouquíssimo de Sympathy For The Devil? Acabo de me dar conta que não assisti a 5ª temporada inteira mais de uma vez, então, tem coisas que realmente se perderam na minha memória. E isso nem é ruim porque vou poder rever como se fosse a primeira vez e vai ser tão bom.

    Agora, preciso dizer que você foi corajosa. Jamais conseguiria fazer uma lista só de sete (!) episódios preferidos. Até consigo pensar em episódios menos legais ou personagens detestáveis (Metatron e Gordon, sempre), mas favoritos é difícil demais, haha.

    Bom, não sei se preciso dizer, mas direi assim mesmo: adorei o post e tô adorando saber que agora posso ser ridícula sobre Supernatural com alguém :)

    Beijos,

    Michas

  • Reply Thay 26 de agosto de 2016 at 9:31 PM

    Tenho nem o que dizer desse post, tenho? No meu post mesmo eu disse que colocaria tranquilamente os mais de 200 episódios na lista, mas tenhamos limites sim (não)? HAHA, quer dizer, Supernatural é maravilhosa e quem diz que deveria ter terminado na 5ª temporada merece um murro na cara. E eu sei que tem falhas, e eu sei dos problemas, mas amo e com sentimentos a gente não discute. ENFIM. Fiquei com vontade de rever tudo? Fiquei. VAMOS? ♥

  • Leave a Reply