CINEMA E TV

OS ÚLTIMOS FILMINHOS DE 2014 E OS PRIMEIROS DE 2015

Até começar a escrever esse post de fato, eu jurava que meu pequeno recesso de fim de ano não tivesse rendido tantos filmes inéditos assim pro meu currículo cinematográfico. É claro que eu podia ter assistido mais coisa, sempre posso. Mas depois de um ano nada produtivo, tô achando ótima essa folia. Ainda preciso agilizar e assistir logo os principais filmes que estão concorrendo ao Oscar (já desisti de assistir todos), mas por hoje é isso aí. Então sentem a bunda num lugar bem confortável e se preparem, porque o post tá gigantesco – mas juro que tá legal (ou não).

562226Tartarugas Ninjas (Jonathan Liebesman, 2014): Assisti meio sem vontade, só porque o Gui queria demais, mas até que acabei curtindo. É um filme bem ok  e já prevejo que num futuro não tão próximo ele ganhe a Sessão da Tarde e divirta nossos filhos. Achei a Megan Fox um tanto forçada no papel da moça April (uma jornalista muito tosca, na minha humilde opinião), mas a criança que ela foi um dia salva e faz a gente dar um desconto pras doses cavalares de burrice. Por outro lado, os outros personagens são absolutamente encantadores e a relação do Rato com as Tartarugas conseguiu arrancar lágrimas super espontâneas da minha pessoa. Os vilões também são dignos de ódio, mas são bem mais do mesmo e zero complexos, de forma que a gente só odeia mesmo porque não tem nada melhor pra fazer com pessoas que são horríveis sem propósito nenhum. É aquele entretenimento típico, que não serve pra nada além disso mesmo, mas que consegue cumprir seu papel direitinho, então tá tudo certo. É um filme bem curtinho, cheio de cenas de ação nada confusas, e ainda conta com o trabalho do brasileiro Lula Carvalho, que foi diretor de fotografia. Nada espetacular, mas é sempre bom prestigiar.

agua para elefantes (1)

Água Para Elefantes (Francis Lawrence, 2005): Eu queria ter entrado no clima desse filme logo no início, mas naquela preguiça típica de férias e com minha mãe e meu padrasto do lado, ficou quase impossível me entregar de cara. De qualquer forma, é impossível ficar imune muito tempo com tanta merda sendo jogada na sua cara, de forma que se você não se entrega logo, acaba se rendendo na cena seguinte. É uma história destruidora, que faz questão de arregaçar seu coração sem nenhuma piedade. Ver animais sendo mal tratados é uma coisa que por si só já me deixa arrasada, mas a realidade do universo circense é toda tão cruel que é difícil ficar imune. É muito sofrimento, muito abuso, medo e muita muita sujeira que se esconde atrás do glamour do picadeiro e me deixou em frangalhos ver tudo isso. É um filme extremamente triste, mas muito muito bonito também. Algumas cenas são lindas de uma forma tão terrível que chega a doer, mas outras retratam tão bem o momento do picadeiro que você quase esquece o que rola nos bastidores. É muito glamour, sorrisos mil e um figurino de babar. Gostei de ver Francis Lawrence em outro filme, porque até então só conhecia o trabalho do cara em Jogos Vorazes, e achei o resultado sensacional. Quero muito ler o livro agora, mas prefiro dar um tempo pra respirar porque não sei se meu coração aguentaria tanta porrada de uma vez só.

Minha-Mae-e-Uma-Peca-O-Filme_posterMinha Mãe é uma Peça: O Filme (André Pellenz, 2013): Eu ando meio devagar com o cinema nacional. Não é nem que eu não curta, mas as últimas experiências que tive não foram lá das melhores, de forma que preferi dar um tempo e esperar algo realmente interessante aparecer. Assisti esse filme como quem não quer nada, só porque não tinha nada melhor passando na televisão e minha mãe não parava de dar boas gargalhadas, mas acabei curtindo bastante. Pra quem não sabe, o filme basicamente acompanha a vida dessa pessoa peculiar que é Dona Hermínia, uma mulher de meia idade, aposentada, que foi trocada pelo marido por uma mulher mais nova e tem filhos que já são donos do próprio nariz na medida do possível. Não entendi muito bem como, mas em um determinado momento Dona Hermínia fica puta da vida e foge pra casa de uma tia, com quem ela desabafa o filme inteiro sobre vizinhos fofoqueiros, filhos reclamões e esse tipo de coisa. É um filme divertidíssimo porque Dona Hermínia é uma pessoa terrível e maravilhosa ao mesmo tempo, mas é tudo muito caricato de forma que achei difícil encontrar essa tal identificação que todo mundo fala.

21024585_20130805162716158.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxxContos de Nova York (Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Woody Allen, 1989): Três histórias independentes que tem entre si apenas o cenário em comum: a cidade de Nova York. O primeiro conto, dirigido por Scorsese, tem uma trilha sonora deliciosa e uma história simples de um romance furado que me deu nos nervos. Morri de raiva da Paulette e se o Lionel não tiver uns parafusos a menos, não sei qual o problema dele. A Vida Sem Zoe, dirigido pelo Coppola, consegue ser bem divertidinho. No início peguei um bode gritante da personagem principal (achei super chatinha e um tanto arrogante pro meu gosto), mas depois comecei a adorar ver aquela menina de 12 anos dando lições de estilo para a própria mãe e usando palavras como démodé de uma forma tão séria que não podia soar mais engraçada. Por fim, temos Woody Allen dirigindo e atuando na pele de um advogado que não consegue se livrar da própria mãe, uma senhorinha terrível que o faz passar muita vergonha. De todos foi o que menos gostei, porque não sou muito fã do trabalho do cara, mas sem dúvida essa foi a história mais original. De todos, meu preferido foi o primeiro, mas isso bem na medida do possível, porque nenhuma das histórias é de fato cativante. O filme não é de todo ruim, não chega a ser uma morte horrível nem nada assim. Mas se a gente considerar outros trabalhos dos diretores em questão, fica difícil engolir uma história mais mais ou menos que a outra.

easy-a-movie-poster12Easy A (Will Gluck, 2010): Me recuso a chamar esse filme de outro nome senão o original porque acho a tradução deveras pesada pra um filme tão leve. Nunca tinha dado tanta bola assim pra ele até descobrir a Emma Stone, essa moça maravilhosa que já desisti de superar, e foi ótimo porque acabei amando demais. Ele tem tudo pra ser só mais um filme com temática adolescente, high school e líderes de torcida, mas consegue ser original numa temática já manjada (apesar de sempre deliciosa). Primeiro porque, na medida do possível, ele desconstrói um pouco os estereótipos da menina deslocada (que é sempre esquisita, feia e nerd) e da antagonista loira, bonita e ultra popular, que normalmente é líder de torcida e namora o cara mais gato do colégio. Olive pode até ser deslocada e super inteligente, mas tá bem longe de ser feia e definitivamente não se enquadra no perfil de esquisita. Assim como a loirinha popular da vez não é líder de torcida, namora um cara super errado que eu não queria nem de graça, e quer casar virgem. O filme faz uma discussão sobre machismo, julgamento, valores e pressão social que acho muito pertinente, de uma forma bem descontraída que é deliciosa de acompanhar. Ele também faz ótimas referências e eu particularmente adoro quando a personagem de Emma fala que queria que a vida fosse como um filme dos anos 80, mas que John Hughes não dirige a vida dela. Por mais que seja meio abstrato pra gente esse universo do ensino médio americano, a identificação com Olive acontece de uma forma muito natural, não pelas ciladas em que ela se mete (pelo menos não no meu caso), mas por coisas mais simples, como quando ela inventa que vai ter um fim de semana agitadíssimo, quando na verdade só vai ficar em casa de pijama, dançando Pocketful of Sunshine. O final é um pouco fácil demais pro meu gosto, mas ainda assim consegue ser interessante e fofo na medida certa, então tudo bem.

2fff86e69140ab4a005d41cc6ffa14e6_jpg_290x478_upscale_q90Matriz Reloaded (Andy e Lana Wachowski, 2003): Experiência ótima, porém bem menos impactante que a primeira. Acho esse filme fundamental na trilogia porque ele nos dá algumas respostas sobre a Matrix, ao mesmo tempo que dá espaço pra que a gente tire nossas próprias conclusões. Ele não entrega respostas mastigadas e acho isso sensacional. Se tem uma coisa que aprendi nas minhas aulas de roteiro na faculdade é que não se pode subestimar a inteligência do expectador, e acho ótimo quando assisto produções que não se preocupam em explicar demais os próprios argumentos. O que me incomodou, no entanto, foi que ao contrário do primeiro filme, Matrix Reloaded investe demais nas cenas de ação. Não é como se eu não fosse fã de uma boa dose de tiro, porrada e bomba, mas não deixa de ser cansativo ver Neo lutando pelo que mais parece uma eternidade com mil inimigos diferentes, quando tudo o que a gente quer é um pouco mais dessa filosofia de descaralhar a cabeça. É firula demais pra pouca coisa, porque no final o que parece é só que incluíram aquelas cenas ali pra mostrar que “nós somos fodas, olha só que cena nós fizemos”. Zzzzzzzzzzzzz. A única exceção, talvez, seja a cena da luta de Neo com os trocentos Smith que brotam do nada, que é absolutamente sensacional. Smith, aliás, é um personagem que adoro porque é digno de ódio ao mesmo tempo que consegue ser, de certa forma, complexo. Acho a questão do programa que se transforma em vírus e sai de controle uma sacada genial, que só eleva o personagem já maravilhoso pra um outro nível de awesomeness.

2481180450f6b1ff63bf7c6bbf1b7f85_jpg_290x478_upscale_q90Matriz Revolutions (Andy e Lana Wachowski, 2003): Não fosse a bad vibe que fiquei quando assisti o primeiro, esse teria sido a maior pira de toda a trilogia. Ele me deixou terrivelmente confusa em alguns momentos, de forma que se eu dissesse que entendi tudo assim que os créditos subiram, estaria mentindo descaradamente. Algumas coisas eu só fui entender depois de uma longa reflexão, mas cheguei a conclusão que esse era o melhor final que a história poderia ter. Talvez tenha sido previsível, como muita gente falou, mas como eu não sou muito boa em identificar finais previsíveis (risos) achei tudo muito perturbador e bem feito. Ao contrário do segundo, acho que aqui eles souberam dosar os efeitos visuais e as cenas de ação (que ficaram infinitamente mais legais de assistir) com a carga filosófica que começou tudo isso. Outra coisa que achei sensacional foi ver que as mulheres do filme não são subestimadas e fazem mais diferença para o desenrolar da trama do que os homens. Não fosse por Trinity, Niobe, Perséfone, Oráculo e tantas outras que não lembro o nome agora, Neo não teria chegado onde chegou e Zion certamente não teria o fim que teve. Nada disso foi exclusividade do terceiro filme, mas como eu só fui prestar atenção aqui, achei bacana comentar.

o-hobbit-a-batalha-dos-cinco-exercitos_t62511_6_jpg_290x478_upscale_q90O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (Peter Jackson, 2014): Errrrrrrr, então. Ainda não sei se tenho uma opinião muito formada porque ao mesmo tempo que amei, também odiei e fiquei caçando um monte de defeito o filme inteiro. Ainda assim acho que, como um todo, a trilogia é ótima. Ela consegue ser bem fiel ao livro (na medida do possível), mas não se priva completamente das mudanças de roteiro que acabam vindo a calhar e deixam a história bem mais ágil que no livro, por exemplo. O problema é que ao mesmo tempo que algumas coisas dão certo, outras dão super errado. Fiquei chateadíssima por terem dado cabo de Smaug tão rápido, consegui me importar verdadeiramente com pouquíssimos personagens e, apesar de entender o link, a missão de Gandalf me pareceu extremamente deslocada no meio daquilo tudo. Alguns efeitos também são super desnecessários e tiram total a legitimidade das cenas. O cara pode morrer a qualquer momento, mas é tudo tão zoado que ninguém se importa de verdade. Ri alto na cena do Legolas lutando com um orc na ponte, e se isso não for um péssimo sinal, não sei o que é. De todos os três, esse foi o filme que menos gostei, mas pra quem já leu o livro e curtiu a história ou mesmo pra quem curte o gênero por si só, vale a pena sentar na poltrona por pouco mais de duas horas e acompanhar o desfecho dessa jornada. Apesar dos pesares, já tô com sdds de Bilbo e cia.

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Os Pinguins de Madagascar (Simon J. Smith, Eric Darnell, 2015): Por fim, o filme mais divertido desse balaio todo. Acho dificílimo falar sobre animações porque não tenho maturidade suficiente pra analisar personagens fofinhos de uma forma ~racional~. Tinha milênios que eu não assistia um filme desses no cinema e foi uma das experiência mais deliciosas que tive nos últimos tempos, e só não foi melhor porque não tinha um saco de pipoca e um litro de coca-cola pra acompanhar. Por favor, preciso de um repeteco. Não tenho muito mais o que falar a respeito porque, como já disse, não consigo avaliar, mas o filme é uma gracinha, divertidíssimo, me deixou com a barriga doendo de tanto rir e me fez chorar igual uma retardada em alguns momentos. Então a única coisa que posso dizer é: façam esse favor por vocês mesmo. Assistam Capitão, Kowalski, Rico e Recruta sendo lindos, extremamente engraçados, explodindo tudo, fazendo uma bagunça danada, salvando o mundo e se divertindo pacas com tudo isso. A gente se diverte horrores também.

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9 Comments

  • Reply Mila 25 de janeiro de 2015 at 6:12 PM

    Minha Mãe é Uma Peça eu vi meio mais ou menos, em várias ocasiões diferentes, nunca do começo ao fim. Achei engraçadinho, mas meio forçado, teatral demais.

    Easy A (tô tentando lembrar o nome em português e não consigo) eu vi por acaso na Netflix e adorei!

    Os outros da sua lista, não vi nenhum. Tô precisando me atualizar urgente!

  • Reply Paloma 26 de janeiro de 2015 at 12:01 PM

    Oi, Xará! Nossa, você aí achando que viu pouco filme, vou nem comentar quantos eu vi (e nem poderia, considerando que eu não faço ideia, mas com certeza não chega nem perto).

    As Tartarugas Ninjas não tenho vontade de ver, mas fiquei com vontade de conferir Contos de Nova York mesmo que não seja tão bom porque Nova York, né. Apenas minha cidade favorita no mundo (junto com o Rio).

    Easy A só fui ver ano passado, mas é muito divertido. E a Trilogia Matrix eu realmente preciso rever, só vi uma vez, mas gosto muito.

    E também não vi ainda o último filme do Hobbit. Acho um furo eu ter lido o livro, assistido os dois primeiros, e não ver esse, né? É tipo trabalho não finalizado.

    Beijos <3

  • Reply Eu, Garota Anônima 26 de janeiro de 2015 at 8:17 PM

    Adoro Minha Mãe é uma Peça, morro de rir toda vez que assisto!
    Nunca consegui assistir ao ultimo Matrix T.T
    Eu chorei com a morte do Kili :( E gostei do filme. Gostei muito. Não li o livro, o que pode ter colaborado pra isso, mas enfim…
    Quero ver o filme dos Pinguins. Até comecei a ver, só que ai a internet estava tão lenta que não tinha condições. Deixa pra próxima.

  • Reply Eu, Garota Anônima 27 de janeiro de 2015 at 8:31 PM

    Oi! Passei aqui de novo pra te avisar que te marquei em uma tag. Vou deixar aqui o link, ó: http://eu-garotaanonima.blogspot.com.br/2015/01/tag-liebster-award.html

  • Reply Lilica 27 de janeiro de 2015 at 11:01 PM

    Água para elefantes eu achei bem bom. Como vc falou, é muito triste pelo sofrimento dos animais, mas é um filme bonito e gostei de R. Pattinson em ação. Aliás vc já viu Lembranças também com ele? Se não viu, veja pois é muito bom.

    Amo Paulo Gustavo mas não vi esse filme ainda.

    Sobre Matrix: vi todos, inclusive fiquei horas na fila do cinema na estréia para ver um dos filmes e te confesso uma coisa: não entedi PATAVINAS! Só entendo de Keanu Reeves e acho que está de bom tamanho! :-)

    Beijocas

  • Reply Danni 28 de janeiro de 2015 at 4:21 PM

    Oi, Ana!

    Amo postagens sobre cinema porque sempre estou procurando um filme para assistir hahahaha Também estou tentando assistir os principais indicados ao Oscar \o/ Já vi que provavelmente não vai dar, mas já estou na torcida por “Boyhood”!

    Da sua lista, eu estou animada para assistir “Tartarugas Ninjas”. Nunca achei a Megan Fox uma boa atriz então essa atuação dela nem vai me decepcionar já que não espero nada dela hahahaha

    Lembro que assisti “Água para elefantes” logo quando estreou. Eu tinha lido o livro e achado fantastico e confesso que essa foi a única vez em que achei livro e filmes SENSACIONAIS!

    Eu também me recuso a chamar “Easy A” pelo titulo brasileiro hahahhaha E Emma é mesmo rainha do universo, né? Lembro que li uma entrevista dela em algum lugar dizendo que ela não gosta de assistir esse filme porque ela aparece demais nele. Isso só me fez amá-la aindamais <3

    No que diz respeito a animações, acho que nunca vou deixar de ser criança. É o único tipo de filme que prefiro assistir dublado. Amo Capitão, Kowalski, Rico e Recruta <3<3

    Abraços <3

  • Reply Anna 28 de janeiro de 2015 at 5:07 PM

    Xará, você me deixou com TANTA saudade do Contos de Nova York! Adoro muito esses três curtas, mas o do Woody Allen é definitivamente meu favorito. Não consigo não me identificar com o senso de humor dele, que é muito parecido com o meu, e só de lembrar da mãe fantasma eu já quero cair na risada novamente.

    E outra coisa que você me deixou com saudade, uma saudade que eu jamais imaginei que poderia sentir, foi de assistir Matrix! Quando eu tinha uns 12, 13 anos, fiquei super viciada nos filmes, assisti várias vezes, lia teorias na internet, uma novela. No primeiro ano do ensino médio eu tive um professor de Filosofia que era obcecado pelos filmes e sempre dava um jeito de inseri-los nas aulas, e foi aí que peguei bode. Sabe quando você reassiste uma coisa que adorava quando era mais nova e descobre que não é tão legal? Mas não consigo confiar nesse julgamento porque com 15 anos eu estava naquela fase detestável de auto-afirmação adolescente e fazia questão de odiar tudo, então acho que já está na hora de passear na Matrix de novo e ver qual é, já que não lembro de NA-DA da história.

    beijos! <3

  • Reply Fernanda 30 de janeiro de 2015 at 1:34 PM

    Adoro post de filme! Já me identifiquei no começo quando você disse que vai tentar assistir aos principais indicados ao Oscar, mas que já desistiu de tentar ver tudo (consegui uns dois anos seguidos, daí 2014 foi péssimo nesse sentido).

    Desses aqui, já vi alguns: Easy A (adoro! Eu sou meio chata pra comédias, mas me diverti muito, e gosto bastante da discussão que ele traz), Água para elefantes (que vi faz tempo, quando estreou, então já esqueci quase tudo) e a primeira história de Contos de Nova York (que eu gostei bastante. E tinha que ver as outras duas – pena que você não gostou tanto).
    Matrix é uma trilogia que eu tento, mas não consigo entender como consegue fazer surgir tanto amor nos corações de vocês. Eu só assisti ao primeiro filme, e tive que escrever um ensaio horroroso sobre ele conectando com as ~filosofias~, e eu, sinceramente, me sinto traumatizada pela experiência.
    Perdi de ver o último Hobbit no cinema, mas eu sofri pra conseguir ver todo o segundo – talvez tenha dormido uns minutinhos. Eu acho legal, sério, e até que gosto de O Senhor dos Anéis, mas tem necessidade de ser tão longo? hahaha (e ouvi várias pessoas dizendo que riram nessa cena aí do Legolas, então só imagino).

    Beijo!

  • Reply Clarissa Carino 7 de fevereiro de 2015 at 6:42 PM

    Como Água para Elefantes é lindo, Minha Mãe é uma Peça é muito engraçado, Os Pinguins de Madagascar é fofinho e As Tartarugas Ninjas achei meio ruim! rs

    Beijo!

    Clá

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