THE ROAD SO FAR

O QUE ACONTECEU ENQUANTO EU FINGIA QUE NÃO TINHA BLOG

Ou: um pequeno resumo de janeiro. 

Antes do ano começar, disse pra mim mesma que não faria metas nem resoluções mirabolantes, mas prometi que pelo menos tentaria não ficar com a bunda no sofá esperando as coisas acontecerem. Não sei se vocês acreditam nesse tipo de coisa (o poder das palavras! o pensamento positivo!, etc etc), mas desde que 2016 começou, tenho a impressão de que muita coisa tem de fato acontecido.

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A primeira delas (e talvez umas das mais importantes) é que eu finalmente comecei a ter uma rotina séria de exercícios. Depois de anos prometendo um estilo de vida mais saudável, mas fazendo muito pouco para colocar alguma coisa em prática, percebi que a única prejudicada nessa história toda era eu e que ninguém além de mim podia mudar isso. Então eu comecei. Odiando tudo, querendo morrer o tempo todo, mas continuando mesmo assim.

Acho que a maior diferença agora é que, pela primeira vez, não fiz isso por todos os motivos errados, mas porque senti que meu corpo realmente precisava de mais atenção e cuidado. Tive crises bizarras de insônia e ansiedade em 2015 e percebi uma melhora radical nas duas coisas desde que comecei a correr todo dia de manhã. Desde então, tenho tentado o melhor que posso e tem sido sucesso. Também comecei a prestar mais atenção na minha alimentação e cortar aquilo que me fazia mal (refrigerantes, embutidos de um modo geral, comida congelada, etc). Também passei a evitar outros hábitos ruins, tipo comer fora com muita frequência, usar muito sal no preparo das refeições ou evitar carne vermelha sempre que possível. Tenho esse sonho cor-de-rosa de virar vegetariana algum dia e espero que esse seja um passo rumo ao meu maravilhoso futuro de sereia.

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Como tem chovido muito em Brasília, quase todo dia (o que é ótimo, não estou reclamando), quando não estou correndo, normalmente estou em casa curtindo o tempo livre, minha família, meu namorado, minhas amigas e meus bichinhos, não necessariamente nessa ordem. No entanto, sendo eu essa pessoa que não suporta ficar parada por muito tempo, possivelmente já teria enlouquecido, não fossem as constantes invenções de moda. Sempre admirei essas pessoas cheias de projetos na internet e foi por isso que em 2016 decidi que também serei uma pessoa cheia de projetos na internet – ou quase isso.  Eu sonho alto, sonho grande e tenho muito medo de tropeçar nas minhas próprias expectativas, mas a gente precisa começar de algum lugar e foi mais ou menos pensando nisso que resolvi criar uma newsletter (que só foi virar algo de verdade depois que minhas amigas decidiram entrar na folia também, pois lógico). Não sei se dá pra chamar isso de projeto (parece um pouco demais?), tanto que nem consegui fazer um post inteiro sobre o assunto, mas tenho curtido bastante toda a folia e proposta, e já é uma coisa a mais para investir meu tempo, então estamos aí. Pra quem quiser receber meus e-mails e bater um papo sobre a vida, o universo e coisas aleatórias em geral, é só clicar aqui.

(Caso você não faça a menor ideia do que estou falando ou do que é uma newsletter em 2016, sugiro que leia esse post imediatamente)

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Uma coisa que esqueci de contar aqui foi que no último dia do ano passado fui gentilmente convidada pela minha prima e o marido para ser madrinha de João Guilherme. A informação foi jogada no meu colo num momento extremamente aleatório, com uma Ana de pijama e cabelos em pé pois toda a ceia dando muito errado, de modo que agi da única forma possível: ficando muda num primeiro momento e depois rindo feito uma idiota. Achei que minha prima tinha desistido da ideia, mas aí esses dias ela disse de novo e eu pude dizer tudo aquilo que tinha ficado no meio do caminho entre uma risada nervosa e outra. É muita louca essa sensação de ter um afilhado porque ao mesmo tempo que me sinto muito adulta, fico apavorada só de pensar que agora sou meio responsável por uma pessoinha (!) que ontem mesmo estava colocando os pés na boca e agora pula comigo na cama e sempre pede pra ver as figuras do Homem de Ferro na minha edição especial de Guerra Civil. Daqui a pouco ele estará dando beijos na boca e eu não vou fazer a menor ideia de como isso aconteceu. Mas é uma sensação maravilhosa essa também e eu estaria mentindo se dissesse que não sonho com isso desde que ele nasceu hehe #sinceridades.

No momento, porém, me permito o desespero pois domingo é aniversário de dois anos da criança e algumas semanas atrás eu fiz exatamente aquilo que não devia ter feito: prometi algo que não sabia quanto custava, muito menos se ia conseguir encontrar. Ele, óbvio, não só não esqueceu nunca mais do nosso papo sobre presentes, como sempre que é questionado sobre o assunto, diz pra quem quiser ouvir o que vai ganhar, de modo que agora me sinto a pior madrinha do mundo pois não consigo encontrar essa merda em lugar nenhum. Sábado vou ao shopping numa última tentativa de encontrar o presente ideal, então torçam por mim?

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Além disso, talvez eu também tenha ganhado um novo filho. Guilherme adotou um cachorrinho chamado Luke, um shitzu de quase três anos que já amamos profundamente e que obviamente considero meu filho também. Só estou um pouco confusa quanto ao nosso grau de parentesco (?) pois aparentemente minha sogra também está muito interessada no posto de mãe, então eu sempre acabo ficando quieta no meu canto quando ela está  por perto, deixando minha belíssima imitação de voz de cachorro e todos os “vem com a mamãe” para quando estamos apenas em três. Loki, por outro lado, odiou a ideia de um irmão e agora temos a dura missão de fazer os dois se darem bem de alguma forma. Dicas serão muito apreciadas.

Coisas aleatórias que também aconteceram esse mês: aproveitei que todo mundo resolveu reler Harry Potter para entrar na folia também, mas como sou péssima com regras, não consegui me segurar e ler só um livro por mês. Já estou no terceiro e a experiência tem sido maravilhosa, até queria escrever sobre, mas não farei promessas que não pretendo cumprir. Além disso, o Pottermore está de cara nova e como meu cadastro ficou perdido, resolvi fazer de novo e…o Chapéu Seletor me trocou de casa? Ainda estou contrariadíssima pois amo a Corvinal e me recuso a sair dela, mas não acho que a Sonserina seja de todo ruim, muito pelo contrário, até acho muito condizente com minha recente vibe gótica suave. Porém, no fundo no fundo acho que o Chapéu só está passando por uma crise de meia-idade pois muitas pessoas sendo arrancadas de suas casas de origem (Guilherme saiu da Sonserina e foi para a Lufa-Lufa, enquanto minha amiga Bird fez exatamente o mesmo caminho que eu, ou seja). No mais, horas infinitas jogando The Sims (amando demais meu cachorro que ganha mais dinheiro que toda a família junta? com certeza) e ouvindo Sum 41 sem parar.

Como a vida também é feita de coisas ruins, janeiro levou embora David Bowie e Alan Rickman, duas pessoas que admirei profundamente e que às vezes ainda não acredito que não estão mais aí. Foram duas mortes que me pegaram muito de surpresa e me deixaram extremamente sensível, mas que ao mesmo tempo me lembraram que a vida é exatamente isso. Como li em algum lugar esses dias, não é o ano, é a vida. Então a gente em frente, sempre fazendo o melhor que pode.

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Enquanto escrevia esse post, lembrei de uma conversa que tive com uma amiga no início do ano sobre a vida, o universo e coisas aleatórias em geral, e de uma lição importantíssima que essa conversa me deixou: reclamar menos e ser grata, sempre – pela vida, pelas pessoas que conheço, pelas coisas boas que acontecem (mesmo as que quase passam despercebidas) e por tudo que aprendo com as ruins também (if you lose, don’t lose the lesson). 2015 foi um ano puxado e eu não lembro de ter reclamado tanto de tudo o tempo inteiro, mas acabou e agora a sensação que dá é que já fiz reclamações suficientes pra uma vida inteira. Concluímos que reclamar às vezes é necessário, mas que reclamar demais faz mais mal do que bem. Desde então, decidi ser uma pessoa que reclama menos e agradece mais, e incrivelmente tem dado muito certo. 2016, que seja assim então.

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11 Comments

  • Reply Mida Bird 29 de janeiro de 2016 at 2:17 PM

    Amiga, adoro saber da sua vida e já amo sua news que mal começou. Quero receber seus e-mail todos os dias. E amo que tenhamos saído da mesma casa, sido jogadas no mesmo buraco (que também estou aprendendo a gostar e acho que tem algo a ver comigo) e amo nossas varinhas gêmeas. Resumindo, estou bem amorosa hoje.

    Acho maravilhoso e um amor que você seja madrinha de João Guilherme (que criança fofa!), sonho ter um(a) afilhado(a), mas já estou acreditando que vou ter que esperar Letícia parir pra poder ter essa experiência na vida.

    Fiquei muito triste com as perdas desse mês também; mas o mantra de que não é o ano é a vida é necessário. E eu também sempre tento não reclamar. Às vezes não dá, e eu nem me importo muito de ouvir as reclamações dos outros, mas quando é comigo sempre acho que estou sendo chata.

    Ai, que sdds de jogar TS.

    Te amo <3

  • Reply KARINE 29 de janeiro de 2016 at 5:59 PM

    Ter uma criança por perto faz a gente perceber (com tapas na cara) o quanto o tempo passa. É assim com meu sobrinho, que nasceu ontem e hoje em dia fala pra minha cunhada (leia-se mãe dele) que ela é displicente (?) de onde que uma criança de 4 anos tira umas coisas dessas? Não sei. E agora minha melhor amiga também teve um bebê, e não foi tão agora já que amanhã ele completa um ano (e seu post me fez lembrar que eu ESQUECI de comprar o presente, hahahaha). 2015 também foi o ano que eu reclamei demais e peguei gosto nesse esporte (o que não mudou em nada minha vida), então em 2016 eu também quero ser mais grata e apender as lições, além de fazer as coisas acontecerem, ao invés de ficar com a bunda na cadeira só sonhando, hahaha. Beijos <3

  • Reply Giuliana 29 de janeiro de 2016 at 6:29 PM

    Amiga, vem correr comigo! Ano passado quando vim pro sul dei uma fugida da rotina e, adivinha? Insônia também me encontrou e olha, não foi bonita a surra que eu levei. A boa notícia é que começamos janeiro sem maiores problemas e correndo todos os dias.

    Sempre que uma de vocês fala sobre comida e alimentação morro de vontade de aparatar em suas respectivas casas e me alojar por uma semana, só pra fazer a farra da alimentação saudável e das marmita tudo. E segura minha mãozinha aqui no seu caminho rumo ao vegetarianismo <3

    AMIGA, QUE ERRO. Se tem uma coisa que aprendi em todos esses anos sendo madrinha/tia/prima mais velha/etc é que não se promete nada pra criança que você não tenha a intenção de cumprir. Já prometi muito presente que nunca encontrei também, mas no final das contas criança é criança e vai ficar feliz com qualquer presente ligeiramente legal que você der (mas tô torcendo procê achar o trem que disse que ia comprar, vai que né).

    Não sei se quero passar pelo chapéu seletor de novo pois LUFA LUFA SOU EU TODINHA, mas como meu antigo login também se perdeu, é bem provável que eu vá chorar as pitangas pra você caso isso aconteça. E ah, eu acho que lembro dessa conversa aí, hein? Será? HEHE

    Amo você <3

  • Reply Flor 29 de janeiro de 2016 at 6:34 PM

    Oi, banana. Adorei esse. Olha só que coisa, também tô relendo Harry Potter! Tenho a impressão que contínuo na Grifinória, mas me deu vontadinha de refazer o teste. Beijos e filiz 2016, sua linda (e agora pessoa grata!) rs

  • Reply Mry 29 de janeiro de 2016 at 9:34 PM

    Nossa, quanta coisa! Parece que janeiro está sendo bem agitado pra todo mundo, até mesmo pra mim, e isso que estou de férias!

    Olha, tenho uma coisa que você quer e você tem uma coisa que eu quero: não faço exercícios, mas sou vegetariana. Quer trocar? Troco 50% da minha vegetarianice por 50% da tua disposição pra se exercitar, o que acha?

    Eu também queria ter vários projetinhos na internet, mas a verdade é que sou planejadora e não executora. Tenho mil e uma ideias, mas pra colocar na prática, preciso de gente me ajudando. Já desisti de ser autossuficiente, vou contar com os outros sim, mesmo sabendo que quem conta demais com os outros não vai pra frente, HAUHAUAHA.

    AAAA QUE AMORZINHO SER MADRINHA! Deve ser meio louco mesmo porque nós somos tããão jovens! Mas mesmo assim, deve ser bem gostoso também, pelo menos enquanto é tudo fun & games! HAUHAUHA.

    Eu nunca li HP e tô começando a pensar que deveria.

    Fiquei muito triste com a morte dos dois. Fiz um trabalho sobre o David Bowie na faculdade e fui fantasiada, nunca vou esquecer disso, e agora ele não está mais entre nós e isso é bem triste de se pensar. Sobre o Alan Rickman, não sei muito sobre o papel dele em HP porque não li e nem vi os filmes, mas gostava bastante dele em outras produções. Uma grande perda mesmo.

    Beijinhos.

  • Reply Analu 29 de janeiro de 2016 at 10:34 PM

    Oi amiga! QUE BOM QUE CÊ LEMBROU QUE TEM BLOG!
    Amei seu post, amo esses textos “resumão do que ando fazendo” – e fico feliz da vida quando já sei de tudo o que tá escrito aqui pois ~migas~ hehe. Inclusive morri de rir novamente de você prometendo coisa pras crianças sem ver o preço antes. Não faz isso não, amiga. A indústria de produtos infantis é, ó, UM ROUBO. Você já viu uma loja online de fantasias-pijama? É a coisa mais fofa da vida e não é tão caro! O pijama é de malha, mas todo desenhado conforme a fantasia. Ele tem 2 aninhos, vai ficar feliz. O Ricardo ama o pijama/fantasia dele, acho que é do batman. Pesquise, é uma ideia.
    E: LOKI E LUKE, miga? Uma dupla sertaneja de shitzus!
    Te amo! <3

  • Reply Thay 30 de janeiro de 2016 at 10:22 PM

    Acho bom mesmo que a senhorita tenha lembrado do blog, oras! Fiquei todo esse tempo aqui achando que era o feedly com problema mas nem era. Apesar de tudo, adorei o post resumão do mês! Parece que todo mundo está com janeiro acontecendo na velocidade da luz, uma loucura. Também optei por não fazer resoluções de novo ano a não ser por um ponto: voltar a praticar exercícios. Fazia aulas de boxe mas tive que parar por conta do mestrado e só agora estou entrando nos eixos de novo. Estou tentando cortar o refrigerante da minha alimentação mas é um martírio quando ninguém mais da família está disposto e toda hora vejo Coca-Colas geladas dançando na minha frente (sim, na minha alucinação ela dança). Outra coisa que tenho reduzido é a ingestão de carne – também amaria me tornar vegetariana, mas prevejo dificuldades no caminho. Ah, veja só, eu sou madrinha de crisma dos meus dois irmãos! É meio surreal pensar nesse tipo de coisa – tipo, já tenho a responsabilidade por ser a mais velha e ainda peguei de bônus a responsabilidade por ser dinda. HAHA, ain, Pottermore continuou me deixando na Grifinória e eu simplesmente AMO ser da Grifinória. Me identifico com a casa e seus valores, não é só porque os protagonistas são de lá. Sem falar que o símbolo é um leão e eu sou leonina, quer dizer, encontro cósmico. E super curtia as músicas do David Bowie e foi bem esquisito receber a notícia de que ele morreu, assim como quando meu pai disse que o Snape tinha morrido e eu achei que era zoeira. Falei “como assim”, né, esse tipo de pessoa tá proibida de morrer, mas quem somos nós pra tentar mudar o curso da vida. =/
    Por fim: NÃO SUMA MAIS DE VISTA. Grata. <333

  • Reply Tati 31 de janeiro de 2016 at 8:13 PM

    Ter vários projetos na internet é uma meta de vida! hahaha
    Olha, sua sogra precisa entender que não tem como ser mãe do cachorro cujo pai é o filho dela sabe? Precisamos rever isso ai.
    Espero que você encontre o que prometeu pro seu afilhado, crianças são ótimas, mas o grande problema delas: O CHORO.
    Espero que isso não ocorra e etc
    Beijos!

    Novembro Inconstante

  • Reply Alessandra Rocha 1 de fevereiro de 2016 at 12:01 AM

    Nossa miga, to odiando essa crise do Chapéu. ELE OUSOU ME TIRAR DA SONSERINA PRA CORVINAL, ok que sou meio a meio, mas POSHA ): eu sei que sou sonserina no fundo do coração, então vou simplesmente ignorar esse resultado hahaha – apesar de que sim, me identifiquei com várias coisas da Corvinal e acho uma das casas mais legais, MAS EU SOU DA SONSERINA POXA HAHAHAHAAHHAAH
    Tava com saudade de te ler por aqui e to ansiosa pelos e-mails, isso tá muito bom!

    Amo/sou cachorrinhos aumentando a família. Aqui nosso conceito de família é meio abstrato, obviamente minha mãe é a mãe de todo mundo, mas se eu falar “vem com mamãe” eles vem também então… Sei lá. Acho incrível essa sua iniciativa de correr todo dia, eu detesto correr mas to sentindo falta de algum exercício físico também, mas to procrastinando ainda, que feio né? A morte do Alan Rickman me abalou MUITO, jamais imaginaria ele indo tão cedo e a notícia me pegou tão de surpresa que chorei largada no trabalho. Sorte que minha mesa fica num canto escondido, mas nó… Que dor. Mas é bem isso memso, não é o ano, é a vida.. Ela não é fácil, mas a gente segue na luta né?

    beijo <3

  • Reply BA MORETTI 1 de fevereiro de 2016 at 10:01 PM

    é por isso que eu adoro começo de ano. tem toda essa vibe de as coisas tão dando certo, tão acontecendo e afins. tanto acho que no fim é a gente que acaba deixando virar mais do mesmo no meio do ano para o final. o que também me deixa animada com a ideia de que 2016 depende mais de mim do que dos outros, né? anyway, que as coisas continuem acontecendo para nós ♥

  • Reply Nay 18 de fevereiro de 2016 at 6:35 PM

    Não que eu acredite nessas coisas de lei da Atração e tudo mais mas super concordo que reclamar demais só pode atrair coisa ruim. Acho que é uma coisa meio física como se o corpo da gente emitisse umas vibes esquisitas e acabasse puxando uns troços ruins por aí. Viajei?

    também reclamei DE-MAIS em 2015 e está la na minha listinha de resoluções pra esse ano viver mais e planejar menos de modo que com menos expectativas, menos frustrações e menos reclamações e chateações…

    Beiiijooooos!

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