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11 FATOS SOBRE MIM E ALGUMAS COISINHAS MAIS

Algumas semanas atrás, a Tati – essa pessoa maravilhosa que claramente me salvou da minha própria falta do que postar – me indicou para responder uma tag (meme, meme, meme) chamado Liebster Awards, que nada mais é do que uma desculpa bem maneira de falar sobre a gente quando ninguém está realmente interessado nisso. Basicamente, o meme consiste em responder algumas questões feita pela própria Tati, além de contar 11 fatos aleatórios sobre mim, só para depois eu mesma fazer perguntas para os meus indicados. Também tinha que colar um selo, etc etc, mas em função da minha preguiça, pularei essa etapa.

11 FATOS SOBRE MIM:

1. Sou filha única por parte de mãe; por parte de pai, tenho três irmãos mais novos.
2. Desde que passei a ter consciência do meu corpo e da minha aparência, passei a ter muitos problemas de autoestima, que se mantém sempre baixa, muito baixa, e me faz ser bem pouco gentil comigo mesma. Uma das coisas que eu menos gosto de ouvir quando exponho minhas frustrações é, não por acaso, que eu só estou em busca de elogios, algo que machuca profundamente justamente porque perde todo o ponto da questão: não é sobre como os outros me enxergam, mas como eu enxergo a mim mesma, e minha incapacidade de ver beleza no meu reflexo no espelho.
3. Além de Supernatural, minhas outras séries favoritas são Penny Dreadful, Call The Midwife, Gilmore Girls, Downton Abbey e Friends.
4. Ainda sobre séries, depois que terminei de assistir Friends, comecei a assistir tudo de novo, mas por motivos diversos, não cheguei a terminar. O mesmo aconteceu com Downton Abbey – essa, no entanto, continuo assistindo e pretendo chegar até o fim; de novo.
5. Música sempre foi uma ótima fonte de inspiração pra mim, e continua sendo até hoje. Quando escrevo ficção, principalmente, a trilha sonora é algo que me ajuda muito a estabelecer o tipo de história que busco contar. Isso não significa que essas histórias vão, necessariamente, contar com essas músicas como uma parte intrínseca delas, mas como uma parte fundamental do processo criativo por trás delas e a construção dessas histórias de algo totalmente abstrato – uma ideia – até o produto em si – um livro, conto ou roteiro; tanto faz.
6. Outono é minha estação favorita.
7. Uma das minhas maiores frustrações foi não ter levado as aulas de piano e violão a sério quando ainda tinha tempo pra isso.
8. Vinho é uma das minhas bebidas favoritas.
9. Embora eu goste muito de moda, um dos meus maiores desejos no momento era ter uma pessoa pra me vestir todos os dias, risos.
10. A diferença de idade entre eu e minha mãe é de trinta anos (não sei porque disse isso, mas é algo que eu gosto demais, sei lá porquê).
11. Ainda que eu não seja a pessoa mais organizada do mundo, poucas coisas me irritam tanto quanto falta de responsabilidade e comprometimento. Infelizmente, é algo com o qual tenho que lidar desde que me entendo por gente e é realmente decepcionante contar com alguém só na teoria. Por esse motivo, confio muito mais no meu trabalho do que no da maioria das pessoas com quem preciso lidar, e mesmo que seja desgastante quando tudo sobre pra mim, por outro lado, fico muito mais tranquila de saber exatamente qual será o resultado final.

11 PERGUNTAS FEITAS PELA TATI:

1. Qual sua melhor lembrança da infância?
É difícil dizer. Acho que as memórias de todas as férias que passei na casa dos meus avós, no interior, mas não consigo lembrar de momentos específicos, e sim de flashes de coisas que aconteceram e, juntas, seriam capazes de conjurar patronos. Eu tive uma infância muito boa de um modo geral e é muito difícil lembrar de uma única lembrança que se destaque, porque o conjunto delas acaba sendo muito mais importante, se é que dá pra entender.

2. Quando a blogosfera passou a ser parte da sua vida?
Ensaiei ter alguns blogs quando ainda era muito novinha, por volta dos 12 ou 13 anos, mas foi só aos 16 que eu realmente assumi a blogosfera como uma parte da minha vida – primeiro, com os blogs de moda, e a partir de 2013, com um blog pessoal. Sinto muito por não ter vivido mais com essa presença constante na minha vida e por todas as memórias que acabaram se perdendo com o tempo, mas hoje não consigo imaginar uma vida em que eu não tenha um espaço para escrever e ser eu mesma em tempo integral.

3. Se você só pudesse ouvir uma música pelo resto da vida, qual seria e por quê?
Não faço ideia. Minha primeira reação é dizer que ouviria “Vienna”, do Billy Joel, porque é uma música que significa muito pra mim e que possui uma letra que bate muito forte sempre que ouço. Mas não sei se gostaria de ouvi-la pelo resto dos meus dias. Então, provavelmente, escolheria alguma música do Scorpions, do Harry Styles ou do primeiro álbum das Haim, que são músicas que, acredito, são mais atemporais e eu não enjoaria com muito facilidade, e que significam um bocado pra mim também; não necessariamente por uma música em si, mas pelo contexto do álbum em que elas estão inseridas e sua capacidade de representar tudo isso numa única canção, etc.

4. Qual seu self-care favorito?
Essa coisa de self-care ainda é muito nova pra mim e tenho tentado encontrar coisas que realmente façam com que eu me sinta bem e mais amada por mim mesma – o que é um desafio imenso, mas um passo de cada vez. Não sou a melhor pessoa do mundo com cuidados diários com pele, mas algo que me faz sentir extremamente bem é me cuidar dessa forma: tomar um banho quentinho, demorado e cuidadoso, passar um milhão de cremes na cara e no corpo em seguida, colocar um pijama e ficar embaixo das cobertas. Também amo me mimar com comida – o que é péssimo às vezes, porque constrói uma relação bem problemática com a comida, mas bear with me – e assistir um episódio de série conforto.

5. Se precisasse escolher, preferiria uma viagem com tudo pago para a Itália ou uma biblioteca completa dentro da sua casa?
Uma viagem com tudo pago para a Itália!

6. Qual foi o último filme que você viu no cinema?
Mulher-Maravilha, com a glória da deusa Diana e a benção da rainha Patty Jenkins.

7. Como diria Kelly Key: mais uma noite chega, e com ela a depressão?
Infelizmente, sim. Kelly Key sabia das coisas.

8. Mil reais ou uma foto com o Raça Negra?
Mil reais pois pobre de marré. Desculpa Raça Negra.

9. Qual sua palavra preferida?
Isso muda muito. No momento, acho que “serena”.

10. O que o ano de 2017 está sendo pra você?
Um desafio imenso, em muitos sentidos. No lado profissional, esses desafios surgem na forma de prazos a serem cumpridos, atividades com as quais não tenho muita segurança, mas preciso desempenhar de qualquer jeito, e funções e situações que me deixam profundamente desconfortáveis, mas que precisam ser desempenhadas e olhadas de frente. Sou uma pessoa naturalmente acomodada, que foge de confrontos como o diabo foge da cruz, e esse ano tem sido não apenas um ano de trabalhar muito duro o tempo inteiro, mas de também subverter esse meu lado e assumir uma postura mais corajosa – mesmo que seja só fachada. Já no pessoal, 2017 também tem sido um ano de descobertas, principalmente por causa da terapia, que cada vez mais desenterra fantasmas e me obriga a olhá-los de frente e entender porque eles estão ali para só então exorcizá-los; ou então reconhecer que tudo bem eles continuarem comigo por mais algum tempo. É um processo muitas vezes doloroso, incômodo, mas extremamente importante e também engrandecedor. Tenho feito muitas descobertas e confrontado nuances da minha personalidade que não são exatamente qualidades que eu gostaria de ter, mas que são muito humanas, e talvez pela primeira vez na minha vida, tenho a chance de aceitá-las como tal e ao menos tentar ser mais gentil comigo – algo que venho falhando miseravelmente até o fechamento desta edição, mas bear with me.

11. Se precisasse escolher um dos namorados da Taylor Swift para ficar com ela pra sempre, qual seria?
A não ser que minha vida dependesse disso, não escolheria nenhum. Por mais que eu goste muito do casal Haylor e tenha feels até hoje quando penso no “Red” e todas as suas músicas escritas especialmente para o Jake Gyllenhaal, não acho que nenhum deles faça mais sentido na vida da Taylor hoje, da mesma forma que ela, em contrapartida, também já não faz mais na deles. O tempo passa, para o bem e para o mal, e já passou tempo demais para que essas histórias sejam desenterradas e façam algum bem para os envolvidos. Não vai fazer. Então, só espero que a Taylor encontre um cara verdadeiramente legal para sua versão de hoje – ou não encontre cara nenhum, se ela não quiser -, da mesma forma que desejo ao Harry um amor profundo e poético, como ele merece, e ao Jake desejo eu mesma, porque lógico (brinks).

MINHAS 11 PERGUNTAS

1. Qual seu livro favorito e por quê?
2. Se pudesse ser a personagem de alguma série, qual seria?
3. Não devemos perder tempo com…?
4. O que acha de problematizações no geral e qual foi a problematização mais bizarra que você já viu?
5. Você se considera uma pessoa boa?
6. O pior defeito que uma pessoa pode ter e que você também tem?
7. Qual sua opinião sobre o show do Harry Styles com ingressos sendo vendidos com quase um ano de antecedência e esgotando em seis fucking minutos?
8. Um lugar do mundo que adoraria conhecer.
9. Do que mais se orgulha na sua vida até aqui?
10. Existe algum sonho de infância que você ainda pretende realizar?
11. O que Taylorene e Katy Perry deveriam estar fazendo ao invés de perder tempo com uma treta ridícula?

Infelizmente, não consegui pensar em ninguém pra indicar dessa vez porque a) sou antissocial e b) todas as pessoas que conheço já foram indicadas por outras pessoas. Então, sintam-se à vontade para responder às perguntas e me avisem depois pra eu poder conferir as respostas de vocês.

MEMES

TRÊS É BOM, TRÊS É BOM DEMAIS

Se alguns dias atrás alguém me dissesse que, depois de reclamar por não conseguir postar todos os dias, eu simplesmente iria sumir do mapa e passar vários dias sem dar as caras, eu não só acreditaria, como riria alto, porque a vida, afinal de contas, é uma grande piada de mau gosto. Eu não gosto dessa situação, muito pelo contrário. Mas muito mais honesto do que fingir que esse sumiço nunca existiu, é vir aqui e admitir que ele existiu, não sem um motivo, e que o fracasso como consequência de uma tentativa ainda é melhor do que aquele que existe porque era infinitamente mais fácil simplesmente deixar pra lá. Eu queria postar todos os dias, eu queria escrever textos filosóficos e cheio de reflexões em uma sentada e passar o dia discutindo o universo, a vida e tudo mais com vocês, mas eu não posso, pelo menos não agora, e admitir a derrota ainda é melhor do que ficar chorando o leite derramado eternamente.

Então, como naturalmente acontece na vida de qualquer blog, hoje responderei um meme (um oferecimento da Manu adolescente, que retornou especialmente do passado para salvar as migas do futuro), torcendo pra que da próxima vez que eu der as caras por aqui, seja com um textão reflexivo sobre a vida, o universo e tudo mais. Não desistam de mim.

Três nomes pelos quais você atende:
> Sharon;
> Xú (risos);
> Ana Lee.

Três nomes de “tela” (usernames, nicknames, e afins):
> alvesqueen;
> imnotyourqueen;
> analuizaxx.

Três coisas que você gosta em você:
> Minha capacidade de me encantar, emocionar e me importar com as coisas (situações, pessoas, animais, etc etc), mesmo quando elas não tem uma relação direta comigo;
> A cor dos meus olhos (!), um castanho que não é o mais escuro, mas que também passa longe de ser claro;
> Minha vontade de fazer as coisas darem certo e acreditar que sonhos são possíveis de serem realizados, mesmo que todas as pessoas me digam o contrário.

Três coisas que você odeia/não gosta em você:
> A procrastinação;
> Minha autoestima, tão baixa que me pergunto se não é inexistente;
> Meu peso, risos (o estímulo é forte, a carne é fraca, etc etc).

Três coisas que você gosta nos outros:
> Sorrisos bonitos;
> Abraços apertados;
> A sensibilidade.

Três coisas que você odeia/não gosta nos outros:
> Odiar tudo o tempo inteiro just because;
> Falta de empatia;
> Mentir ou aumentar histórias pra parecer legal demais.

Três partes da sua herança:
?????????

Três coisas que assustam você:
> Aranhas;
> A morte;
> O futuro.

Três coisas essenciais no seu dia:
> Café;
> Uma boa noite de sono;
> Carinho.

Três coisas à toa que te deixam feliz:
> Sorrisos;
> Abraços;
> Pequenas quebras de rotina.

Três coisas que você está vestindo agora:
> Uma camiseta velha que roubei de Guilherme e que gosto de usar pra dormir;
> O short do pijama;
> Calcinha, dã.

Três dos seus artistas/bandas favoritos (neste momento):
> Taylor Swift;
> Haim;
> Sia.

Três das suas canções favoritas (neste momento):
> “Waves”, do Dean Lewis;
> “Shine a Light”, do Banners;
> “We Don’t Believe What’s On TV”, Twenty One Pilots.

Três frases que você diz muito:
> “Meu deeuuusssssssssssss”;
> “Não aguento mais”;
> “Tô com fome”.

Três novas coisas que você quer tentar nos próximos 12 meses:
> Uma atividade física que nunca fiz, tipo pilates ou alguma luta;
> Fotografar mais;
> Gravar pelo menos um curta.

Duas verdades e uma mentira: qual é a mentira?
> No ano passado eu fiz oito anos de namoro;
> Meu primeiro curta foi um trabalho da faculdade sobre assédio;
> Se eu fosse homem, meu nome provavelmente seria Alexandre.

(Agora adivinhem qual é a mentira, risos.)

Três nomes de filhos:
> Linda;
> Helena;
> Noah.

Três coisas que simplesmente você não consegue fazer:
> Atuar sem me sentir idiota;
> Não me importar;
> Agir naturalmente numa situação desconfortável (q).

Três coisas que você deveria fazer:
> Exercícios físicos;
> Uma dieta;
> Comprar menos roupas.

Três dos seus hobbies favoritos:
> Jogar vídeo game;
> Ir ao cinema;
> Dançar.

Três coisas que você quer fazer antes de morrer:
> Viajar, muito (!);
> Ter um filho;
> Trabalhar com algo que eu ame profundamente.

 

MEMES

UM MEME SOBRE CINEMA

A promessa que eu fiz quando decidi que participaria do BEDA em abril – de um jeito meio torto e descompromissado, mas ainda assim – é que eu não me esforçaria para só escrever textos reflexivos, que exigissem muito de mim, e que não permitiria que essa brincadeira se tornasse uma obrigação. Mas eu sou essa pessoa ridícula que espera muito mais de si mesma do que admite em voz alta, e foi com essa mesma pretensão sem sentido que eu sonhei um sonho lindo e absolutamente impraticável de já chegar no segundo dia de desafio com o pé na porta e um textão™ à tiracolo. Não rolou, fica pra próxima. No lugar disso, decidi responder esse adorável meme sobre cinema que encontrei anotado em um caderno (!) do milênio passado, mas que por algum motivo nunca chegou a ser respondido. Ainda não é o post sobre a faculdade de cinema que vocês tanto me pedem, mas enquanto ele não sai (prometo que esse dia vai chegar), acho que essa é uma boa oportunidade pra trocarmos figurinhas e compartilhar dicas, etc etc. Sigam-me os bons.

1. Qual foi o último filme que você assistiu?
Power Rangers. Tenho assistido pouquíssimos filmes desde o começo do ano, uma consequência real da minha total perda de controle e minha absoluta incapacidade de manter o equilíbrio nessa vida, de modo que nas raras vezes que assisti alguma coisa, foi preciso me tirar de casa e sentar a bunda na cadeira do cinema e esquecer, por duas horinhas, o caos que me esperava em casa. Power Rangers não foi uma escolha aleatória, é claro: eu queria escrever sobre o filme, falar sobre ele de uma maneira crítica e entender o quê, afinal de contas, ele representava em 2017. Mas acabou sendo muito, muito mais. Power Rangers é um filme adorável, que consegue se adaptar ao momento que vivemos sem cair em clichês e reinterpretações vazias, mas ao mesmo tempo celebra a essência de uma história que marcou uma geração inteira de crianças nascidas e criadas nos anos 90. Saí do cinema com a alma lavada, o coração batendo com força e a sensação impagável de ter acabado de receber um abraço bem quentinho que vem de dentro.

2. Um filme que você quer muito ver?
São tantos! No momento, acho que Capitão Fantástico, que foi um filme do qual ouvi muito bem a respeito durante a temporada de premiações deste ano e que, curiosamente, parece ser 100% meu tipo de filme, mas que não consegui dar a devida atenção quando deveria. No mais, preciso urgentemente assistir Elizabethtown, porque sinto que minha formação cinematográfica nunca estará completa sem ele.

3. Um filme para chorar?
A Chegada. Ele não é exatamente um filme de chorar, mas foi um filme que me fez chorar muito e sem esforço, que é minha forma favorita de chorar no cinema. Embora eu chore com bastante facilidade, existe uma diferença ímpar entre filmes que fazem isso só porque sim, porque querem que você chore de qualquer jeito, e aqueles que fazem de forma sutil, quando o choro é uma emoção que vem de dentro, genuinamente. A Chegada foi um dos últimos filmes que fez isso comigo, de uma forma muito honesta e sincera, como poucos são capazes de fazer. Além disso, mesmo que você não chore, o filme em si é uma incrível experiência cinematográfica, então recomendo com força.

4. Um filme pra rir?
Eu sou uma pessoa ridícula e sem graça que raramente assiste filmes pra rir, e que quando assiste, odeia cada minuto. Então serei obrigada a passar essa. Por favor, não desistam de mim.

5. Um suspense?
O Bebê de Rosemary. Eu não sou uma pessoa que investe muito tempo assistindo suspense e terror, preferindo, ironicamente, usar esse tempo para assistir séries do mesmo gênero. Não é que eu não goste desse tipo de filme, muito pelo contrário; a mitologia por trás dessas produções é algo que me encanta profundamente, e sendo eu o tipo de pessoa que passa horas em sites obscuros da internet sobre assombração e coisas mórbidas em geral, não podia me sentir mais contemplada por essas histórias. Por outro lado, eu sou uma pessoa muito medrosa, do tipo que vira e mexe precisa dormir com a luz acesa e que só muito recentemente passou a conseguir pegar no sono sem a televisão ligada, de modo que o terror e o suspense que eu procuro precisam ser coisas justificáveis, bem construídas, não só um festival de clichês que vão me fazer ter uma péssima noite de sono. O Bebê de Rosemary é exatamente isso: um filme de terror e suspense de verdade, bem construído até dizer chega, que pode ou não te deixar com medo, mas que vai te dar a certeza de ter assistido um puta filme. Infelizmente, ele ainda é um puta filme feito por um estuprador, então né. Podem passar sem.

6. Um filme para ver com a família?
A Noviça Rebelde. Minha mãe e meu padrasto são absolutamente apaixonados por cinema antigo – não de um jeito pretensioso, mas como o espectador padrão que assiste e gosta daquilo que vê. Eles não precisam saber quem dirigiu aquilo, não precisam saber qual o papel daqueles filmes na história do cinema, muito menos o que fazem aquele um filme tão bom: eles simplesmente sentem e isso é suficiente. É algo que admiro profundamente e que gosto de ver acontecer. Assim, sempre que escolhemos algo para assistir juntos, normalmente apostamos em títulos da era de ouro de Hollywood. As chances de erro são mínimas, pra não dizer inexistentes. A Noviça Rebelde entra nesse grupo, mas existe ainda o adicional dele ser o meu filme favorito, um favoritismo que é também compartilhado pela minha mãe, além de ser um musical, de modo que a diversão é certeira para todos nós.

7. Um romance?
Like Crazy. É um romance triste e sofrido de dois jovens que se conhecem durante o intercâmbio de um e são separados pelas fronteiras de seus países – ela, impedida de retornar aos Estados Unidos por ter continuado no país mesmo após seu visto ter expirado; ele, que não pode jogar tudo pro alto de repente e correr para construir uma vida do zero na Europa. É um filme muito triste porque, ao longo dele, percebemos que a distância é um problema muito pior do que a gente imagina, e que mesmo que os dois se amem profundamente, o amor que eles sentem, de pouco em pouco, se torna algo idealizado, que não encontra espaço na realidade de cada um. Eles se amam, brigam, desbrigam, e se amam mais um pouco, mas ao final, aquele romance não é possível de acontecer, não da forma como eles gostariam e sonharam ao longo do tempo. É um filme especialmente triste por ser muito real, uma história cheia de silêncios e cenas que provam que a ficção, afinal de contas, é uma grande imitação da realidade.

8. Um filme lindo?
Orgulho e Preconceito. Um filme adorável, com gente adorável, paisagens adoráveis e que conta uma história absolutamente adorável. Não tem como dar errado.

9. Um filme para morrer de medo?
It. Nem lançou ainda é já estou apavorada, salve-se quem puder.

10. Um filme de ação?
Qualquer um de super-herói porque eu sou óbvia desse tanto mesmo, me deixem.

11. Um filme que não vale à pena?
Aliados. A premissa do filme é maravilhosa: casal de espiões se conhecem durante a Segunda Guerra e enquanto fingem ser um casal, acabam se apaixonando de verdade e construindo uma vida após a guerra. Contudo, alguns anos depois, o passado de um deles volta para assombrar a doce e apaixonada vidinha de classe média européia que eles vivem. O filme se constrói em torno de uma única questão: seria a esposa do personagem principal uma espiã inimiga que se fez passar por aliada, ou tudo não passa de um grande mal entendido?; uma questão forte o suficiente para instigar o espectador a passar quase duas horas acompanhando o drama daquelas pessoas. No entanto, toda a história é tão mal construída que, de repente, você simplesmente não se importa – e aí, inevitavelmente, começa a contar os minutos para o filme acabar. Uma chance desperdiçada, infelizmente.

12. Um filme para o feriado?
La La Land. Tenho a impressão de que tudo que poderia ser dito sobre La La Land já foi dito, inclusive neste blog, de modo que não faz o menor sentido continuar batendo nessa tecla. Mas eu sou uma defensora ferrenha dos musicais, dos sonhos e dos filmes que fazem nossos corações baterem com força, e La La Land é exatamente um desses casos. Ele pode não ser o filme mais perfeito do mundo, pode ignorar uma porção de problemas estruturais da nossa sociedade ao celebrar um modelo cinematográfico repleto de figuras brancas e privilegiadas, mas eu ainda acho que, às vezes, nós precisamos deixar a problematização um pouco de lado e simplesmente admirar o que está na tela: os cenários, os números musicais, os atores tão belos que chega a doer; e é exatamente esse tipo de momento que o filme proporciona. Ele não é ciência de foguetes, não é uma produção demais, mas ainda é o filme perfeito pra quando o que a gente mais precisa é um coração quentinho e pessoas lindas sendo lindas só porque sim.

13. Uma animação?
A Pequena Sereia. Sendo bem sincera, essa não é nem a minha animação favorita, mas ultimamente eu tenho pensado um bocado sobre o filme e, principalmente, sobre a Ariel, e como ela é uma personagem mal interpretada pelas pessoas de modo geral. Ainda quero falar mais sobre essas reflexões que tenho feito sobre ela, quem sabe escrever um texto sobre em algum momento, mas tudo isso tem me feito voltar minha atenção para a animação e relembrar essa história que é, sim, muito maravilhosa (embora continue não sendo uma favorita). É também um excelente momento pra gente se perguntar QUE PALHA ASSADA É ESSE QUE MUDARAM A LETRA DE PRATICAMENTE TODAS AS MÚSICAS DA VERSÃO ORIGINAL, EM PORTUGUÊS. Baby Sharon (aka euzinha) está revoltadíssima, com toda a razão do mundo.

14. Um filme que todo mundo tem que ver?
Os clássicos do cinema, de um modo geral, não só do cinema norte-americano, mas de outros países também. Odeio falar sobre isso porque me sinto extremamente pedante, uh lá vem a estudante de cinema falar sobre clássicos, mas eu acho que todos esses filmes realmente têm um bocado a nos dizer e ensinar, não só sobre cinema, mas sobre a vida, sobre uma época, sobre pessoas. E é lindo ver isso acontecer. Então assistam filmes antigos e, principalmente, não tenham medo de filmes antigos. Eles são incríveis, de verdade.

15. Um filme que você assistiu três vezes ou mais?
O Demônio das Onze Horas, que é um filme que eu já amava antes mesmo de assistir. Não é meu favorito do Godard, mas por algum motivo foi o que assisti mais vezes, e o que continuo assistindo sempre que possível. É uma história que já conheço de cor e salteado, mas que nunca deixa de me emocionar em algum nível, que sempre me encanta em outros níveis, e que conversa muito de perto comigo. Espero que esse sentimento nunca vá embora.

MEMES

LIKE A JEDI

Hoje é um daqueles dias que eu gostaria de escrever uma porção de coisas, mas não consigo escrever nada – o que é absolutamente normal, acho. Tenho passado muito tempo em casa, e embora isso pareça a definição de alegria pra muita gente – e pra mim também, em algum nível -, é uma verdade universalmente reconhecida que tudo demais sobra, de modo que passar tanto tempo em casa tem justamente o efeito oposto: eu me sinto drenada, como se um dementador estivesse sugando minhas energias, e totalmente incapaz de fazer muito pra mudar de situação. Por sorte, minhas aulas começam já na semana que vem, o que mais ou menos significa que essa sensação deve passar logo. Assim espero.

Enquanto isso, pra matar um pouquinho a vontade de escrever alguma coisa, qualquer coisa, resolvi responder esse meme que meu amorzinho Michas sugeriu que eu respondesse algum tempo atrás, ainda na época do blogmas. Acabou que eu deixei pra um momento mais oportuno de pouca criatividade e muita vontade de escrever – e agora eu agradeço por ter feito isso, risos. O meme, no caso, é uma união bem maravilhosa entre Star Wars e literatura, e basicamente consiste escolher livros de acordo com alguns personagens da saga. Não costumo indicar ninguém pra essas coisas, como vocês já estão carecas de saber, mas sintam-se livres para responder se quiserem.

1. Chewbacca: alguém que sempre vai estar lá para você!
Harry Potter e todos os seus personagens incríveis. Acho que é até meio ridículo dar uma resposta óbvia dessas, mas quando penso em uma história que me acompanhou vários momentos diferentes da minha vida, quando penso em personagens que estiveram ao meu lado em tantas fases diferentes, só consigo pensar em Harry, Rony e Hermione. Muitas lições que aprendi com eles são coisas que eu levei pra vida, e que me ajudaram a enxergar o mundo de uma forma completamente diferente – e, não por acaso, muito mais bonita.

2. C3PO: personagem/autor perdido, desesperado.
Nancy Jo Sales, em Bling Ring. Na verdade, nunca li outro trabalho da autora e nem sei se ela tem algum outro livro publicado. Contudo, Bling Ring é aquele tipo de livro que você lê uma vez e não esquece justamente por ser um pavor, um pavor completo; chato até dizer chega e que tenta ser muito crítico, mas que só se torna incrivelmente vazio. É verdade que a história que ele aborda, por si só, é bastante cabeluda e longe de mim querer defender esses jovens privilegiados que achavam maneiro roubar a casa de celebridades. Mas eu também acho que a Nancy tenta demais provar um ponto – no caso, o quanto essas pessoas são horríveis e o quanto a cultura das celebridades é péssima para os jovens norte-americanos – e isso começa a se tornar repetitivo depois de um tempo. Todo mundo já entendeu as consequências disso, todo mundo sabe que é um problema, mas não é uma abordagem rasa e cheia de pré conceitos que vai resolver a questão.

3. R2D2: livro na língua mais estranha que você já leu.
Nenhum? Desculpa a decepção, risos.

4. Luke Skywalker: um livro que foi importante na sua “formação” (para se tornar um Jedi, claro!).
Estação Onze. Foi um livro que li não faz muito tempo, na realidade, mas que realmente me ensinou um bocado e que eu gostaria que tivesse caído no meu colo antes porque provavelmente teria me poupado de muitas crises de ansiedade desencadeadas por questões com a vida, a morte, o universo e tudo mais. Embora eu ainda tenha todas essas questões, Estação Onze me ensinou aquilo que realmente importa, que nossa vida na verdade é um sopro, e que o que sobra não são as coisas que nós possuímos, mas as pessoas que passaram pelo nosso caminho – as que ficaram e as que não ficaram também. Foi um livro que falou muito de perto comigo e de uma maneira muito carinhosa de assuntos espinhosos como a solidão, a mágoa, o futuro, a morte; e eu gosto dessa delicadeza e valorizo cada parte dele. Não é por acaso que ele se tornou meu livro favorito da vida inteira.

5. Han Solo: bonitinho, mas ordinário…
As Vantagens de Ser Invisível. Até me sinto meio culpada quando falo mal desse livro, mas a história de Charlie realmente não me tocou em momento algum, e por mais fofa e cheia de frases efeitos que ela seja, é incrível como ela nunca é capaz de chegar lá. O filme, por outro lado, me deu uma dimensão muito melhor da situação dos personagens, suas complexidades, seus fantasmas e desafios que enfrentavam todos os dias, algo que o livro falhou miseravelmente em fazer.

6. Princesa Léia: a força é forte nela.
Americanah. Não é exagero dizer que esse foi um dos livros mais incríveis que li, além do mais importante – o que não é exatamente uma surpresa considerando que a autora é uma pessoas mais incríveis que já tive o prazer de esbarrar com o trabalho. De uma forma delicada, mas nem por isso menos forte, Chimamanda nos mostra um lado que, fechados nas nossas bolhinhas de privilégio, muitas vezes perdemos a chance de ver; e é incrível como ler a história de Ifemelu é algo que realmente muda nossa forma de enxergar o mundo. Então, se eu pudesse dizer alguma coisa, seria: leiam Americanah, leiam Americanah, leiam Americanah.

7. Yoda: De sabedoria o livro é.
A Arte de Pedir. Porque Amanda Palmer é uma mulher foda e um livro escrito por ela não podia ser nada além de muito foda. Ainda preciso internalizar muitas das coisas que ela me ensinou, aprender a me permitir ser verdadeiramente vulnerável, e não ser tão dura comigo mesma. Mas acredito que tudo isso é um processo e que, um pé depois do outro e no seu próprio tempo, cada um consegue chegar lá.

8. Darth Vader: seu melhor vilão!
Voldemort, sempre!

9. Millennium Falcon: parece que não… mas vai!
Tigres em Dia Vermelho. Eu ainda tenho algumas questões com ele porque acredito que ele se perde um pouco do meio pro final, você acha que está lendo um livro sobre uma coisa e de repente é outra, e isso nem sempre é bom. Contudo, ainda é um livro incrível sobre pessoas, cotidiano, dramas familiares e coisas desse tipo – e pelas quais eu ando meio obcecada ultimamente, risos.

MEMES

OVERSHARE NOSSO DE CADA DIA

Existe esse meme chamado “too much information” que foi moda algum tempo atrás e, como invariavelmente acontece na internet, sumiu depois de ser respondido por aproximadamente todas as pessoas do mundo – menos eu, é claro. Como assunto e tempo são duas coisas que andam faltando por aqui nesse último mês – e, sem querer ser pessimista, mas já sendo, a tendência daqui pra frente é só piorar – resolvi responder agora, com todo o atraso do mundo, e compartilhar informações aleatórias sobre a minha pessoa que não interessa ninguém, risos.

1. O que você esta vestindo?
Pijama, também conhecido como meu uniforme de trabalho, risos.

2. Já se apaixonou?
Já, algumas vezes.

3. Já teve uma terrível separação?
Infelizmente, sim. Mas não é algo que eu gosto de falar a respeito.

4. Qual sua altura?
1,73.

5. Quanto você pesa?
Varia um pouco, mas algo em torno de 60-63kg.

6. Tem tatuagens?
Não.

7. Tem piercings?
Não. Já tive alargador, tho.

8. OTP?
Vários, infinitos. Os sentimentos, queridos leitores, continuam sendo os únicos fatos.

9. Programa favorito?
Depende. Pro que fazer, ir ao cinema ou sair pra jantar. De televisão, não tenho nenhum. Quer dizer, se série contar, então é Supernatural, mas é isso aí.

10. Bandas preferidas?
Scorpions, Bon Jovi, Queen, One Direction (risos), Guns ‘n Roses.

11. Algo que sente falta?
Algo não, mas alguém: meu avô e minha última melhor amiga.

12. Música favorita?
Vienna, do Billy Joel.

13. Quantos anos você tem?
23.

14. Signo?
Peixes.

15. Qualidade que você procura em um parceiro?
Não procuro mais, já encontrei.

16. Frase favorita?
Varia muito, mas a que vem primeiro na minha cabeça agora é have courage and be kind.

17. Ator favorito?
Também muda muito, mas ultimamente ando apaixonada pelo trabalho do Ben Daniels.

18. Cor favorita?
São questões. Lilás, acho.

19. Música alta ou suave?
Depende – da música, do momento, do meu humor. No geral, gosto de música alta, mas não muito.

20. Onde você vai quando está triste?
Pra debaixo das cobertas, risos.

21. Quanto tempo você leva para tomar banho?
Pelo menos 20 minutos.

22. Quanto tempo você leva para ficar pronto de manhã?
1h senão mais.

23. Você já esteve em uma briga física?
Algumas vezes, quando era mais nova. Depois de adulta, de jeito nenhum.

24. O que você gosta em uma pessoa?
Tantas coisas! Pessoas são complexas, horríveis, erram um bocado e vivem metendo os pés pelas mãos, mas fico muito feliz quando vejo que estou cercada de pessoas incríveis, que me dão amor e carinho, que cuidam de mim, assim como mundo está repleto de pessoas que estão ajudando umas às outras, que não pensam só no próprio umbigo e que estão dispostas a abrir mão dos próprios privilégios para lutar por alguma causa. Também gosto especialmente das pessoas que conseguem me fazer rir, mesmo nas situações mais infelizes, e daquelas que conseguem perdoar.

25. O que você não gosta em uma pessoa?
O de sempre: falsidade, egoísmo, egocentrismo, coisas assim.

26. A razão pela qual começou o blog?
Falar sobre a vida, o universo e tudo mais, e registrar minhas memórias de alguma forma.

27. Medos?
De morrer, principalmente, mas também de aranhas, exame de sangue, perder pessoas que amo.

28. A última coisa que te fez chorar?
Um sonho pavoroso que eu tive essa semana e reacendeu uma porção de sentimentos que eu jurei que estavam enterrados há algum tempo.

29. A última vez que você disse que amava alguém?
Ontem.

30. Significado por trás do nome do seu blog?
O “queens” eu sempre gostei, que me acompanha desde o meu antigo blog e que eu não pretendo abandonar por tão cedo. Além disso, acho que todas merecemos ser as rainhas dos nossos impérios, ao mesmo tempo que podemos ser (ou não) as rainhas de alguém. Já o “starships” veio de um jeito completamente aleatório, enquanto eu assistia Star Wars. É por isso que o nome do blog não faz nenhum sentido, risos.

31. Último livro que você leu?
Memórias da Princesa – Os diários de Carrie Fisher, maravilhoso, recomendo bem.

32. O livro que você está lendo atualmente?
Bling Ring, essa desgraça que não acaba nunca. Não aguento mais.

33. Último show que você assistiu?
Guns ‘n Roses, em novembro.

34. Última pessoa que você falou?
Minha mãe? João Guilherme? São questões.

35. A relação entre você e a última pessoa que você mandou uma mensagem?
Amizade. <3

36. Comida favorita?
Japonesa, yakissoba, pizza, pizza, pizza. Não necessariamente nessa ordem.

37. Lugar que você quer visitar?
No momento, ando completamente obcecada por Londres.

38. Último lugar que você esteve?
A sala ou a cozinha de casa, sei lá.

39. Você tem uma paquera?
Eu tenho um namorado, me respeite.

40. A última vez que você beijou alguém?
Essa semana, mas não lembro exatamente o dia.

41. A última vez que foi insultada?
Na semana passada, acho, quando recebi um comentário num texto que escrevi para o Valkirias algum tempo atrás. Eu costumo lidar muito bem com as críticas que recebo, mas esse me incomodou especial não por ser um insulto, insulto mesmo, mas por ser uma crítica completamente vazia, falar mal por falar mal, sabe assim? Isso é algo que me incomoda bastante.

42. Sabor favorito de doce?
Chocolate.

43. Quais os instrumentos que você toca?
Tocava, né? Violão, guitarra e teclado. Queria muito aprender bateria, tho (como vocês já vem estar carecas de saber hehe).

44. Peça favorita de joias?
Todas as que tenho e divido com minha mãe. Não consigo escolher.

45. Pratica algum esporte?
Não, mas deveria.

46. Última música que você cantou?
É uma boa questão.

47. Frase mais engraçada que já ouviu alguém falar para dar em cima de outra pessoa?
Sei lá, gente, tem milênios que não vejo gente dando em cima de alguém.

48. Alguma vez você já usou?
Quem sabe?

49. A última vez que você saiu com alguém?
Semana passada, quando fui jantar com meu homi.

50. Quem deve responder estas perguntas?
Quem quiser! Sintam-se livres para responder, risos.