CINEMA E TV

REBARBA DE 2015 E PRIMEIROS FILMES DE 2016

Eu disse que assisti pouquíssimos filmes em 2015, e é verdade. Por isso mesmo, acabei esquecendo completamente da existência dessa lista, que já está nos rascunhos deste blog há aproximadamente 87654 anos. Pensei em excluir o pouco que tinha escrito pelo menos umas 200x, mas aí lembrei de uma porção de filmes aleatórios que assisti nos últimos dias, e depois lembrei que essas listinhas foram um lembrete importante (lê-se: o único) do que andei assistindo no último ano, então pensei “foda-se, vou postar essa merda mesmo assim”. Perdoem o atraso e principalmente o linguajar. Eis os últimos assistidos em ordem mais ou menos cronológica:

maze-runner-prova-de-fogo_t106368_xKyK2Ua_jpg_210x312_crop_upscale_q90Maze Runner – Prova de Fogo (Wes Ball, 2015): Fui assistir na maior das expectativas e saí bem frustrada do cinema – exatamente o contrário do que aconteceu com o primeiro, que fui assistir com a certeza de que ia ser uma bosta e saí achando noooossa uau nooooossa nooooossa. Os cenários são incríveis, a história não é de todo ruim, mas sabe quando você não consegue se importar com nada, muito menos com uma porção de personagens insuportáveis? Pois é. Tive que me segurar muito pra não dormir ou então dar gostosas gargalhadas no meio do cinema lotado, simplesmente porque o rumo que a história toma começa a ficar meio ridículo, apesar de, de novo, ela não ser assim tão ruim. Toda uma coisa meio The Walking Dead meets Egito, raios de Zeus acabando com as good vibes, Kaya Scodelario sendo a personagem mais inútil e insuportável da história. Nada tão ruim que não possa piorar, mas vamos dispensar só por via das dúvidas.

7b1c7d112186c8ddc7e9540e3dbf5676_jpg_210x312_crop_upscale_q90Katy Perry: Part Of Me (Dan Cutforth e Lipsitz, 2012): Eu já gostava da Katy Perry antes de conhecer as músicas da Katy Perry, mas nunca tinha parado pra pensar na pessoa por trás dos looks inspiradores e das fotos do The Cobrasnake, que de uma hora pra outra virou popstar. Apesar de ser meio forçado em alguns momentos (o que cês me dizem daquela cena na casa da vó?), o documentário consegue mostrar a trajetória dela sem ficar esfregando na cara dos outros tipo nooossa vejam só como ela sofreu, vejam só como ela merece tudo que alcançou, etc. Ela ralou muito, ok, mereceu chegar onde chegou e tudo, mas isso não significa que a vida dela seja perfeita, sabe? É muito fácil esquecer que esse outro lado existe, que é real, e acho bacana quando mostram que por trás de todo o sucesso existe uma pessoa que tem sentimentos e problemas como qualquer outra.

the-martian_t99530_jpg_210x312_crop_upscale_q90Perdido em Marte (Ridley Scott, 2015): Não existe um jeito menos ridículo de dizer o tanto que eu amei esse filme, então vamos lá: EU AMEI ESSE FILME. TIPO MUITO. TIPO DEMAIS. TIPO MEU DEUS DO CÉU UM AMEI ESSE FILME. MEU. DEUS. DO CÉU!!111!11!1!1 A verdade é que eu esperava um desses filmes bem chatos sobre o ~Universo~, pessoas morrendo, aquela afliceta de sempre, a lição, vamos sempre lembrar daqueles que morreram por todos nós blá blá blá whiskas sachê. Só que o filme é tudo menos isso. E EU ME DIVERTI TANTO!1!11!!1 A trilha sonora é maravilhosa, os personagens são maravilhosos (quis casar com Matt Damon em Marte e ver estrelas na lua de mel? total), o elenco inteiro é incrível, e se tudo der errado, ainda tem o Sebastian Stan. A gente sabe que nada dá errado com o Sebastian Stan.

ponte-de-espioes_t99817_jpg_290x478_upscale_q90Ponte dos Espiões (Steven Spielberg, 2015): Vocês também tem um pouco de bode do Spielberg? Sei lá, acho que se eu soubesse que esse filme era dele, nem teria me dado o trabalho de assistir. Mas aí eu tinha visto o trailer, tinha curtido a proposta e eu meio confio em qualquer filme com o Tom Hanks. Ele é baseado na história real (cof, cof) de James Donavan, um advogado do Brooklyn que durante a Guerra Fria defendeu um espião soviético e mais tarde é enviado pela CIA pra Berlim, para negociar a troca desse mesmo espião por dois americanos que também foram pegos (um piloto meio babaca e um estudante legalzinho que ninguém faz muita questão de raptar além do próprio Donavan). Então é aquela coisa: é um filme bem bom, interessantíssimo em vários momentos e com atuações fortes, mas não deixa de ser um filme americano sobre a Guerra Fria, ou seja né.

jogos-vorazes-a-esperanca-o-final_t61793_AQlGgMD_jpg_210x312_crop_upscale_q90A Esperança – Parte 2 (Francis Lawrence, 2015): Então. Polêmica, né? Sempre gostei muito da franquia e ainda acho que sim, ela é bastante coerente como um todo, além de ser bem acima da média das adaptações de um modo geral, mas o último filme me incomodou profundamente em vários níveis, além de ter me empolgado muito pouco em relação aos outros – o suficiente pra eu escrever um post inteiro sobre isso depois. Não é um filme de todo ruim, muito pelo contrário, mas ao mesmo tempo tive uma dificuldade absurda em levar a história a sério e realmente me importar com o que estava acontecendo, o que é bem ruim se a gente pensar que muita coisa estava de fato acontecendo. O último livro foi o meu favorito e é uma pena que no cinema a segunda parte não tenha superado minhas expectativas. Mas foi bom enquanto durou.

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Whitney Brown (Peter Skillman Odiorne, 2011): Quando digo que não tenho nenhum critério na vida, é desse tipo de coisa que estou falando. Whitney Brown é uma menina rica que acabou de ser eleita presidente do grêmio estudantil, até que vê sua vida virar de cabeça pra baixo quando descobre que seu pai foi demitido, que sua família está falida e que agora eles serão obrigados a morar no meio do nada, na antiga fazenda do avô. Pois é. A menina vai pra lá, noooossa odeio esse lugar noooossa mas como vou resolver as coisas do baile de formatura noooossa mas e o meu namoradinho etc etc, até que ela conhece um cavalo que vira tipo o melhor amigo dela. É uma história bobinha, mas muito maravilhosa, tipo nossa por que eu estou vendo isso, até que você vê um cavalo andando num conversível e tudo faz sentido. É maravilhoso demais.

coracao-louco_t12336_1_jpg_210x312_crop_upscale_q90Crazy Heart (Scott Cooper, 2009): Eu amo música country. Não sei nada sobre música country, mas ainda assim, eu amo música country. Gosto demais desse sofrimento brejeiro, porque afinal sou pisciana e se tem uma coisa que piscianos sabem fazer nessa vida é sofrer. Eu também amo histórias de pessoas muito ferradas em busca de redenção, então sim, é claro que eu amei Crazy Heart com todo o meu coração sofredor. Bad Blake é uma antiga estrela do country que teve uma vida muito difícil e se tornou um homem sozinho, alcoólatra, com um extenso currículo de casamentos fracassados e um filho com quem não tem contato há 24 anos. É uma história triste sobre um homem em busca de redenção, que ao mesmo tempo faz uma discussão interessante sobre o mercado country de modo geral. Não preciso dizer que a trilha sonora é espetacular e cheia de pérolas para nós sofrermos de mãos dadas com Blake e Jean. Recomendo bem.

star-wars-o-despertar-da-forca_t68292_PhQTWmV_jpg_210x312_crop_upscale_q90Star Wars: O Despertar da Força (J.J. Abrams, 2015): Jamais serei capaz de ser coerente sobre esse filme pois os sentimentos continuam sendo os únicos fatos e meu comprometimento com qualquer critério além desse continua igual a zero. Ele não foi só o meu filme favorito de 2015. Foi também a melhor experiência cinematográfica que eu tive no ano passado, que me fez sentir algo que eu não sentia desde a estreia do último filme da saga Harry Potter (algo como uma emoção profunda que te faz sentir verdadeiramente conectada com o universo e, principalmente, com as pessoas). Ele não é um filme livre de problemas, mas ao mesmo tempo continua ali, no lugar, pronto pra dar aquilo que nós, fãs malucos que se envolvem demais, sempre sonhamos. Eu me arrepiei por 135 minutos, chorei de emoção e me apaixonei por personagens que jurei que nunca seriam bons o suficiente. Mas eles são. Valeu por cada segundo.

18a9e838b452d689e52e7e01e985ee7b_jpg_210x312_crop_upscale_q90Hitchcock (Sacha Gervasi, 2012): Então. Esse filme é meio que uma questão porque eu queria demais amar, mas não amei. Ao contrário do que se espera, ele não é uma cinebiografia sobre toooda a vida & obra de Alfred Hitchcock, mas um recorte sobre o processo de criação de “Psicose”, dramas e excentricidades do cineasta costurado aí no meio. Não é um filme de todo ruim, mas tenho a impressão de que ele é muito mais sobre atuações memoráveis do que qualquer outra coisa. O elenco é bem ótimo, com destaque para Anthony Hopkins e Helen Mirren que reinam absolutos nos papéis principais, e algumas cenas são realmente marcantes (A CENA DO CINEMA!!1!1 A CENA DO CINEMA!!1!1), mas é meio que só isso. Queria amar, não amei, paciência. Tem outros troféu.

que-horas-ela-volta_t104058_jpg_210x312_crop_upscale_q90Que Horas Ela Volta? (Anna Muylaert, 2015): Eu queria dizer muitas coisas sobre esse filme, mas acho que a essa altura todas as coisas importantes que podiam ser ditas sobre ele já foram, então meio que só me resta dizer que ele é mesmo tudo aquilo que as pessoas estavam dizendo (mais até) e que arrependimento mesmo só o de não ter assistido antes, ainda no cinema. É uma experiência incômoda pra cacete, claro, mas extremamente importante pelo mesmo motivo, e mesmo eu, que nunca tive empregada em casa, senti como se vários dos meus privilégios fossem esfregados na minha cara ao mesmo tempo que ficava extremamente envergonhada por essa realidade que infelizmente ainda é palpável demais. Eu chorei demais, me emocionei o tempo inteiro e terminei o filme cheia de questões, mas é exatamente pra isso que o cinema serve. Recomendo MUITO fortemente.

1988af4c630a3ba2c5f0c4e0d35bf362_jpg_210x312_crop_upscale_q90Clube das Mulheres (Penelope Spheeris, 2011): Esse é total o tipo de filme que me faz ter certeza de que já fiz escolhas mais acertadas na vida. Porque ele é uma bosta, né? Acho que só de olhar esse poster a gente já tem certeza que esse filme é uma bosta. Mas, caso reste alguma dúvida, fica a dica: ele é realmente uma bosta. Só que ele é tão ruim, tão ruim, mas TÃO ruim, que chega a ser engraçado. A história é basicamente sobre um cara bem idiota que resolve se passar por um dançarino erótico pra pagar o casamento dos sonhos que sua noiva quer, mas mantendo tudo em segredo pois lógico. Não lembro o que acontece depois, só sei que em algum momento rola uma competição de stripper que é zoada nível hard, com uns homens pavorosos dançando de cueca fio-dental (sim) e coisas aleatórias em geral que não me dei o trabalho de entender, tudo ao som de uma trilha sonora que, incrivelmente, é bem boa.

acho-que-amo-minha-mulher_t2130_1_jpg_210x312_crop_upscale_q90Acho Que Amo Minha Mulher (Chris Rock, 2007): Esse filme é baseado num outro filme que foi reescrito e adaptado pelo Chris Rock, que além de diretor, também interpreta o personagem principal nesse filme, um babaca com a vida toda no lugar que de repente resolve jogar seu casamento pro ar só porque, vejam só que coisa, ele e a mulher não transam há um tempo (pois óbvio que sexo é a única coisa que importa num casamento hehe) e a vida com uma antiga colega young, wild & free que aparece de repente no seu escritório parece muito mais atraente do que a vida com a esposa e os filhos. É a história de um cara insuportável, que só pensa nele mesmo, nas vontades dele, nos problemas dele, e aí quando tudo dá errado, ao invés de olhar pra si mesmo e falar “porra, acho que pisei na bola”, ele começa. a culpar. todas (eu disse TODAS). as. mulheres. do mundo. Não sou obrigada.

717733056a2ec42b31e86679d94f167d_jpg_210x312_crop_upscale_q90Mistério da Rua 7 (Brad Anderson, 2007): Esse é um daqueles casos de proposta interessante que acaba não dando muito certo. Após um misterioso blackout que desaparece com a maior parte das pessoas, um pequeno grupo tenta sobreviver dentro de um bar porcamente iluminado e descobrir o mistério por trás do fenômeno (?). Só que, como li em algum comentário, o mistério é tão grande que o filme acaba, os créditos sobem e você não faz a menor ideia do que aconteceu. Não gosto de filmes de terror que se explicam demais, mas ao mesmo tempo gosto de um final minimamente coerente, e isso é exatamente o que NÃO acontece aqui. No entanto, ele me fez pensar sobre muitas coisas (vida, morte, escolhas, etc) e não preciso dizer que fiquei apavorada com todas aquelas pessoas fugindo do escuro, se agarrando a qualquer fiapinho de luz para sobreviver. No mais, tem o Anakin gatinho disponível para apreciação.

> Se tudo der certo, minha maratona do Oscar começa ainda essa semana. Aguardem (mas por favor não criem muita expectativa, pois enrolada nível hard, risos).
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9 Comments

  • Reply BA MORETTI 1 de fevereiro de 2016 at 2:14 PM

    também não esperei nada do mesmo de perdido em marte e quebrei a cara enquanto ria horrores. achei divertidíssimo :) quanto ao último de jogos vorazes e star wars, querendo muito assistir ♥ também tô super curiosa com ~que horas ela volta?~ e por fimmmmm, fiquei curiosa com esse crazy heart que eu nem sabia que existia. thnkx pela indicação ♥

  • Reply Analu 1 de fevereiro de 2016 at 6:52 PM

    Amiga, cê sabe que só amando muito vocês pra eu ficar lendo esses postão com listas de assistidos, né? Então. Vou comentar só sobre os pouquíssimos que eu assisti (mas juro que li tudo). Sobre Esperança: Concordo com tudo o que você disse sobre ser uma série com adaptações cinematográficas de qualidade acima da média. Eu gosto muito dos filmes de Jogos Vorazes. Mas não curti o último livro e, consequentemente, apesar de saber que são muito bem feitos, tenho bodinho/preguiça dos últimos dois filmes. Sei que é errado, sei que é o último livro que é o mais político e fala da revolução e tals, mas gosto infinitamente mais dos outros dois – and I can not lie. BONECO
    Ah, eu disse que só ia comentar sobre o que eu assisti mas QUE QUE É ESSA MENINA MELHOR AMIGA DE UM CAVALO que carrega o bicho no conversível e tudo? HAHAHAHA, ri muito da descrição.
    Eu gostei bastante do Star Wars 8, mas não sofri de toda essa comoção porque Star Wars nunca foi uma thing na minha vida, você sabe da história, hahaha. Mas já quero um BB8 pra mim pois FOFO DEMAIS?
    Assisti Que Horas Ela Volta em dezembro, depois que todo mundo já tinha falado tudo o que tinha que ser dito sobre ele. Lembro que não cheguei a ler muita coisa, mas me marcou que TODO MUNDO FALAVA da questão da menina ter entrado na piscina. Deixa eu te contar que eu imaginava a menina levantando de manhã, botando um biquini e deitando DE BOA num colchão de ar na piscina da casa dos patrões da mãe (e nem assim conseguia ver muito problema) MAS quando assisti e vi que a menina tinha sido praticamente jogada na piscina pelo filho – E QUE A MULHER TINHA MANDADO ESVAZIAR A PISCINA POR CAUSA DISSO – eu quase que fiquei com náuseas. O filme, de fato, dá muita agonia (o que obviamente quer dizer que cumpriu brilhantemente sua própria proposta). Um adendo? Fiquei o filme todo pensando que a atriz que faz a Jéssica me lembra demais a Jout Jout. BONECO.
    (Se esse mimo gigante num post de lista de filmes assistidos não significa que eu te amo, não sei mais o que pode significar. Com essa me despeço). BONECO.
    ;) <3

  • Reply Anna 1 de fevereiro de 2016 at 11:51 PM

    Amiga, seu post me lembrou que eu não escrevo sobre os filmes que eu vi desde… julho? E agora eu nunca mais vou conseguir voltar tanto no tempo, até porque 2015 me deu de presente uma amnésia e eu realmente não faço ideia do que eu assisti do meio do ano até aqui. Aliás, custo a lembrar do que vi em 2016, muito provavelmente porque só vi filme bosta. Acontece.

    Então, Perdido em Marte. O Matheus falou na minha cabeça horrores pra gente ir assistir, e nunca fomos. Não sei por que. Será que eu não quis? Difícil, porque eu gosto de filme de espaço. Talvez foi por falta de tempo, é provável. Ou que eu estivesse sem tempo e indisposta a fazer sacrifícios porque tem cara de filme barulhento que estraga a cabeça e eu já tava com a cabeça estragada demais. ENFIM. Sei que ele foi ver o filme sozinho, AMOU, e fica jogando isso na minha cara o tempo inteiro. E aí eu fico meio que querendo não ver pra não dar o braço a torcer porque eu sou RETARDADA, mas ele já me ganhou porque a trilha é anos 70 e eu vivo pra esse tipo de coisa.

    A Esperança: eu adoro os filmes, BEM MAIS do que adorei os livros, e de qualquer modo o terceiro também foi meu favorito. Eu AMEI a parte 1 e tinha grandes expectativas pra esse fim, mesmo achando ridícula a proposta de transformar um livro de 300 páginas em dois filmes. Enfim. Também não gostei, mas não sei explicar o motivo. Tem um pouco disso de não conseguir me importar, mas no geral eu achei chato mesmo. Lembro que nos outros filmes, principalmente Em Chamas e Parte 1, eu nem vi o tempo passar. Foi como se eu tivesse entrado na sala de cinema, piscado, e o filme acabou. Já na Parte 2 eu lembro de olhar no relógio diversas vezes e ficar lembrando do enredo pensando “ai aia iiai que bosta ainda tem mil coisas pra acontecer zzz”. Não levei minha opinião muito a sério porque eu estava tendo um dia realmente péssimo e provavelmente não ia gostar de filme nenhum, então fiquei feliz quando entrei na internet e vi que as pessoas também não tinham curtido? hahaha BONECO

    Enfim, amiga, essa é minha contribuição! Vi Que Horas Ela Volta? e amei etc tudo que todo mundo fala, pena que eu estava numa época tão akdhakfhjfh que perdi o bonde de ler textos e poder refletir de fato sobre ele, acabou que passou meio batido pra mim. TCC: evite.

    beijos beijos <3

  • Reply Fernanda 2 de fevereiro de 2016 at 6:37 PM

    Bom, acho que a essa altura da vida você já tá uns 300% ciente de que ADORO ESSE TIPO DE POST, mas vou falar mesmo assim. Acho que já comentei do meu amor eterno, amor verdadeiro e grande surpresa com The Martian, sobre como TFA me deixou feliz, empolgada, conectada, sobre A Esperança (né…). Então, o que mais eu vi: o filme da Katy Perry. “Vi”, mais ou menos, vi lendo texto da faculdade. Vou confessar que não tenho muito interessa na Katy, tava mais é ligado no fundo, mas parei pra prestar atenção no show (foi no Rock in Rio, né?) que ela tava muito mal, chorando muito, mas conseguiu subir pro palco, sorrir, etc. Fiquei bem impressionada. Não é pra qualquer um, não. Também vi Ponte dos Espiões. É um filme ok, mas confesso que quase dormi? Escrevi sobre ele no famigerado Post do Oscar desse ano, que tá lá nos rascunhos, e o principal que ele me passou foi isso: americans do it better, mesmo quando os americanos nem queriam que aquilo fosse feito, pra começar. Fazer o quê. E quanto a Hitchcock: concordo 100%. Não entendi direito o propósito até hoje, pra ser sincera.

    Preciso ver Que horas ela volta?, Coração Louco é um daqueles filmes que me chamaram a atenção numa award season 500 anos atrás e depois acabei esquecendo (agora quero ver!), fiquei bem curiosa com a premissa desse último filme apesar de odiar filme de terror e… Bom, miga, claramente preciso ver esse filme da menina que faz amizade com um cavalo. Não tem nada mais a minha cara nesse mundo.

    Beijo!

  • Reply Rafaela Venturim 3 de fevereiro de 2016 at 1:13 AM

    AMIGA! Só vi dois da sua lista (hehe), então vou falar só deles.

    Jura que você não curtiu A Esperança parte II? Eu amei tanto, tanto! Vi no cinema duas vezes (e chorei em ambas), tive um monte de pensamentos embolados e muita, muita vontade de escrever sobre (obrigada por me lembrar que até hoje não o fiz, hehe, juro que farei isso. Tenho muito a dizer sobre o filme, e, quem sabe, você não reconsidere, né? <3

    Que Horas Ela Volta me deu um certo incômodo também. Fiquei me sentindo meio fora da casinha, entende? Porque aqui em casa nós sempre tivemos moças que trabalhavam conosco, e eu me peguei revisando todo e cada momentinho que já passei com elas — e quantas vezes já me senti mal quando uma delas se sentava na mesa conosco. Sim, eu já me senti assim. E odeio assumir. Mas talvez essa seja exatamente a IMPORTÂNCIA do filme, né? Privilégios esfregados na cara fazem com que a gente repense nossas atitudes, perceba o quão nojentas elas podem ser e, eventualmente, a gente se torna uma pessoa melhorzinha.

    Feliz por poder voltar a blogar e ler seus textos! Tava com saudade!

    Beijos <3

  • Reply Passarinha 3 de fevereiro de 2016 at 12:01 PM

    Amiga, amIGA, AMIGA. Já falei que amo seu blog? Se não, falo agora, porque não consigo parar de rir da sua opinião sobre Perdido em Marte. Inclusive, nem tava muito animada pra ele, mas agora subiu quinhentas posições na minha lista da maratona (que já está flopada, mas enfim).

    Eu adorei A Esperança Pt. 2? Juro. Achei muito intenso. Sofri, inclusive.

    Não assisti nem Maze Runner 1 risos. E star wars to guardando pra depois que eu conseguir assistir a série toda, acho que vai ser melhor.

    Agora ESSE FILME DO CAVALO. Amiga. Um cavalo num conversível. É claro que eu já quero ver.

    Te amo <3

  • Reply Passarinha 3 de fevereiro de 2016 at 12:03 PM

    Ah, esqueci de falar de Que horas ela volta?!!! Esse filme, miga, que soco no estômago. Assisti com a mamãe e ficamos muito tempo refletindo depois, bem enojadas. Acho que seria muito melhor de engolir se a gente não soubesse que é como as coisas são, se desse pra acreditar que aquela era só uma família babaca mesmo. Não sei nem comentar esse filme de forma coerente.

    Agora vou mesmo ;*** <3

  • Reply Giuliana 3 de fevereiro de 2016 at 3:59 PM

    MIGA! Posso comentar o fato de que passei dez minutos analisando a disposição das miniaturas e toda a coisa estética desse seu post? Porque né, tão bonitinho os parágrafo tudo, tão organizadinho, tão nhoim, me deu uma satisfação visual enorme ficar olhando pra esse post. Desculpa, pareço louca mas juro que não sou. Então, sobre a sua lista: só assisti quatro filmes daí, que foram Que horas ela volta?, A Esperança – Parte 2, The Martian e Star Wars – The Force Awakens, mas acho que já tá bom, né?
    Que horas ela volta? é um puta soco no estômago, acho que não existe outra forma de definir. Assisti sozinha e depois com minha mãe, quando passou na TV dia desses. O incômodo dela era tão visível que várias vezes durante o filme percebi que ela ficava olhando pra televisão meio em choque, como alguém que se reconhece numa personagem e na posição de privilegiada, sabe? E aí depois eu e ela tivemos uma longa conversa sobre como essa cultura de empregada doméstica é um reflexo e consequência do sistema escravista e por aí vai. Apesar das inúmeras coisas que senti falta no filme, é por esse tipo de coisa que ainda acho que ele seja uma produção válida. Se fizer uma pessoa se questionar, já cumpriu seu papel (mas podia ter levantado mais questões, sacoméqueéné).
    Sobre A Esperança, acho que uma série de coisas me fez achar esse o filme mais marromeno de toda a franquia. Provavelmente foi uma combinação do cinema ruim e claro e desconfortável que fui + o fato de o terceiro livro, pra mim, ter sido o mais sem graça de todos. Quando li o livro, minha primeira impressão foi a de que ele tinha sido escrito pelo estagiário que resolveu deixar completamente de lado várias personagens e oportunidades de mostrar seres humanos complexos e profundos, o que na minha opinião aconteceu com o Gayle que, no final das contas, virou só uma pecinha insignificante, um cara que tomou a posição de estrategista e nada além disso. Fiquei chateada, claro, porque o livro em si é bom, mas poderia ser melhor. E isso acabou refletindo no filme e consequentemente na minha opinião sobre ele. O segundo filme e livro continuam sendo meus favoritos pra sempre <3
    Eu queria muito ter forças pra expressar meu amor por Star Wars e The Martian, mas prefiro me abster da tentativa. Claro que The Martian não se compara a Star Wars, mas amei tanto tanto tanto tanto assim como você, e acho que nada com Matt Damon possa dar errado (VIDE INTERESTELAR). E a Daisy Ridley, cara….. eu quero casar com ela. Será que rola? Hein?! Tô malz.
    Rodrigo quase me convenceu a assistir Maze Runner essa semana, mas desisti na última hora porque não tenho boas lembranças do primeiro, apesar de ter ~gostado~. Acabei assistindo Love & Other Drugs de novo e cê já sabe onde isso foi parar, né.
    Pfvr continue postando sobre filmes e séries e todas as coisas porque amo muito tagarelar sobre como se soubesse do que tô falando.
    Te amo miga <3

  • Reply Juliana B. 3 de fevereiro de 2016 at 7:08 PM

    Eu gostei bastante de perdido em marte, dei risadas, fiquei meio ansiosa, mas não foi aquele negocio todo para mim, mas gente que elenco MARAVILHOSO!!! Agora Star Wars eu amei hehe foi o primeiro filme que assisti esse ano e foi totalmente demais. Chorei um pouquinho ao saber que certos personagens podem ter morridos (estou em negação e assim ficarei), fiquei sorrindo feito tola em praticamente todas as cenas da Rey. E como você disse valeu por cada segundo.
    Quero muito ver Que horas ela volta? Preciso parar de adiar e assistir logo esse filme.
    Fiquei com vontade de ver Whitney Brown, honestamente eu vivo para esse tipo de filme.

    beijos.

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