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TAG: CONHECENDO A BLOGUEIRA

Eu já fui uma pessoa mais dedicada – e tenho certeza que já disse isso aqui tantas vezes que vocês não aguentam mais. No fundo no fundo repito isso mais pra mim mesma do que pra vocês, porque por mais que eu tente, sempre me sinto ligeiramente culpada por não ser tão dedicada, mas também serve para o caso de alguém cair de paraquedas aqui e não entender muito bem essa minha dinâmica de blogueira duvidosa.

Agora, por exemplo, estou aqui para me redimir e responder uma tag que literalmente implorei para ser indicada, mas acabei esquecendo nesse meio tempo. Não sou eu me fazendo de difícil. É só a vida acontecendo e eu achando difícil pra caralho conciliar tudo, ao mesmo tempo que agradeço porque não podia mesmo ser de outra forma.

A tag é dividida em duas partes, então primeiro vou compartilhar 11 fatos aleatórios sobre minha pessoa e depois vou responder as perguntas da linda da Ingrid. Vem comigo!

11 FATOS SOBRE MIM

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1. Eu sou muito muito tímida, do tipo que odeia falar em público e morre de vergonha de pedir informação para estranhos. A Ana dos meus sonhos não tem vergonha de nenhuma dessas coisas, não gagueja quando está diante de uma platéia e sabe lidar com desconhecidos de uma forma invejável, mas quando o despertador toca, o que temos é uma moça tímida demais pra lidar com qualquer uma dessas coisas. Gostaria de ser diferente, mas não é algo que me incomoda a ponto de me fazer querer mudar, porque quando eu realmente preciso, vou lá e enfrento, então tá tudo certo.

2. Quando eu era pequena, tinha uma amiga imaginária que se chamava Bigaibe. Até hoje me pergunto de onde eu tirei esse nome deveras exótico, mas independente disso, os relatos da minha mãe provam que Bigaibe era uma amiga muito legal, que viveu altas aventuras comigo em Maceió e me fazia companhia nas tardes de chá com os bichinhos de pelúcia.

3. Já fui vocalista de uma banda de rock que formei com algumas amigas quando tinha 13 anos, onde eu também tocava guitarra. Mas não se enganem, porque eu não era boa em nenhuma das duas coisas. E continuo não sendo, caso vocês tenham alguma esperança. A banda acabou tão rápido quanto surgiu e daí cês já têm uma ideia do quanto éramos boas no que tentávamos fazer.

4. Antes de estudar Comunicação, eu fiz dois semestres de Contabilidade, também na UnB. Antes disso eu também passei no vestibular pra Gestão de Saúde, mas fui uma única semana pra aula, achei tudo uma bosta, e fiquei seis meses mofando em casa até poder começar um cursinho e voltar a estudar.

5. Quando eu tinha 14 anos, tive a brilhante ideia de ficar loira. A verdade é que eu sempre me amarrei numa mudança capilar, mas a loirice me caiu tão bem (risos) que uma semana depois eu já estava morena de novo.

6. Eu não gosto muito quando me chamam de “querida”, porque é o tipo de coisa que sempre acaba soando meio falso pra mim, não importa se foi a intenção or not (normalmente não é). A história muda quando alguém diz que eu sou uma pessoa querida, porque aí já me parece muito mais honesto e é o tipo de declaração que faz meu coração ficar mais quentinho. Vai entender.

7. Quando eu tinha uns 16 anos, uma olheira de uma agência daqui de Brasília me parou e me ~convidou~ pra dar um pulo onde ela trabalhava, me entregou um cartão e foi embora tão rápido quando chegou. Eu ri à beça e nunca apareci na tal agência porque fiquei morrendo de medo de me meter numa cilada e acabar sendo enviada pra Turquia. Momentos.

8. Eu não sei assoviar SOS!!!!11

9. Eu já tive umas vontades meio doidas de sair por aí vestida de banana. Porém, ultimamente minha vontade tem sido juntar umas amigas, dançar e cantar We’re Never Getting Back Together usando uma fantasia de urso e pagar um mico adorável.

10. Tive que apelar pra minha melhor amiga porque, a essa altura, eu já não sei mais o que falar da minha pessoa que seja minimamente interessante. Então vai lá: segundo dona Juliana, sou uma pessoa extremamente fiel às coisas que são do meu interesse. Nunca parei pra pensar sobre o assunto, mas agora que ela falou, acho que sim, sou bem difícil de largar as coisas que acredito.

11. Juliana também me lembrou que eu não gostava dela antes da gente virar melhores amigas, o que é totalmente verdade. Eu tenho essa mania de não gostar de pessoas que eu nem conheço e isso é uma coisa horrível que eu tenho tentado mudar, mas que ainda é meio difícil de resistir.

AS ONZE PERGUNTAS DA INGRID ♥

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1. Seu momento do dia preferido (manhã, tarde, noite, essas coisas): Sou assumidamente uma pessoa da noite, pelo menos desde que comecei a estudar nesse horário. Mas por mais que eu insista em acordar tarde, já na hora do almoço, a manhã tem algo de especial que faz com que eu a considere meu momento preferido do dia. Tudo é diferente de manhã. Tem a preguiça que vem acompanhada de uma disposição diferente daquela que a gente sente quando acorda às três da tarde; tem o café da manhã que é disparado a minha refeição preferida; e mesmo que eu não assista com frequência, tem o nascer do sol que é mágico demais pra eu tentar justificar. Me recuso a colocar meu despertador pra tocar quando não tenho nada marcado pra logo cedo, mas adoro quando consigo acordar antes das 9:00 e começo o dia cedo, com um café da manhã gostoso e uma dose dessa preguiça que não te deixa pegar no sono de novo, mas não te obrigada a tirar o pijama logo que levanta.

2. Uma vista/paisagem que você gostaria de ver para sempre da janela do quarto: Costumo dizer que Brasília só não é perfeita por um motivo: não tem praia. E gente, quase nada consegue ser tão gostoso quanto abrir uma janela e ter o mar ali de frente pra você. A maresia faz um estrago à parte em janelas, móveis e cabelos, mas acho um preço justo a se pagar quando se tem uma vista tão bonita. Então sim, minha paisagem/vista dos sonhos, que eu gostaria de ver para sempre da janela do meu quarto (que não tem janela) é o mar.

3. Quais escritores e músicos seriam suas principais influências? Acho difícil responder essa pergunta porque tenho uma extensa lista de inspirações, que ganharam espaço por motivos muito diferentes, de forma que é quase impossível colocar todos num balaio só. Sem pensar muito, diria que quem me inspira muito na música é a Hayley Williams e de escritor acho que fico com a Marian Keyes, porque chick-lits têm seu mérito sim senhor e além dela ter histórias hilárias que me divertem horrores e, de certa forma, me ajudar a escrever melhor, ainda me poupou um tempo precioso com testes vocacionais pouco confiáveis.

4. Falando sobre cinema, qual cena de filme foi mais marcante pra você? Fiquei horas pensando na resposta pra essa pergunta porque já assisti tanta coisa que é difícil escolher uma única cena que tenha me marcado demais. Daí eu lembrei de Orgulho e Preconceito, talvez o filme que assisti mais vezes na vida, e imediatamente me veio na cabeça a cena da tempestade em que o Mr. Darcy se declara para Elizabeth. Meu útero urra nessa cena porque os FEEEEELS SOS!11!1 são completamente incontroláveis, mesmo quando a única legenda disponível é em português lusitano, o que torna as coisas dez vezes mais bregas do que já são. Com todo o respeito. É uma cena lindíssima, Mr. Darcy mata a pau com uma das declarações mais lindas que eu já vi, ditas com um sotaque que faz meu coração bater mais forte, e a chuva torna tudo muito mais poético. Ai meu coração!

Jamais serei capaz de superar

5. Se você pudesse se definir em uma cor, qual seria? (pode parecer bobo, mas isso diz muito da gente): Ingrid, amiga, queria dizer que não acho essa análise nada boba, apesar de não ter ideia do que minha escolha vai significar. Eu ia dizer azul, porque azul é minha cor preferida. Mas são tantos tons de azul que eu achei que podia acabar sendo genérica demais. Então eu escolhi lilás, porque é minha segunda cor preferida, é calma, e tem essa doçura que eu não sei se tenho, mas acho deliciosa. Além disso, lilás tem uma carga exótica que vem do roxo, que faz ele ser diferente mesmo quando tenta não ser.

6. Entrando numa livraria, pra qual sessão você vai primeiro? Para a de literatura estrangeira, porque é lá que eu encontro a maioria dos títulos que figuram na minha lista de “preciso ler”. Tenho ensaiado passear pelas prateleiras de literatura nacional, mas acho particularmente difícil encontrar a variedade de títulos e gêneros que normalmente encontro nas outras seções. O que é uma pena, porque realmente gostaria de ler mais livros escritos por brasileiros.

7. Já que todos somos blogueiros por amor, o que você acha dessa “profissão blogueiro”? Você considera uma profissão e por quê? Considero a partir do momento que você começa a ganhar dinheiro e passa a ter responsabilidades como em qualquer outra profissão. Acho bacana quando as pessoas conseguem chegar nesse ponto e sempre incentivo quem sonha com isso a correr atrás. O que me incomoda é ver pessoas que só entram nessa por causa de fama, dinheiro e jabá. Sou meio piegas nesse sentido, mas acredito fortemente que dinheiro e fama são consequência daquilo que a gente plantou. Às vezes demora. Às vezes demora muito. Mas às vezes também acontece num piscar de olhos e é isso aí. Não existe uma regra, mas uma hora a gente colhe os frutos daquilo que a gente tanto se empenhou pra fazer dar certo. Essa é uma discussão que dá muito pano pra manga, mas de uma forma muito resumida, acho que é isso. Amor antes de mais nada.

8. Um país que faria você sair do Brasil: Estados Unidos, porque eu sou clichê demais pra me imaginar morando em outro lugar. É um sonho que tenho desde novinha e um dia, se Deus quiser, realizarei. Mas por algum motivo também adoraria viver na Itália ou na Alemanha.

9. O que você pensa, na maioria das vezes, quando vai escolher suas roupas? NÃO TENHO NADA PRA VESTIR SOS!!!!111!1

10. Já que faço faculdade de moda, não posso deixar de perguntar, o que você entende como Moda? E qual a sua imagem dos profissionais da área? Nunca parei pra pensar o que eu entendo como Moda, mas certamente vai muito além do que vejo nas vitrines e nos desfiles que acompanho de vez em quando. Acho que moda diz muito não só sobre a cultura de um lugar, mas sobre a personalidade de cada um. E é tanta coisa que pode ser dita que eu sinceramente não sei como algumas pessoas podem tratar o assunto de forma tão frívola e superficial. Sobre os profissionais, acho que como em qualquer outra área temos pessoas muito boas, que são inspiração pura; e outras que são terríveis e só querem tirar proveito de alguma forma. Com a visibilidade dos blogs de moda, acho sim que a segunda categoria cresceu de uma forma meio assustadora, mas não é isso mesmo que acontece quando algo está em alta?

11. Qual texto do seu blog você tem mais orgulho de ter escrito ou que seja apenas o seu preferido? Tive que dar uma vasculhadas nos arquivos do blog e foi difícil escolher um só, tanto porque sou autocrítica demais, tanto porque um texto que eu amo hoje pode ser o texto odiado de amanhã. Apesar de meio bobo, gosto muito desse texto sobre minha nova experiência assistindo Gossip Girl, depois de anos de mal com a série. Outro queridinho foi escrito em um momento de pura frustração e foi como se um peso fosse tirado das minhas costas. Também escrevi um texto super piegas quando completei cinco anos de namoro com o Gui e, apesar de ser brega até dizer chega, meu coração fica mais quentinho sempre que leio. Daí também tem esse texto que eu morri de rir escrevendo e acho graça toda vez que releio porque a zoeira não tem limites. Mas meu xodó da vez é, sem dúvida, a retrospectiva 2014. Foi um desses posts de lavar a alma, amo demais.

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3 Comments

  • Reply "Juliana" 11 de janeiro de 2015 at 3:23 AM

    Cuuuuuu! Não me chame de Juliana :(

    Declarei uma curiosidade boa e uma ruim a seu respeito, linda :x

    Adorei esse post! Faz o 50 fatos sobre você <3

  • Reply Fernanda 11 de janeiro de 2015 at 3:55 PM

    Também fui inidicada pra essa tag, mas até hoje não consegui terminar de responder – a sua teve umas perguntas bem difíceis também, na verdade, então posso me inspirar pra ir lá e terminar a minha.

    Enfim. Eu sou super tímida também. Mas pra falar em público eu até sou mais tranquila, agora precisar de ajuda e informações de estranhos é terrível (vai entender). Mas também vou lá e enfrento, se tiver que gaguejar, gaguejo e deu. Então tudo bem, né? E eu também tenho uma mania muito chata de desgostar de gente que eu nem conheço, que geralmente me surpreende. Quero muito parar com isso.

    A manhã é minha parte favorita do dia sem dúvida nenhuma, ainda que eu reclame sempre de precisar acordar antes das seis. Nas férias, eu geralmente ponho o despertador pras nove. Não me incomoda se eu tiver de ser acordada por ele. É uma parte do dia que eu odeio desperdiçar, não sou nem um pouco uma pessoa noturna.

    E o que dizer dessa cena do Sr. Darcy se declarando? <3 <3 <3 todo errado, na verdade, mas QUE LINDO. Macfadyen melhor Sr. Darcy.

    "Não tenho nada pra vestir" – típico hahaha E tá lá um armário cheio de roupa. Queria não ser assim :(

    Beijos, adorei seu blog!

  • Reply Ingrid A. 16 de janeiro de 2015 at 2:10 AM

    Poooorrra cara adorei tuas respostas!!! Na boa! adorei voc ter escolhido a cena do Sr Darcy pq essa tb eh considerada uma das declarações mais bonitas da HISTORIA DA LITERATURA MUNDIAL! ACREDITA? Jane Austen é foda e fico pra morrer quando a consideram escritora de gênero.

    Adorei tb sua resposta sobre o profissional de Moda e como você vê a Moda, acho interessante que você talvez tenha essa visão mais ampla de Moda justamente por conta dos blogs, e talvez seja aí em que ele ajam tornando a coisa mais democrática..

    ri demais com voc dizendo “nao tenho nada pra vestir” kkkkkkkkkkkkkkk

    beeeeeijos lindona, beijos beijosss!!! brigada por ter respondido! <3

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