MEMES

11 FATOS SOBRE MIM E ALGUMAS COISINHAS MAIS

Algumas semanas atrás, a Tati – essa pessoa maravilhosa que claramente me salvou da minha própria falta do que postar – me indicou para responder uma tag (meme, meme, meme) chamado Liebster Awards, que nada mais é do que uma desculpa bem maneira de falar sobre a gente quando ninguém está realmente interessado nisso. Basicamente, o meme consiste em responder algumas questões feita pela própria Tati, além de contar 11 fatos aleatórios sobre mim, só para depois eu mesma fazer perguntas para os meus indicados. Também tinha que colar um selo, etc etc, mas em função da minha preguiça, pularei essa etapa.

11 FATOS SOBRE MIM:

1. Sou filha única por parte de mãe; por parte de pai, tenho três irmãos mais novos.
2. Desde que passei a ter consciência do meu corpo e da minha aparência, passei a ter muitos problemas de autoestima, que se mantém sempre baixa, muito baixa, e me faz ser bem pouco gentil comigo mesma. Uma das coisas que eu menos gosto de ouvir quando exponho minhas frustrações é, não por acaso, que eu só estou em busca de elogios, algo que machuca profundamente justamente porque perde todo o ponto da questão: não é sobre como os outros me enxergam, mas como eu enxergo a mim mesma, e minha incapacidade de ver beleza no meu reflexo no espelho.
3. Além de Supernatural, minhas outras séries favoritas são Penny Dreadful, Call The Midwife, Gilmore Girls, Downton Abbey e Friends.
4. Ainda sobre séries, depois que terminei de assistir Friends, comecei a assistir tudo de novo, mas por motivos diversos, não cheguei a terminar. O mesmo aconteceu com Downton Abbey – essa, no entanto, continuo assistindo e pretendo chegar até o fim; de novo.
5. Música sempre foi uma ótima fonte de inspiração pra mim, e continua sendo até hoje. Quando escrevo ficção, principalmente, a trilha sonora é algo que me ajuda muito a estabelecer o tipo de história que busco contar. Isso não significa que essas histórias vão, necessariamente, contar com essas músicas como uma parte intrínseca delas, mas como uma parte fundamental do processo criativo por trás delas e a construção dessas histórias de algo totalmente abstrato – uma ideia – até o produto em si – um livro, conto ou roteiro; tanto faz.
6. Outono é minha estação favorita.
7. Uma das minhas maiores frustrações foi não ter levado as aulas de piano e violão a sério quando ainda tinha tempo pra isso.
8. Vinho é uma das minhas bebidas favoritas.
9. Embora eu goste muito de moda, um dos meus maiores desejos no momento era ter uma pessoa pra me vestir todos os dias, risos.
10. A diferença de idade entre eu e minha mãe é de trinta anos (não sei porque disse isso, mas é algo que eu gosto demais, sei lá porquê).
11. Ainda que eu não seja a pessoa mais organizada do mundo, poucas coisas me irritam tanto quanto falta de responsabilidade e comprometimento. Infelizmente, é algo com o qual tenho que lidar desde que me entendo por gente e é realmente decepcionante contar com alguém só na teoria. Por esse motivo, confio muito mais no meu trabalho do que no da maioria das pessoas com quem preciso lidar, e mesmo que seja desgastante quando tudo sobre pra mim, por outro lado, fico muito mais tranquila de saber exatamente qual será o resultado final.

11 PERGUNTAS FEITAS PELA TATI:

1. Qual sua melhor lembrança da infância?
É difícil dizer. Acho que as memórias de todas as férias que passei na casa dos meus avós, no interior, mas não consigo lembrar de momentos específicos, e sim de flashes de coisas que aconteceram e, juntas, seriam capazes de conjurar patronos. Eu tive uma infância muito boa de um modo geral e é muito difícil lembrar de uma única lembrança que se destaque, porque o conjunto delas acaba sendo muito mais importante, se é que dá pra entender.

2. Quando a blogosfera passou a ser parte da sua vida?
Ensaiei ter alguns blogs quando ainda era muito novinha, por volta dos 12 ou 13 anos, mas foi só aos 16 que eu realmente assumi a blogosfera como uma parte da minha vida – primeiro, com os blogs de moda, e a partir de 2013, com um blog pessoal. Sinto muito por não ter vivido mais com essa presença constante na minha vida e por todas as memórias que acabaram se perdendo com o tempo, mas hoje não consigo imaginar uma vida em que eu não tenha um espaço para escrever e ser eu mesma em tempo integral.

3. Se você só pudesse ouvir uma música pelo resto da vida, qual seria e por quê?
Não faço ideia. Minha primeira reação é dizer que ouviria “Vienna”, do Billy Joel, porque é uma música que significa muito pra mim e que possui uma letra que bate muito forte sempre que ouço. Mas não sei se gostaria de ouvi-la pelo resto dos meus dias. Então, provavelmente, escolheria alguma música do Scorpions, do Harry Styles ou do primeiro álbum das Haim, que são músicas que, acredito, são mais atemporais e eu não enjoaria com muito facilidade, e que significam um bocado pra mim também; não necessariamente por uma música em si, mas pelo contexto do álbum em que elas estão inseridas e sua capacidade de representar tudo isso numa única canção, etc.

4. Qual seu self-care favorito?
Essa coisa de self-care ainda é muito nova pra mim e tenho tentado encontrar coisas que realmente façam com que eu me sinta bem e mais amada por mim mesma – o que é um desafio imenso, mas um passo de cada vez. Não sou a melhor pessoa do mundo com cuidados diários com pele, mas algo que me faz sentir extremamente bem é me cuidar dessa forma: tomar um banho quentinho, demorado e cuidadoso, passar um milhão de cremes na cara e no corpo em seguida, colocar um pijama e ficar embaixo das cobertas. Também amo me mimar com comida – o que é péssimo às vezes, porque constrói uma relação bem problemática com a comida, mas bear with me – e assistir um episódio de série conforto.

5. Se precisasse escolher, preferiria uma viagem com tudo pago para a Itália ou uma biblioteca completa dentro da sua casa?
Uma viagem com tudo pago para a Itália!

6. Qual foi o último filme que você viu no cinema?
Mulher-Maravilha, com a glória da deusa Diana e a benção da rainha Patty Jenkins.

7. Como diria Kelly Key: mais uma noite chega, e com ela a depressão?
Infelizmente, sim. Kelly Key sabia das coisas.

8. Mil reais ou uma foto com o Raça Negra?
Mil reais pois pobre de marré. Desculpa Raça Negra.

9. Qual sua palavra preferida?
Isso muda muito. No momento, acho que “serena”.

10. O que o ano de 2017 está sendo pra você?
Um desafio imenso, em muitos sentidos. No lado profissional, esses desafios surgem na forma de prazos a serem cumpridos, atividades com as quais não tenho muita segurança, mas preciso desempenhar de qualquer jeito, e funções e situações que me deixam profundamente desconfortáveis, mas que precisam ser desempenhadas e olhadas de frente. Sou uma pessoa naturalmente acomodada, que foge de confrontos como o diabo foge da cruz, e esse ano tem sido não apenas um ano de trabalhar muito duro o tempo inteiro, mas de também subverter esse meu lado e assumir uma postura mais corajosa – mesmo que seja só fachada. Já no pessoal, 2017 também tem sido um ano de descobertas, principalmente por causa da terapia, que cada vez mais desenterra fantasmas e me obriga a olhá-los de frente e entender porque eles estão ali para só então exorcizá-los; ou então reconhecer que tudo bem eles continuarem comigo por mais algum tempo. É um processo muitas vezes doloroso, incômodo, mas extremamente importante e também engrandecedor. Tenho feito muitas descobertas e confrontado nuances da minha personalidade que não são exatamente qualidades que eu gostaria de ter, mas que são muito humanas, e talvez pela primeira vez na minha vida, tenho a chance de aceitá-las como tal e ao menos tentar ser mais gentil comigo – algo que venho falhando miseravelmente até o fechamento desta edição, mas bear with me.

11. Se precisasse escolher um dos namorados da Taylor Swift para ficar com ela pra sempre, qual seria?
A não ser que minha vida dependesse disso, não escolheria nenhum. Por mais que eu goste muito do casal Haylor e tenha feels até hoje quando penso no “Red” e todas as suas músicas escritas especialmente para o Jake Gyllenhaal, não acho que nenhum deles faça mais sentido na vida da Taylor hoje, da mesma forma que ela, em contrapartida, também já não faz mais na deles. O tempo passa, para o bem e para o mal, e já passou tempo demais para que essas histórias sejam desenterradas e façam algum bem para os envolvidos. Não vai fazer. Então, só espero que a Taylor encontre um cara verdadeiramente legal para sua versão de hoje – ou não encontre cara nenhum, se ela não quiser -, da mesma forma que desejo ao Harry um amor profundo e poético, como ele merece, e ao Jake desejo eu mesma, porque lógico (brinks).

MINHAS 11 PERGUNTAS

1. Qual seu livro favorito e por quê?
2. Se pudesse ser a personagem de alguma série, qual seria?
3. Não devemos perder tempo com…?
4. O que acha de problematizações no geral e qual foi a problematização mais bizarra que você já viu?
5. Você se considera uma pessoa boa?
6. O pior defeito que uma pessoa pode ter e que você também tem?
7. Qual sua opinião sobre o show do Harry Styles com ingressos sendo vendidos com quase um ano de antecedência e esgotando em seis fucking minutos?
8. Um lugar do mundo que adoraria conhecer.
9. Do que mais se orgulha na sua vida até aqui?
10. Existe algum sonho de infância que você ainda pretende realizar?
11. O que Taylorene e Katy Perry deveriam estar fazendo ao invés de perder tempo com uma treta ridícula?

Infelizmente, não consegui pensar em ninguém pra indicar dessa vez porque a) sou antissocial e b) todas as pessoas que conheço já foram indicadas por outras pessoas. Então, sintam-se à vontade para responder às perguntas e me avisem depois pra eu poder conferir as respostas de vocês.

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5 Comments

  • Reply Camila Faria 21 de junho de 2017 at 6:08 PM

    Chorando de rir com “Mil reais ou uma foto com o Raça Negra?”. Hahaha! Sério, passei mal aqui…

    Me identifiquei demais com o que você falou sobre a falta de responsabilidade e comprometimento das pessoas. Eu fico pra morrer. E acabo me sobrecarregando de trabalhos (e responsabilidades) para não precisar lidar com essas pessoas. O que fazer? ¯\_(ツ)_/¯

  • Reply Tany 28 de junho de 2017 at 3:18 PM

    O teu 2017 consegue ser igual ao meu. Talvez por isso eu esteja me identificando tanto com os teus textos? 2016 foi um ano ruim pra todo mundo. 2017 tá sendo um ano desafiador e acho que pra todo mundo. Espero, de verdade, que 2018 seja um ano “sereno” usando sua palavra preferida. Parece que as feridas que foram feitas no ano anterior estão, muito, aos poucos cicatrizando e que em 2018 fiquem só as marcas ou nem elas.

    Tua resposta sobre a Taylor e sobre as músicas do Harry/Haim: eu não podia concordar mais.
    Vou responder as suas perguntas nos próximos dias porque amei.

    Aliás, nunca cogitei que você tivesse um blog pessoal desde 2013 só? Parece que você usa blogs pessoais a muito mais tempo, hahahah, mas feliz que o seu ainda exista porque eu amo o jeito que você escreve e consequentemente, gosto demais de você. Te admiro muito. :)

  • Reply Ramina Ferreira Xavier 6 de julho de 2017 at 1:18 PM

    Adorei a TAG! Respondi no meu blogue também e aproveitei pra tirar uma poeira, por que né? Inconstância.

    Segue link maroto caso queira ler: https://denomeprovisorio.blogspot.com.br/2017/07/coisa-de-blogueirinha-3-tags-eu-adoro.html

    Beijos!

  • Reply Su 7 de julho de 2017 at 1:41 PM

    nossa, me identifiquei com tanta coisa nesse texto! essa coisa de selfcare também é meio que novidade pra mim, que passei quase toda minha vida sendo desleixada comigo mesmo e pensando que isso era perda de tempo. tô perdendo esse pensamento aos poucos, mas fé no pai que uma hora vai, hahaha

    adorei suas perguntas, espero engrenar com o blog e poder responder todas elas em breve!
    bejo <3

  • Reply KARINE 14 de julho de 2017 at 2:57 AM

    outono melhor estação. e eu também queria ter uma pessoa para me vestir todos os dias, e arrumar meu cabelo e me maquiar. é querer demais? HAHAHA

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