CINEMA E TV

STARSHIPS & QUEENS AWARDS 2015: CINEMA & TV – PARTE II

Antes de mais nada, gostaria de dizer que não morri. Mas eu sumi, né? Acho que foi a primeira vez que fiquei tantos dias sem postar: 22, no total. Dizem que o ano só começa de verdade depois do carnaval e pela primeira vez consegui levar a máxima mais ou menos a sério sem precisar fazer esforço. Ou sem precisar fazer muito esforço, sei lá. O engraçado é que eu estava aqui o tempo todo – aprovando comentários, inventando algumas modas e lendo blogs alheios na medida do possível, sem forças vitais para ir muito além disso (ou muito além do catálogo do Netflix). Foi bom enquanto durou.

it is perfectly fine to watch tv all day

No entanto, após interromper nossa programação festiva para chorar algumas pitangas, relembrar o ano que passou e aproveitar a preguiça que invariavelmente chega a cada começo de ano, eis que chega a hora de voltar – dessa vez para eleger as melhores (e, talvez, piores) séries de 2015 (ia falar sobre as novelas também, mas fiquei com preguiça, dsclp). Como disse anteriormente, 2015 foi o ano atípico em que assisti mais séries do que filmes, de modo que achei conveniente falar das duas coisas em posts separados (vocês podem ler sobre os filmes aqui). Ainda estou meio enferrujada e sinceramente não sei onde esse post vai parar, mas como meu ânimo para falar de séries é proporcional ao tempo que eu gasto assistindo séries, passei as últimas duas horas com um caderninho na mão, inventando categorias sem nenhum propósito além de reforçar que os sentimentos continuam sendo os únicos fatos e que meu comprometimento com qualquer critério além desse é igual a zero – e é o resultado disso que vocês veem agora. Sigam-me os bons.

1) MUITAS SÉRIES, MAS NEM TANTAS ASSIM

Quando digo que 2015 foi um ano de muitas séries, quero dizer que ele foi um ano de muitas séries para os meus padrões de pessoa que, até pouco tempo atrás, acompanhava um número ridículo de tão pequeno (hm menos de 5?) e mesmo assim fazendo um esforço enorme pra dar conta de tudo. Em 2015 foram mais de 10 títulos, sendo que mais da metade só entrou na minha grade em 2015 – um avanço até bem significativo considerando meu histórico. A maioria delas, no entanto, não foi lançada de 2015, sendo, na realidade, tudo aquilo que eu já queria assistir faz tempo mas que, por motivos diversos, sempre deixava pra depois (um grande clássico da minha vida).

Dos lançamentos, consegui assistir dois: Narcos e Agent Carter. A primeira (como todos já sabem, mas não custa reforçar) mostra a ascensão do traficante Pablo Escobar e todos os esforços da Colômbia e dos Estados Unidos para combater o Cartel de Medellín – uma das organizações criminosas mais ricas e cruéis da história. É uma série violentíssima (porque lógico), tiro, porrada e bomba pra tudo quanto é lado, um sucesso. Mas ela também tem vários problemas e alguns me incomodaram profundamente. Inclusive, me surpreende um bocado que as pessoas estejam mais interessadas em debater o sotaque do Wagner Moura ao invés da direção esquizofrênica e o ritmo zoado, ou então coisas maravilhosas, tipo o fato da série ser predominantemente em espanhol. Aliás, superem o Wagner Moura: acho a atuação que ele entrega muito muito boa e muito muito honesta também, e taí uma coisa que eu ando sentindo falta ultimamente.

Apesar das ressalvas, a série é realmente tudo isso que as pessoas estão dizendo. Então, assistam?

Sobre o Globo de Ouro, vocês sabem que não levo tão a sério a maioria dessas premiações e não é agora que vou levar. De qualquer forma, acho que não era mesmo pra ser. A indicação por si só já é um reconhecimento bacana e acho que sim, é bem possível que ele receba outra em breve, e é sempre importante lembrar que existem outros troféus, então tudo bem? Se for pra chorar alguma pitanga, que seja pelo Oscar da Fernanda Montenegro.

Já em Agent Carter acompanhamos a vida da nossa heroína noir favorita, rainha do batom vermelho, Peggy Carter. Após o fim da Segunda Guerra Mundial e de volta à Nova York, Peggy, que antes fora uma peça fundamental na luta contra o Eixo, passa a exercer o único serviço disponível para uma mulher dentro de uma agência secreta na época: atender telefone, servir café, preencher formulários e anotar pedidos de almoço dos colegas que se acham bom demais (ou que são muito idiotas mesmo) para resolver esse tipo de coisa. Não é fácil ser mulher, como todas sabemos, e era ainda mais difícil ser mulher no final da década de 40. Peggy, no entanto, não se deixa abater: se dentro da SSR ela não é reconhecida pelo seu trabalho, muito menos tem espaço para mostrar seu potencial, fora dali ela continua fazendo aquilo que faz melhor, aquilo que todos duvidavam que ela pudesse fazer até que ela foi lá e fez e provou pra todo mundo que sim, ela pode ser uma agente tão competente quanto qualquer cara (senão melhor que a maioria) (pensando bem, ela é realmente melhor que a maioria).

peggy

Além disso, ainda que o elenco seja composto majoritariamente por homens, a primeira temporada apresenta outras personagens femininas completas & complexas, exatamente como tem que ser, e que nunca se deixam limitar pelo gênero. A gente precisa valorizar isso.

dottie

Gostaria de dizer que tentei encontrar algum defeito, mas realmente não achei nenhum.

Séries que também foram lançadas em 2015 mas que, por motivos diversos, deixei para assistir em 2016:  Jessica Jones, Supergirl, The Last Kingdom, Demolidor, Master Of None, Mr. Robot e alguma outra que devo ter esquecido no meio do caminho pois cabeça nas nuvens, ainda não consegui voltar direito pra a realidade etc.

Outras séries que comecei a assistir em 2015, mas que não foram lançadas em 2015: Agents Of S.H.I.E.L.D (maravilhosa, amo profundamente), Grey’s Anatomy (maravilhosa, excelente sessão de terapia, amo profundamente), Friends (maravilhosa, amor verdadeiro, amor eterno, amo profundamente), American Horror Story (péssima, odiei com força) e Penny Dreadful (feelings are the only facts, amo profundamente). Falarei mais delas a seguir, assim como das séries que já vinha acompanhando em anos anteriores e que continuaram comigo em 2015 (Supernatural, Arrow, Game Of Thrones, The Walking Dead, The Following e Hannibal).

2) CANCELADAS

Em 2015 experimentei pela primeira vez o drama de ter não uma, mas duas séries canceladas na grade. O primeiro impacto é sempre um momento difícil e muito dramático e eu definitivamente não estava preparada para lidar com isso, mas passado o desespero, concluí que o final chega para todos e que pior do que uma série cancelada, só uma série cancelada que sequer tem a chance de concluir aquilo que começou. Pelo menos esse azar eu ainda não tive. Mas aí, contrariando todas as expectativas, acabei curtindo bem pouco o final das duas, o que me deu a impressão de que o cancelamento, afinal de contas, não era uma injustiça tão grande assim, mas sim uma consequência (em partes, merecida) para duas histórias que já não andavam muito bem das pernas ou que, no mínimo, não conseguiam superar a si mesmas. Vai entender.

we should hug or something

Acho que é mais fácil entender quando a gente pensa em The Following, uma série que já vinha de uma segunda temporada sofrível e que só reforçou aquilo que eu já pensava desde 2014: essa série precisa acabar logo. Ainda bem que acabou. Vi muita gente dizendo que o principal problema dela era o foco na relação do Ryan com o Joe, mas acho que é exatamente o contrário: era a relação ambígua entre agente e serial killer que mantinha a história no lugar e segurava a atenção até o próximo episódio. Por mais que eles tenham tentado inserir novos personagens ao longo das três temporadas e inclusive tenham apostado em novos vilões (alguns ótimos, outros nem tanto), nenhum era suficiente pra segurar a história inteira nas costas. Fiquei intrigada com o rapaz da última temporada? Sem dúvida – mas só até ele começar a meter os pés pelas mãos e mostrar que, na verdade, era um vilão bem qualquer coisa, tentando se proteger a qualquer custo. De novo, ainda bem que acabou.

Num extremo oposto, Hannibal foi a minha série favorita de 2014 e sua segunda temporada desgraçou minha cabeça em tantos níveis que até hoje tenho medo de rever e descobrir que ela não era tudo isso. Ou que a série inteira não era tudo isso. Porque quando falo em Hannibal, essa é a primeira coisa que penso: era tudo isso, até que não era mais. Embora tudo continue ali, no lugar – a fotografia impecável, as atuações primorosas, a trilha sonora perfeita que contempla toda a dimensão da história, bem como todas as representações, metáforas e elementos estéticos que, de alguma forma, ajudam a contar a história e a transformam, senão em algo incrível, pelo menos em algo digno de nota – algumas coisas começaram a me incomodar tão profundamente que cheguei num ponto em que a única coisa que eu queria era conseguir assistir um episódio inteiro sem dormir na metade. Eu, que me recuso a dormir no meio de qualquer coisa. Eu, que nunca sinto sono at all. Pois é.

(No entando, alguém pelo amor de deus me explique o apelo do Mads Mikkelsen porque EU SEI que ele EXISTE, não é coisa da minha cabeça e tal, mas COMO?????)

hannibal wine

Apesar da nossa opinião geral divergir um pouco, a Couth escreveu sobre todos os pontos importantes da série e resumiu muito bem tudo aquilo que me incomodou no último ano. Então, pra não ficar só repetindo o que ela já disse antes, sugiro que vocês deem uma lida no post dela imediatamente.

3) SÃO QUESTÕES

São questões, no caso, aquelas séries que já venho acompanhando faz algum tempo e que por algum motivo (estupros aleatórios? ritmo ruim? plots ridículos? romances pavorosos? são questões) tem me decepcionado bastante. Vocês sabem do que eu estou falando. Em ordem alfabética: American Horror Story (não consegui terminar nem a primeira temporada ainda, mas achei zoadíssima, de péssimo gosto e mesmo eu, mais conhecida como a pessoa mais medrosa do mundo, não consegui sentir um pingo de medo) (vale pelo menino Tate e as roupinhas de adolescente trevosinha da Taissa Farmiga); Arrow (uma barbaridade, não faço a menor ideia do que estão fazendo com essa merda); Game Of Thrones (o estupro da Sansa é um troço que eu ainda não consigo superar) (mas pfvr volta Jon Snow); e The Walking Dead (ritmo péssimo, personagens insuportáveis, mesmos plots over and over again, ninguém aguenta mais ver gente correndo de zumbi etc).

american horror story

Outra questão (mas de um jeito bom) foi Agents Of S.H.I.E.L.D. Tive uma dificuldade absurda no início pois muito complexa, mas depois que peguei o ritmo e tem sido só sucesso. A grande questão é: será que consigo terminar tudo até ela voltar do hiato? Ou, ainda: seria o agente Ward um grandessíssimo cafajeste?

São muitas questões.

4) AMOR VERDADEIRO, AMOR ETERNO

supernatural

Supernatural. Porque lógico, né? As pessoas estão sempre prontas pra falar o quanto Supernatural deu errado e o quanto ninguém mais aguenta ouvir falar desses irmãos que caçam coisas sobrenaturais e não morrem nunca etc, mas o que elas se esquecem é que, muito mais do que uma história sobre monstros, Supernatural é uma história sobre pessoas, sobre família, e que ela, na verdade, continua dando muito certo, só perdeu isso quem ficou esse tempo todo arrumando motivo pra criticar. Não sou uma fã cega, muito pelo contrário: reconheço que a sétima temporada foi terrível e deus me livre ouvir falar em leviatãs. Mas ela melhorou demais nos últimos anos e arrisco dizer que sim, o nível anda tão bom quanto o das primeiras temporadas. Então assistam Supernatural, deem uma chance para Supernatural ou então saiam já daqui. Vocês não vão se arrepender.

5) O CHORO É LIVRE

greys

Lembro que uma vez falei no twitter que não conseguia assistir um episódio de Grey’s Anatomy sem chorar e recebi como resposta algo do tipo “estranho seria se você não chorasse”. É bem isso mesmo. Acho, aliás, que minha maior resistência com a série era a quantidade absurda de drama envolvido e minha pouca capacidade de lidar com a maioria deles. Precisei que dona Ana Luísa Bussular segurasse minha mão e dissesse amiga, vai pra eu poder ir e constatar que todo o drama e sofrimento vale mesmo a pena. Porque Grey’s Anatomy é isso, um sem fim de dramas e choro e mortes e gente ferrada na vida, e é exatamente isso que faz com que cada episódio não seja só um episódio, mas quase uma sessão de terapia. Não é que eu goste de sofrer, mas às vezes tudo que eu precisava era liberar um pouco dos meus medos e frustrações e questões com o mundo e a vida, e foi assistindo Grey’s Anatomy que eu encontrei uma forma de fazer isso quando não queria escrever ou falar sobre isso com as pessoas. É precioso, sabe?

Em algum momento eu volto para contar o quanto ela mudou a minha vida (sério), mas por enquanto é isso: assistam Grey’s Anatomy, assistam Grey’s Anatomy, ASSISTAM GREY’S ANATOMY!!1!11!!1

6) GIRL POWER

girl power

Não assisti a maioria das séries importantes de 2015, mas percebi que várias das coisas que comecei a assistir ou tive vontade de assistir no ano passado, são protagonizadas por mulheres – fortes, complexas, donas do próprio nariz e da própria história também. Falando especificamente sobre o universo dos super-heróis, acho que esse é um movimento ainda mais forte, especialmente porque vai de encontro a uma cultura machista que sempre foi muito forte. Não passarão. Escrevi mais ou menos sobre isso no ano passado (na verdade era sobre games, mas acho que muito do que falei cabe aqui também) e fico feliz que exista gente disposta a ouvir, gente que se preocupe com representatividade feminina o suficiente para mexer alguns pauzinhos e reconhecer que sim, nós existimos e somos muito mais do que donzelas em perigo ou o interesse amoroso do personagem principal. A gente precisa valorizar isso – e não parar nunca, porque é assim que as coisas acontecem.

7) MELHOR SHIP

vanessa e mr chandler

Vanessa Ives e Mr. Chandler (que não se chama Mr. Chandler): ALL THE FEEEELSSSSSSSS!!1!11!1!1 Desculpa, não dá pra falar nada além disso (lembrando que individualmente eu morro de ciúmes dos dois, risos eternos) (desculpa, sou doente).

8) CRUSH ETERNA

Não uma, mas várias: Agent Ward, de Agents Of S.H.I.E.L.D (eu sei que ele é um idiota, mas me deixem ser feliz); Mr. Chandler, de Penny Dreadful (porque óbvio); Dorian Gray, também de Penny Dreadful (I knew you were trouble when you walked in etc) (I KNOW RIGHT) e Mark Sloan, de Grey’s Anatomy (afinal essa sou eu).

(Pouparei vocês dessas emoções)

9) FEELINGS ARE THE ONLY FACTS

FRIENDS, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Courteney Cox, Matthew Perry, Jennifer Aniston, David Schwimmer, (Season 1), 1994-2004, (c)Warner Bros. Television/courtesy Everett Collection - FILM STILL

2015 foi o ano em que eu descobri porque todo fã de Friends é tão apaixonadamente fã de Friends. Sei que vocês não vão acreditar agora que eu já estou de quatro, completamente apaixonada pela série, mas eu juro que nunca pensei que Friends fosse tão tão tão bom, e se não fosse a Analu (sempre ela) me mandando tomar vergonha na cara e assistir logo esse trem e só depois voltar a falar com ela, eu ainda seria uma pessoa insuportável que não entende as piadas e referências sobre Friends. Mas agora eu entendo e arrisco dizer que existe um abismo entre a pessoa que eu fui um dia e a pessoa que eu sou depois de Friends. Pois é. Só no último fim de semana, passei a madrugada chorando, absolutamente incapaz de lidar com o futuro pedido de casamento do Chandler e da Monica, e até agora não tive coragem de assistir o tal episódio porque obviamente vou chorar ainda mais. Acontecem coisas, muitas coisas (por favor, não falem comigo se vocês não tiverem assistido Friends) (brinks, mas assistam).

10) MELHOR DO ANO

penny dreadful

Penny Dreadful. Sou absolutamente incapaz de escrever qualquer coisa coerente sobre Penny Dreadful (a última vez que tentei virou um texto muito sem pé nem cabeça, porém MUITOS. SENTIMENTOS), mas acho que podemos resumi-la da seguinte forma: é uma série sobre pessoas num universo fantástico com bruxas e monstros e espíritos e demônios e cartas de tarô e lobisomens e personagens famosos da literatura (Dr. Frankenstein? Dorian Gray? Dr. Van Helsing?). É maravilhoso. Além disso ela é ambientada na Londres vitoriana, tem uma trilha sonora fenomenal (lembrando que quem está dizendo isso é uma pessoa que não tem nenhum apego especial por trilhas sonoras instrumentais) e personagens absolutamente maravilhosos e complexos e amáveis e odiáveis e errados e incríveis, tudo ao mesmo tempo. Eu juro que é a melhor série da minha grade no momento (e olha que tem muita coisa bacana brigando pelo posto). Por favor, assistam Penny Dreadful e vivam esse amor comigo. Obrigada.

PennyDreadfulUnderwear

Melhor série.

Encerro aqui mais um episódio do nosso amado (e atrasadíssimo) prêmio. Mais uma vez, gostaria de pedir desculpas pelo sumiço (mas eu perdi esse post inteiro umas duas vezes e mesmo assim voltei e escrevi tudo de novo, valorizem isso). Ainda falta falar sobre os livros de 2015 (ansiosa por este momento), mas é possível que eu poste outras coisas nesse meio tempo pra ir atualizando vocês sobre o que tem acontecido na minha vida (não que algo realmente interessante tenha acontecido). Desde já, agradeço pela paciência. Beijos de luz e até a próxima.

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13 Comments

  • Reply Analu 23 de janeiro de 2016 at 6:43 PM

    Amiga, olha eu aqui! To assistindo tantas séries atualmente (PARA OS MEUS PADRÕES) que até desemburrei de posts gigantes sobre séries que eu nunca vi, veja como a vida da voltas. Então, cê sabe que dessa lista toda aí eu entendo pouquíssimo, mas to orgulhosíssima da senhorita assistindo GA e Friends. Vai, eu te indiquei uma coisa que dilacera o coração da gente e outra que faz a gente rir bastante, balanceou né? E boladona que você indica pras pessoas assistirem Friends falando de cara do pedido de casamento de #mondler. MIGA ISSO É MEU PLOT TWIST FAVORITO DA SÉRIE, não sai espalhando assim, poxa.
    Te amo! <3

  • Reply Passarinha 23 de janeiro de 2016 at 8:56 PM

    Ai, Sharon, me ensina :(

    Sou a pior pessoa do mundo pra acompanhar séries. Até hoje não sei como consegui assistir 10 temporadas de grey’s (era onde tava quando eu comecei). Que bom que você resolveu entrar nessa cilada, bem vinda ao time; aqui sofrimento não é opcional. Crush no Mark também não.

    Eu acho que nunca parei pra ver todos os episódios de friends na ordem, mas já assisti todos e não compreendo como alguém pode não gostar.

    GoT larguei e não volto MAR DE JEI NENHUM. Não suporto, dsclp. TWD larguei também e não tenho muita vontade de voltar, mas sempre há chances.

    Vou colocar Penny Dreadful na minha lista.

    QUE BOM TE VER DE VOLTA. Te amo!

  • Reply Priih 23 de janeiro de 2016 at 11:12 PM

    Ok, tem muitas coisas que eu gostaria de comentar sobre o seu post, mas nem sei ao certo como começar, hahaha.
    Vi a minha pessoa quase que 100% no seu terceiro parágrafo! Também nunca fui de acompanhar muitas séries, e ano passado isso mudou consideravelmente. Coincidentemente também acabei começando a acompanhar 10 séries ao mesmo tempo e agora tô meio perdida pra conciliar tudo, hehe.
    Tem MUITAS da sua lista que eu não vi, algumas por gostos completamente diferentes, outras ainda não tive tempo mesmo.
    Reforço a sua lista que deixou pra assistir esse ano, recomendando fortemente: Jessica Jones, Demolidor, Mr. Robot e Super Girl <3 Muito amor por cada uma delas!
    Gente, eu ri quando você escreveu sobre American Horror Story. Essa série me perturba num nível que eu nem sei explicar. Vi uma temporada uma vez na casa do meu amigo e até que foi ~de boas~, mas pq tinha uma galera assistindo. Sozinha ela não me desce. Acho ruim e um tanto quanto perturbadora mesmo.
    Sério que Arrow caga muito depois? Fiquei tentada a assistir pq acompanho Flash (que é ótima, linda, na minha humilde opinião), e tem uns episódios que o Flash faz crossover com o Arrow. Mas muita gente me disse que fica ruim, então desanimei bastante em começar.
    Te falar que TWD ainda me deixa tensa, sabe hahaha. Pode ter ficado um pouquinho mais cansativa, mas ainda assim continuo curtindo o desenrolar da história.
    FRIENDS é amor, é vida, é a cura das minhas fossas, é inexplicavelmente maravilhoso. Eu já conhecia há um bom tempo, mas fazia anos que não assistia. Quando lançou no netflix eu fiquei tão feliz e realizada que nem sei explicar. Todo aquele amor incondicional voltou ainda mais forte <3 De fato, não tem como não se apaixonar.
    Tô curiosa com as outras que você mencionou (mas não queria estar, pq minha lista já ta uma loucura e não tô sabendo lidar, hahaha), talvez eu comece alguma delas esse ano. Veremos.

    Desculpa pelo comentário gigante, senti necessidade de comentar tanta coisa XD

    Beijos,
    Priih.

  • Reply Gab 23 de janeiro de 2016 at 11:24 PM

    Amiga, eu gosto tanto do teu gosto pra séries porque é bem diferente do meu (que só assisto comédias) e me da vontade de ir atrás de novas coias e novos ares. Hahaha
    Por exemplo, já quero correr e asssitir Agent Carter, porque nem sabia dessa série? Por onde ando?
    Mas meu caso não é tão sério quanto o teu que nunca tinha visto Friends! Afff ahahaah
    Que bom que tu amou e agora é tão apaixonada quanto todos os outros fãs da série!
    Narcos eu fico procrastinando e nunca assisto, não sei bem porque. Vou começar já, aproveitando que ainda estou de férias. Agora com licença que to aqui aprontando minha listinha de séries novas! <3
    Te amo, amiga. Estarei aqui mais seguido, prometo.

  • Reply Tary 24 de janeiro de 2016 at 1:26 AM

    Amiga, fiquei extremamente envergonhada por seu maior sumiço ter sido de 20 dias. Jamais se martirize, visite meu blog e sinta-se melhor. Mas enfim, vamos às séries. Sabe que eu estava tão deslumbrada com Narcos que nem consegui ver esses defeitos? Assisti tudo em DOIS dias e amei a atuação do Wagner Moura, mas nunca me iludi achando que ele ia ganhar o Globo de Ouro. Calma lá, pessoal.

    Digo o mesmo sobre Hannibal. Sei que tava muito série arte e certas coisas não faziam sentido, mas eu AMAVA assistir aqueles episódios. AMAVA toda a loucura e AMEI o final, ao contrário de muitas pessoas. Boneco.

    Mas me diz uma coisa: como a senhora conseguiu ficar tanto tempo vendo The Following? Essa série me perdeu já na primeira season. Não aguentava aquele FBI burríssimo e o fato de que de repente todo mundo era controlado pelo vilão (meio cômodo, né?).

    2015 foi o ano em que eu desisti de Grey’s, mas sempre vai ser uma das séries da minha vida. E sei que, quando finalmente terminar, vou acabar maratonando tudo.

    Te entendo perfeitamente sobre Friends pois nunca terminei, mas amo de paixão. Melhor comédia da vida.

    ASSISTA JESSICA JONES E MASTER OF NONE, PELAMORDEJESUS.

    Love you <3

  • Reply Thay 24 de janeiro de 2016 at 1:28 AM

    AINDA BEM QUE TU NÃO MORREU, QUE ISSO. D:

    E sabe que eu sempre assisto mais séries do que filmes? Gosto de filmes, mas normalmente fico com preguiça de ficar 2 horas e tanto assistindo e tal. E tudo bem que, se parar pra pensar, eu fico muito mais horas assistindo seriados já que, afinal, são em torno de 45 minutos por episódio mas são vááários episódios. Sei lá, não faz sentido ficar com preguiça de assistir 2 horas e depois ficar semanas vendo outros 45 minutos. Loucura.

    Miga, até hoje não consegui assistir Narcos. Já tentei começar duas vezes e simplesmente não foi. Claro que fiquei mega contente com a indicação do Wagner Moura (e tudo bem ele ter perdido pro Jon Hamm mas só porque é o Jon Hamm) mas ainda não me deu o estalo que preciso pra conseguir assisir. Sei que a série é pesada e coisa e tal, mas sei que ~tenho~ que assistir (talvez por isso ainda esteja nessa de procrastinar). Se for pra chorar alguma pitanga, que seja pelo Oscar da Fernanda Montenegro.² SIM.

    HAHA, e acho que Agent Carter não tem defeito mesmo. Peggy é essa mulher incrível, inteligente e super capaz e que faz tudo isso de batom vermelho e cabelo impecável. A Dottie então, adoro, ela é complexa e aquela história dela é de arrepiar. Quero que você veja os novos episódios logo pra gente comentar mas já adianto: tá lindo, tá incrível e a esposa do Mr. Jarvis apareceu e ela é outra linda.

    E vamo que vamo, temos muito pra comentar quando tu colocar tudo em dia (e agora me pego pensando: quantas séries será que EU assisto? Tô com medo de contar. E aproveito: faça uma conta no TVShow Time!)

    Acho que assisti ao primeiro episódio de The Following, mas não me lembro o motivo de não ter continuado. Pelo visto escolhi certo. Agora, Hannibal, gente, que tristeza a série ter sido cancelada porque os norte-americanos tem preguiça de pensar! Tudo bem, sei que a terceira temporada teve uma primeira parte muito lenta e esquisita, mas ficou tão boa de novo depois que foi uma pena ter acabado. Acho que eu assistiria Hannibal simplesmente cozinhando e ficaria feliz.

    (e também não entendo o que há com Mads porque ele não é exatamente lindo, mas tem um paranauê que dá toda uma diferença)

    Arrow também é uma coisa que me intriga. Não sei se você assiste The Flash (não tá no post, pelo menos) e é o mesmo erro: os roteiristas não conseguem escrever personagens femininas, o que não é nenhum mistério se for parar pra pensar que eles também são a equipe de Supergirl. Aí fica a Felicity me perturbando a vida, um saco aquele romance todo. CW peca muito quando fica de melação, aff, não aguento.

    HAHAHA, SIM, mil vezes sim sobre o parágrafo de Supernatural. AMO a série, sei que os leviatãs foram sofríveis, mas quem só critica tá perdendo de curtir uma série fantástica (inclusive, tô morrendo pra comentar sobre o último episódio, já viu?).

    Vanessa Ives e Mr. Chandler! AHHHHHH, e o sotaque da Vanessa falando Mr. Chandler? Morro só de pensar. AHHHH, we could have it all. </3 Penny Dreadful é linda, amo pra sempre. <3333

    OPA, nem avisei que vinha textão, mas agora já foi.
    Beijo, beijo!

    (e que linda você comentando nos meus posts, óin)

  • Reply Yuu 24 de janeiro de 2016 at 8:42 PM

    Miga, terminei de ler esse post com mixed feelings: parte de mim ficou super empolgada com a sua lista e a outra parte ficou #chateada por não termos quase nada em comum na watchlist. O principal, Supernatural (cujo texto concordo mil vezes) e Friends, está lá, então eu só espero que isso consiga sustentar a nossa amizade até eu conseguir ver algumas das séries que você mencionou, incluindo: 1) Penny Dreadful, pra poder sentar com você e a Thay no recreio (tô com muita mania de falar isso, mds). Aliás, até tentei começar, mas fiquei com medo da abertura (!) e saí do Netflix, porque sou covarde assim mesmo, mas vou dar uma segunda chance, juro; e 2) Agent Carter, também recomendação da menina Thay, por motivos de adoro uma protagonista badass, só estou com preguiça de assistir Captain America primeiro pra me contextualizar.

    Os grandes “talvez” são: 1) Narcos e Demolidor, pois todo mundo fala super bem dessas séries, mas não gosto de violência; 2) Grey’s Anatomy, porque tem DOZE TEMPORADAS11!!1!1 e eu tenho pouca estrutura emocional; e 3) Supergirl, porque ainda não ouvi elogios consistentes o suficiente para me fazer embarcar nessa. Tipo, eu odeio me comprometer com sérios cujo futuro é incerto. Vai durar? Por quanto tempo? Vai continuar boa? Vai ser cancelada do nada e me deixar em posição fetal por dias? São questões.

    Esse ano me apeguei a séries com temporadas curtas ou já canceladas, porque não tomam muito meu tempo e eu já sei o que esperar. Estou ficando séria demais e procurando estabilidade até em séries. Não sei dizer qual é o meu problema, mas talvez seja só uma fase.

    Menina, não suma. E reiterando o que a Thay disse: faça uma conta no TVShow Time. É organizado, é interativo, tem app, e tem a gente lá, hahaha. Meu username é /yuuyogi, como em tudo na vida. Se fizer uma conta lá, me ame. Entra em mais essa furada com a gente. <3

    Muito obrigada pelos mimos, amei muito.

    Beijinhos. ♡♡

  • Reply Anna 24 de janeiro de 2016 at 11:01 PM

    Amiga, tô rindo aqui de você dizer que antes tinha um péssimo ritmo para série, mas acompanhava umas cinco. Eu tenho que me desdobrar para acompanhar duas, imagina cinco. IMAGINA ESSE MONTE QUE VOCÊ ASSISTE!!!! HAHAHAHA

    Bom, a gente combina em muitas coisas, mas acho que não em séries. Você tem um gosto mais séries misteriosas, assassinatos, monstros, lutas, fotografia escura (?) e eu gosto de DRAMA e romances, então é óbvio que dessa lista aí eu só vi Grey’s Anatomy e Friends. Fiquei numa inveja bandida da sua empolgação com Grey’s, porque a minha foi-se embora aparentemente para sempre. Eu também já tive essa fase de usar os monólogos de Meredith Grey como terapia para vida, de chorar ao ponto de molhar o travesseiro, etc, mas ali pela décima temporada eu simplesmente parei de me importar. Shonda Rhimes, I’ll hold this against you.

    E Friends é Friends, né? Não tem muito o que dizer. Única série possível.

    Mas para não dizer que nosso gosto é totalmente divergente, eu comecei a ver Narcos e só não continuei porque na época eu estava sem tempo e desgraçada demais das minhas ideias, mas o pouco que eu vi eu curti. Hannibal eu comecei a ver logo quando foi lançado, aí um dia eu parei de ver sem motivo nenhum mesmo gostando??? Essa sou eu. A mesma coisa com American Horror Story. Vi a primeira temporada, metade da terceira e aí ??..?? error 404.

    Para 2016, quem sabe eu assista Penny Dreadful? Lembro que fiquei bem interessada quando ela foi lançada, porque gosto de terror e amo a Eva Green. A vibe Londres vitoriana me deixa um pouco com preguiça, não é minha ambientação favorita e os tons escuros e as pessoas sempre meio sujas me deixam aflita, MAS ENFIM. Quem sabe.

    E você, por favor, veja Jessica Jones e Demolidor. São sua cara, acho que você vai amar.

    Beijos, amada
    love you <3

  • Reply Patthy 25 de janeiro de 2016 at 11:51 AM

    Se em 2014 eu comecei nesse ritmo de ver mais séries que filmes, em 2015 eu só confirmei essa situação. É mais forte que eu.
    Devo ter parado mais ou menos na metade de Narcos. Preciso achar o ~momento certo~, mas não desisti dela.
    Me senti da mesma maneira que você em relação a Hannibal e The Following. Hannibal era perfeita em tantos os sentidos técnicos, a terceira temporada tinha tudo para ser fantástica com a introdução do arco do Dragão Vermelho e o confronto direto entre Will e Hannibal… Só que não foi! E eu não sei o que Mads tem, mas tracei como objetivo ver o máximo de trabalhos dele que eu conseguir – tenho a mesma meta com Eva Green (logo, Casino Royale e Salvation serão quatro coelhos em duas cajadadas). Tirando o fato de que Hannibal Lecter era psicopata e canibal, super queria aquele homem na minha vida. (RISOS)
    Já The Following eu comecei a ver em 2015 mesmo e já tinha ouvido que já não era a mesma de antes. Mas eu não imaginava que o nível de empolgação da história seguiria uma linha decrescente tão… definida. Joe Carroll fez falta.
    Vanesssa e Ethan. ♥ O coração dói só de pensar. Afe, meu queixo já tá tremendo e vou parar de olhar esse gif senão vou cair no choro.
    A trilha sonora de Penny Dreadful é um espetáculo à parte. A música “Close than sisters” me emociona demais. A “Black hand of God” só falta me desidratar porque me lembro daquela maldita cena do exorcismo. às vezes penso que não é possível que quando criaram a série pensaram em fazer um negócio que desse medo/assustasse, porque o que eu mais faço é chorar vendo aquilo – quase tanto quanto Grey’s, tenho problemas? Seguramente posso dizer que 2015 fez PD virar #1 no meu coração (empatadinha com Vikings que estava no topo desde o ano anterior).
    Eu já tinha assistido vários episódios de Friends, mas só ano passado que fui ver toda a série em ordem direitinho. Fez toda a diferença para compreender o grupo e me sinto parte do clube que fica citando piadinhas da série.

  • Reply Giuliana 26 de janeiro de 2016 at 1:36 PM

    Olar amiga querida. Queria muito ter disposição e papo pra um comentário quilométrico, mas confesso que li seu post e nos vinte minutos seguintes assisti o vídeo de Waguinho aproximadamente 6 vezes e, bom, eu acho que Narcos como toda boa série tem vários pontos fracos e problemas (lá vem a viciada em problematizar), mas dessa vez vou deixar passar porque a atuação desse moço por quem tenho muito apreço simplesmente me QUEBROU NO MEIO.

    E Grey’s Anatomy. GREY’S ANATOMY. As pessoas deveriam me proibir de falar dessa série. Tenho certeza que ninguém me aguenta mais e me chamam de disco riscado por aí porque, durante anos, tudo que dizia tinha uma referência marota a algum episódio/monólogo de Meredith Grey/etc nas entrelinhas. Graças (só que não) a Shonda Rhimes, consegui me curar em partes dessa doença e acalmei os ânimos, mas ainda levanto a mãozinha pra falar quando alguém no meio de uma conversa, sem querer, cita algo que remeta vagamente à alguma cena de Grey’s. FAZER OQ NÉ, ser fangirl é muito bom, ainda mais quando tem Patrick Dempsey no meio.

    E Jessica Jones, amiga, PFVR assista, pfvr pfvr pfvr pfvr pfvr nunca te pedi nada.

    Te amo <3

  • Reply Tati 27 de janeiro de 2016 at 4:16 PM

    Gostaria de declarar publicamente neste blog que eu apenas sinto muita vontade de abraçar pessoas quando vejo qualquer foto, frase, referência a Friends porque pra mim não é nem uma série, e sim um estilo de vida, então ainda bem que a Analu te apresentou a esse mundo tão maravilhoso.
    A sétima temporada de Friends foi sem dúvidas uma parte difícil de nossas vidas, assim como nós meros mortais temos momentos de altos e baixos podemos perceber que séries boas também os possuem não é mesmo?
    Narcos assim como você disse realmente é tudo o que dizem, mas eu já esperava que não fosse ganhar o prêmio porque o mundo ainda não está acostumado com Wagner Moura, mas creio que muito em breve ele vai se tornar um ator que todo mundo vai saber quem é e fazer referências como “Ah, o Pablo Escobar?” em diferentes línguas.
    Grey’s é o que eu chamo de série para desgraçamentos que estão no fundo do baú e que nós precisamos tira-los de nosso corpo mas não sabemos como, entende?
    (As outras eu ainda não assisti – eu sei, eu sei – então vou apenas sair de fininho)
    Beijos!

    Novembro Inconstante

  • Reply Débora Braga 27 de janeiro de 2016 at 10:54 PM

    Eu também acompanho bastante coisa mas das que você citou só assisto Friends e Game of Thrones.
    Friends é clássico e já perdi as contas de quantas vezes assisti, haha.
    Game of Thrones também desgosto da mesma coisa que você citou, achei essa história da Sansa sem necessidade mas sigo amando por motivos de Jon Snow.
    Hannibal eu comecei a assistir mas parei não sei porque e eu achava incrível a série, muito bem feita!
    O ruim de acompanhar tantas séries é quando elas entram em hiatus e temos que viver sem elas hahahaha.

    Beijo

  • Reply G.L. 28 de janeiro de 2016 at 2:12 AM

    Você sabe que eu não li tudo, ou sequer uma parte. É a primeira vez que comento… shuahsauhsa
    EVER. Esse post teve ~as tretas e mimimi’s~ mas saiu. Afinal o que eu quero dizer: tomará que vc consiga escrever mais e mais e continue gostando do que você faz e já fez e vai fazer e e e e e e e e.
    Boa sorte. Abstrair e seguir.
    G.L. <3

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