MEMES

UM MEME SOBRE FILMES

Já faz algum tempo que eu venho procurando um meme sobre séries para responder. Por causa do Valkirias (e, claro, por interesse pessoal também), tenho assistido bastante coisa – algumas novas, outras nem tanto – e, embora eu seja fã assumida de um textão, memes são sempre uma saída bacana para falar um pouco sobre tudo, de um jeitinho mais despretensioso. Infelizmente, não consegui encontrar nenhum – ou, melhor dizendo, não encontrei nenhum que fosse minimamente diferente dos que já respondi. É verdade que, hoje, muitas das minhas respostas mudariam, mas muitas continuam exatamente as mesmas, e ter que responder um milhão de vezes qual é minha série favorita de todos os tempos já ficou bem chato (é “Supernatural”, caso alguém aí ainda não saiba).

Durante minha busca, no entanto, acabei esbarrando com esse meme sobre filmes que, muito provavelmente, encontrei no blog da Thay (a essa altura, minha fornecedora oficial de memes) (wtf), mas não tenho certeza. Já faz algum tempo que não falo sobre filmes no blog, então achei que seria uma oportunidade bacana de trazer o tema de volta pra cá. Como de costume, não vou indicar ninguém (preguiça eterna, me deixem), mas fiquem à vontade para responder ou então compartilhar suas respostas nos comentários.

1. Um filme que você assistiu várias vezes no cinema.
Nenhum?Me sinto uma aberração respondendo um troço desses, mas é verdade. Embora eu já tenha sentido muita vontade de assistir alguns filmes mais de uma vez (o último foi Capitão América: Guerra Civil, e eu juro que só não assisti de novo por falta de companhia), nunca senti muita vontade de repetir a dose com filme nenhum, mesmo aqueles que acabaram se tornando especiais pra mim. Eu sempre gostei de ir ao cinema, mas faz pouco tempo que eu comecei a fazer questão de ir ao cinema, e até hoje não é difícil que eu deixe de assistir um ou dois lançamentos porque sim. Se surgisse a oportunidade de assistir um filme duas vezes (ou mais) no cinema, eu não vou dizer que não (a não ser que fosse um filme muito bizarro, aí realmente não dá), mas até hoje ela não surgiu, então tudo bem também.

2. Top cinco filmes do seu ator ou atriz favorito.
Eu sempre odeio escolher favoritos, porque nunca tenho só um, de modo que escolher um entre tantos maravilhosos me faz sentir super culpada. Então vou dar uma roubadinha e escolher um filme para cinco atores favoritos, porque quem manda nessa merda ainda sou eu e eu faço o que eu quiser, beijos de luz. Vivre Sa Vie, com a Anna Karina; Batman: O Cavaleiro das Trevas, com o Heath Ledger; V de Vingança, com a Natalie Portman; A Noviça Rebelde, com a Julie Andrews; Os Sonhadores, com a Eva Green; e A Origem, com Leonardo DiCaprio – só porque eu seria incapaz de deixar Leozinho de fora dessa, risos.

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3. Um enredo de filme que você gostaria de ter vivido.
Orgulho e Preconceito. Embora eu quisesse muito viver em universos fantásticos, estudar em Hogwarts ou ser uma elfa na Terra Média, sempre que assisto Orgulho e Preconceito tenho vontade de ser imediatamente transportada para aquele universo, aquela época, e ser uma das irmãs Bennet. Queria viver um romancinho de época com cara de novela das seis, e ser amiga de Elizabeth Bennet, com quem eu tenho certeza que me daria super bem, mesmo que eu esteja mais para Jane do que para Izzie – coisa que todos os testes do mundo não me deixam esquecer, risos. Claro que eu também sei que aquela não era uma época fácil para ser mulher. Hoje nós ainda temos muitos problemas e continua sendo muito difícil ser mulher no mundo em que vivemos, mas todas sabemos as diferenças radicais entre ser mulher hoje e ser mulher no final do século XXIII. No entanto, gosto de me apegar aos pontos positivos da história e, pensando por esse lado, seria realmente incrível poder viver um pouquinho o enredo dessa história.

4. Top cinco interpretações favoritas.
Sem querer ser repetitiva, mas já sendo: Heath Ledger, como Coringa; Natalie Portman como Evey Hammond; Anne Hathaway como Fantine; Keira Knightley como Elizabeth Bennet; e Emma Watson como Hermione Granger <3.

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5. Um ator (ou atriz) subestimado.
Jensen Ackles. Embora não conheça muito do seu trabalho no cinema, os altos e baixos do personagem de Jensen em “Supernatural” já foram suficientes para me provar que ele é, de fato, um ótimo ator, e que merecia ter esse potencial muito mais explorado do que realmente tem. Sempre que penso que ele poderia ter sido o Capitão América ou Peter Quill, de Guardiões da Galáxia, ambos personagens da Marvel, tenho uma vontade bem sincera de chorar e amaldiçoar o mundo por ser tão injusto, mesmo que eu ame as interpretações de Cris Evans e Chris Pratt, respectivamente. Sei que muito da sua decisão em não fazer papéis grandes no cinema vem justamente do seu compromisso com “Supernatural”, e assumir outras responsabilidades implicaria, muito provavelmente, no fim da série, coisa que eu não quero que aconteça de jeito nenhum (se eu imagino Sam e Dean velhinhos caçando demônios? Hell yeah!). No entanto, é realmente uma pena para todo mundo que seu talento esteja preso a praticamente um único personagem.

6. Um ator (ou atriz) superestimado.
Jennifer Lawrence. Não é que eu não goste dela ou não a ache uma boa atriz. Eu gosto dela e acho que ela é, sim, uma ótima atriz. Eu também não tenho nenhuma birra particular com ela, inclusive adoraria ser amiga, e, embora nem sempre ache graça de suas piadas, gosto muito desse jeito divertido e debochado dela. O que me incomoda, na realidade, é a mania que as pessoas têm de colocar ela numa espécie de pedestal, como se ela fosse muito melhor do que outras atrizes de sua geração. Seu Oscar em 2013, pelo filme O Lado Bom da Vida, é o tipo de coisa que eu jamais vou ser capaz de compreender, mesmo que sua atuação tenha sido bastante boa. Além disso, outra coisa que me incomoda deveras é o fato de que Lawrence às vezes entrega umas atuações bem preguiçosas, tipo o que ela fez com a Katniss no último Jogos Vorazes e no último X-Men, onde ela não apareceu realmente caracterizada porque todo o processo de ficar azul e se transformar em Mística era longo demais. Miga, seje menas.

7. Um filme que você assistiu e acha que ninguém ouviu falar.
Nós Nunca Teremos Paris, um filme terrível dirigido pela Jocelyn Towne e pelo seu marido – e também protagonista do filme – Simon Helberg (sim, o Howard Wolowitz de TBBT!). O título é um trocadilho com a icônica frase de Casablanca e foi isso que me chamou a atenção inicialmente, já que eu não sabia nada da história. Só depois fui descobrir que o filme, no caso, era sobre um cara extremamente idiota que está passando por uma crise de meia-idade. Ele pede a namorada de anos em casamento, só pra depois terminar tudo porque sua colega de trabalho confessa que está apaixonada por ele. Pois é. O romance, claro, acaba não dando muito certo, só pra provar que, dã, seu coração era mesmo da mulher que ele dispensou. O negócio é que a mulher, a essa altura, está curtindo umas férias incríveis em Paris, vivendo um novo romance e tentando recuperar seu coração partido – o que não impede que o personagem principal vá lá estragar tudo de novo, porque aparentemente terminar um noivado por nada não era suficiente. É um filme terrível, terrível mesmo, que quer ser engraçado, mas que nunca consegue chegar lá, e que é tão, mas tão ruim que eu sequer lembro o final.

8. Personagens favoritos.
Lelaina Pierce, de Reality Bites; Marianne Renoir, de O Demônio das Onze Horas; Bela, de A Bela e a Fera; Han Solo e Princesa Leia, de Star Wars; Cher Horowitz, de As Patricinhas de Beverly Hills; Hannibal Lecter, de Silêncio dos Inocentes; Coringa, de O Cavaleiro das Trevas; Elizabeth Bennet, de Orgulho e Preconceito e chega porque senão eu passo o dia inteiro aqui.

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9. Uma adaptação que ficou melhor do que o livro.
Jogos Vorazes. Na realidade, não é nem que a adaptação tenha ficado melhor do que o livro, mas acho que os filmes conseguem ir muito além do que um livro narrado em primeira pessoa consegue e é meio por isso que eu amo tanto toda a trilogia (mesmo com aquele último filme vergonhoso). Fora isso, boa parte dos filmes consegue transmitir os sentimentos que permeiam a história nos livros, além de abordar temas relevantes e apresentar personagens cheios de nuances, que nunca são exclusivamente bons ou ruins – e é exatamente por isso que eu odiei tanto o último filme, já que ele fez questão de pegar toda a história e transformar numa novela mexicana, onde a pergunta chave não era se a revolução contra a Capital seria bem sucedida, mas com quem Katniss ia ficar no final. Não se pode ter tudo, né?

10. Último filme que decepcionou você.
A Lenda de Tarzan. Não sei se criei expectativas altas demais ou se Alexander Skarsgård parece ser um cara tão legal que me convenceu completamente de que seu novo lançamento era sensacional, mas eu curti bem menos do que gostaria. Ao contrário do que imaginei, o filme não conta a história tradicional do Tarzan, mostrando um homem que já não vive mais na floresta e está totalmente acostumado com a vida em sociedade. A floresta existe ainda, é claro, e em determinado momento Tarzan e Jane voltam pra lá, mas não é a mesma coisa, sabe? Além do mais, o filme fica fazendo uns flashbacks que são mais inconvenientes do que interessantes, as cenas de ação nunca empolgam o suficiente e o vilão é horrível de um jeito zero favorável, sem contar que me incomoda MUITO essa história de que é preciso que um cara branco e rico despenque dos cafundós em que ele vive para libertar negros que são totalmente capazes de fazer o mesmo, como se um único cara branco fosse a personificação do super-herói. Sério, gente, não. Salva pelo Alexander e pela linda da Margot Robbie, ambos impecáveis em seus papéis (quase um milagre num filme com direção e roteiro tão ruins), e pelas piadinhas do personagem do Samuel L. Jackson, mas é só isso mesmo.

11. Último filme que superou suas expectativas.
Truque de Mestre: O Segundo Ato. Fui ao cinema praticamente obrigada, esperando o pior filme do universo, porém (surprise, surprise!) acabei me divertindo horrores. Como não assisti o primeiro, não consigo fazer uma comparação e dizer qual dos dois é melhor (provavelmente o primeiro, eles sempre costumam ser melhores), mas é bem incrível se vocês pensarem que, mesmo sem conhecer a história anterior e sem nunca ter ouvido falar dos personagens antes, eu consegui acompanhar o filme sem nenhuma dificuldade, e me diverti horrores o tempo inteiro. É um filme bem pipocão mesmo e não vale esperar mais do que o que ele promete, mas o tanto que é legal ver aquele povo fazendo umas mágicas malucas e criando confusão não tá escrito (quer dizer, agora tá hehe).

12. Um filme que surpreendeu você.
A Noviça Rebelde. Esse é um dos filmes favoritos da minha mãe (e meu também!) e lembro até hoje que quando ela inventou que queria assistir ao filme comigo, eu revirei os olhos e esperei o filme mais chato de todos os tempos. No entanto, não demorou muito para que eu me encantasse completamente pela história e, especialmente, pelos seus personagens. É impossível assistir ao filme e não ficar cantandinho o resto do dia, não se apaixonar pelas crianças Von Trapp e não querer cantar com a Maria, a adorável noviça que muda a vida de todos. Não por acaso, o filme ganhou o Oscar de Melhor Filme, Melhor Atriz (com Julie Andrews), Melhor Atriz Coadjuvante (com Peggy Wood), Melhor Figurino, Melhor Direção de Arte e Melhor Fotografia, numa época em que a Academia aparentemente fazia escolhas mais sensatas do que hoje.

13. Filmes que todo mundo deveria assistir.
Alguns, porque é impossível falar de todos: V de Vingança, com direção de James McTeigue e roteiro das irmãs Wachovski (<3), o filme é uma adaptação dos quadrinhos de Alan Moore e David Lloyd, e se passa numa Londres distópica e tem uma mensagem política bem bacana; E o Vento Levou, clássico dos clássicos dirigido por Victor Fleming, que conta a história de uma das mulheres mais famosas da ficção: Scarlett O’hara; Grease, dirigido Randal Kleiser, e um dos meus filmes favoritos e vocês deveriam assistir por isso mesmo; Clube dos Cinco, meu filme favorito do John Hughes e absolutamente necessário pra qualquer pessoa que curta filmes de high school; e Boyhood, do Richard Linklater, pela história incrível mas, principalmente, pela proposta ambiciosa de ter sido produzido em 12 anos, transformando a experiência de assisti-lo em algo realmente especial. Dos óbvios que todo mundo já assistiu, mas não custa mencionar, fico com Titanic, do James Cameron, e Branca de Neve e os Sete Anões, que não é meu filme favorito da Disney, mas que ganha completamente meu coração por ser o primeiro longa de animação deles e o primeiro filme que eu me apaixonei quando era criança.

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14. Filme mudo favorito.
O Gabinete do Dr. Caligari, um filme alemão de terror e suspense de 1920, dirigido por Robert Wiene, que conta a história de um psiquiatra que usa suas habilidades para fazer apresentações de sonambulismo com Cesare, um cara que, segundo o próprio doutor, já dorme há 25 anos e, quando sonâmbulo, é capaz de prever o futuro. No entanto, após o início das apresentações, coisas estranhas começam a acontecer no pequeno vilarejo em que se passa a história, deixando toda a população temerosa. Confesso que não sou uma das maiores entusiastas do cinema mudo e são raros os filmes que assisto que não me fazem sentir falta do som e O Gabinete do Dr. Caligari é um deles. Ele faz parte do expressionismo alemão, um movimento que apostava na distorção de cenários, em temáticas sombrias e personagens pouco convencionais, e que influenciou diretores como Tim Burton que, não por acaso, também é um dos meus favoritos. Talvez por tudo isso, seja tão fácil abrir mão do uso do som como conhecemos hoje e abraçar a história. É um filme lindo esteticamente, embora de um jeito bastante peculiar, que imediatamente se tornou um dos meus favoritos e que eu sempre indico pra quem quiser começar a se aventurar por esse universo dos filmes mudos.

15. Filmes que você sabe que deveria assistir, mas simplesmente não consegue.
A lista é enorme! Ao contrário do que muita gente imagina, eu assisto pouquíssimos filmes em casa porque MORRO de preguiça (o que é péssimo considerando que, dã, é isso que eu estudo), muito diferente do que acontece com as séries – que eu assisto sempre e não me canso nunca. Um desses filmes é Cães de Aluguel, do Tarantino, um diretor que eu até gosto, mas não morro de amores como todo mundo, e morro de preguiça de dar o play em qualquer filme por conta própria. Alguém se candidata para fazer esse pequeno favor pra mim?

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4 Comments

  • Reply Nicas 14 de agosto de 2016 at 2:37 PM

    Harry Potter acho que assisti todos nos cinema mais de uma vez (amor <3) e a interpretação da Emma como Hermione é perfeita demais (não podemos dizer o mesmo do segundo Dumbledore Lixo).

    V de Vingança eu assisti uma vez só, mas não estava no clima, mas depois de tantos elogios, se pá, merece mais uma tentativa (eu lembro que tive vontade de rever nos protestos de junho, porque sou dessas).

    O oscarda Jennifer Lawrence pela Lado Bom da Vida: sempre ficom com a impressão de que uma hora vão ver que foi erro e vão lá buscar. Concordo com tudo o que você disse, ela é boa, mas MENAS, GENTE! (e a Katniss dela eu acho insuportável, não sei se é problema da atriz ou da personagem ou um combo dos dois).

  • Reply Larissa 14 de agosto de 2016 at 9:49 PM

    Tenho preguiça de assistir filmes também. Um episódio de série é tão mais rápido e divertido.

  • Reply Thay 14 de agosto de 2016 at 10:50 PM

    E eu achando que ia descolar um meme pro BEDA, sonho meu! HAHA, eu respondi esse meme mesmo e, óbvio, respondi que Jensen é o ator subestimado e devo, provavelmente, ter chorado sangue respondendo essa questão pelos mesmos motivos. Fico pensando que em um universo paralelo meu outro eu viu Jensen como Capitão América e foi maravilhoso. E acho que já vi a maior parte da filmografia do Jensen, inclusive o filme em que ele dubla o Capuz Vermelho (é uma animação do Batman, é excelente). Aí sempre fica aquele sonho que se eventualmente Capuz Vermelho aparecer no cinema, que seja Jensen a interpretá-lo. <3 Não lembro o que respondi na questão de assistir o mesmo filme duas vezes no cinema, porém, recentemente, assisti Civil War duas vezes pois sou dessas (e o ingresso estava só 5 golpinhos, como dizer não pra isso?). Também tenho um pouco de abuso desse Oscar da Jennifer Lawrence, ainda mais se lembrarmos que ela concorreu com a Jessica Chastain que era minha favorita da época. E um aleatorismo: até hoje não assisti ao último Jogos Vorazes, hue.

  • Reply Michelle 15 de agosto de 2016 at 1:02 AM

    Nossa, quero comentar tudo que você disse, mas vou me prender só a alguns pontos :)
    Adorei tanto ler esse post <3 É sempre legal saber os filmes que as pessoas gostam. Confesso que já fui mais empenhada em assistir filmes, mas adoro ler sobre para pegar recomendações para quando cansar de assistir séries.
    Penso tudo igual sobre a Jennifer Lawrence; que preguiça da moça no último X-Men!
    Sério que se decepcionou um pouco com "A lenda de Tarzan"? Tava empolgada, mas acho que vou deixar para assistir depois que sair do cinema mesmo.
    O filme do Howard de TBBT parece realmente ruim. Vou me lembrar de ficar distante.
    Truque de Mestre (o primeiro) foi uma surpresa para mim também. A Netflix sugeriu e eu comecei a ver esperando algo bem besta; no fim, foi tão legal. Quero ver o segundo agora. Bom saber que você gostou.
    A noviça rebelde <3
    Clube dos Cinco também é meu preferido do John Hughes
    Tim Burton é um dos meus diretores preferidos também :)
    Preciso muito assistir O Gabinete do Dr. Caligari; eu sei que vou gostar, sabe? Não sei o motivo que me faz enrolar. Não entendo muito de cinema mudo, mas desde que assisti Metropolis fiquei com a sensação de que vou amar qualquer coisa relacionada ao expressionismo alemão.
    Confesso que aqui rola preguicinha do Tarantino de vez em quando também.
    Por fim, mas não menos importante: Jensen Ackles poderia ter virado Star Lord ou Capitão América? Quero chorar muito, 'cê não tem noção. E sim, concordo que ele é muito subestimado. Inclusive quando falamos de Supernatural; não sei, sempre tive a impressão de que só elogiavam o Padaleki (que é ótimo também) e se esqueciam do Jensen.

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